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O pastor pode até ter um bom coração e ser uma boa pessoa mas se cerca de ovelhas ruins, perversas e preguiçosas, nunca deste rebanho resultará em uma boa lã e um bom leite. Dito isto, o inferno publico brasileiro está repleto de grandes lideres políticos com as melhores e boas intenções.
Bastou um bolsa família que já é uma misera. Para esse povo puto acomodar o traseiro. Um povo que nasceu pra ser burro; jumento. Jamais será cavalo.
Brasileiro é um povo extremamente acostumado com o pouco, com migalhas. Um povo educado, doutrinado, para serem além de materialista; dinheirista. Uma nação de um povo débil! A se contentar com todo tipo de migalhas possíveis. Dadas por um governo imundo, sujo! Acho que o fato de não terem uma outra saída, se não o próprio aeroporto. Fez do brasileiro a se tornarem uma nação burra; débil.
Pássaros ao entardecer
(Victor Bhering Drummond)
Sim, os pássaros voaram ao entardecer.
E sabiam que eu estaria exatamente ali
Com a câmera a postos à espera de seu revoar.
Buscava só uma casinha amarela, quase bucólica
Uma paisagem pra lá de conto de fadas
Um entardecer que revigorasse meus sonhos quando estou acordado.
Mas eles sabiam que eu precisava além de uma paisagem.
Que seria mais poético e encantador se junto com meus sonhos
Esse bando passasse e levasse junto meus desejos,
Para que além do cenário e do arco-íris, eles se tornassem realidade. (📷 @fabiolieblartndesign | Este cenário existe. É uma estradinha linda em Santa Catarina, ao pé da Serra Dona Francisca, chamada Estrada do Quiriri)
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HISTÓRIA E MONARQUISMO - "O grifo é do autor: significa que Deodoro não queria proclamar a República, que, assim, resultaria de simples acidente, tese cujo sentido é inequívoco. Na maioria de seus elementos, aliás, a cátedra de História representa o último reduto monarquista em nosso país" - (História e materialismo histórico no Brasil: 14-15)
O PAÍS QUE EU QUERO PARA O FUTURO
O País que eu quero para o futuro
É onde os relógios não tenham ponteiros
Todos sejam poeta de alma
Onde os amores sejam inteiros
E a pressa tenha calma
O País que eu quero para o futuro
É onde a vidraça seja amiga da bola
Onde o talvez vire sim
Todo menino ganhe abraço da escola
E que não riam de mim por querer um País assim.
País Órfão
Breve anseio
Pela igualdade e prosperidade
Nunca alcançaremos
Enquanto necessitarmos de regime paterno
Onde os filhos da pátria
Não aprendem a pensar.
Tentando sintetizar a trajetória de vida do povo brasileiro em ciclos:
1° Ciclo até 20 anos: fazendo besteiras;
2° Ciclo dos 20 aos 40 anos: tentando corrigir as besteiras feitas;
3° Ciclo dos 40 até os 60 anos: preparando pra aposentar;
4° Ciclo dos 60 aos 80 anos: lutando pra não morrer;
5° Ciclo pós 80 anos: morrendo.
Esse texto não foi baseado em nenhuma pesquisa ou estatísticas governamental ou institucional, não pode ser considerado como dado oficial.
As comunidades indígenas brasileiras nos anos finais do seculo XX e início do XXI, ganham foco por uma série de trabalhos do audiovisual, sejam eles curtas e documentários patrocinados pela ANCINE e verbas de incentivo a cultura. Infelizmente, os personagens principais continuam invisíveis, como se fossem da mesma substancia cognitiva das arvores que rodeiam, povoam e ambientam as florestas, como mero cenário. Sendo assim, diversas produções feitas trazem uma diminuta ficha técnica de direção e produção, mas quanto aos nomes dos indígenas que fizeram parte não aparecem. Quem precisa saber seus nomes? Parece que ninguém. Querem resgatar uma cultura indígena brasileira aos olhos do homem branco sem ao menos terem a intenção de dignificar em história e documentos os poucos verdadeiros guardiões desta cultura, que sobreviveram. Tudo errado. Precisamos de uma urgente reforma política cultural ao direito material e imaterial de autores coletivos patriarcais de uma etnia, tribo e região. A defesa desse patrimônio cultural indígena deve ser salvaguardado pelas instituições governamentais para uma futura entrega, a quem é de direito natural e moral, a comunidade indígena brasileira. Sou a favor, sim, de registros, mas para a história de cada grupo. Essa história não pertence a governo algum e muito menos a entidades governamentais e não governamentais, pertence, sim, a comunidade indígena brasileira. Cabe ao governo cultural preservá-las até o momento que as próprias comunidades indígenas brasileiras possam usufruir destes centenários conhecimentos de forma amadurecida. De uma vez por todas, cabe a educação, a arte e a cultura nacional brasileira adotarem de forma digna e madura esta bandeira em nome de nossa rica diversidade, soberania e liberdade indígena brasileira.
Rotina
“Bom dia,
Mais uma manhã se inicia,
O sol no céu e a polícia na periferia.
Helicópteros sobrevoando e as crianças pra escola caminhando.
Seis da manhã vocês não querem nem saber
O que pode acontecer? Só Deus pode saber.
Na prece de cada um “que eu não seja mais uma vítima, amém”,
A culpa é do governo que não enxerga o que há além,
Há amor e luta, sobreviver aqui é maior loucura.
O bandido vende seus bagulhos pelas de cem, mas os políticos lá do Plenário lucram também.
A TV ensina que somos maus: as pessoas de cor, os gays, os favelados etc e tal.
Não nos querem nas praias, não nos querem na Zona Sul,
Mas se eu der calote, chego até em Istambul.
Polícia, pare de nos matar porque é moda! Na hora cês não pensam, mas tudo que vai, volta.
Polícia do Estado é o veneno. Por que fazem isso com a gente? Não compreendo.
Tô cansado, tô exausto de ser tratado desigual por ser favelado.
As pessoas daqui não merecem seu respeito? Tô cansado de ignorarem nossos direitos.
Parem de nos matar, eu imploro, só queremos respirar!”
O brasileiro é um dos povos mais ignorante; hipócrita do planeta. Uma nação débil tem o governo que merece ter. O brasileiro não tem noção nem da própria realidade que vive.
O que falta neste país é justamente o principal: "brasileirismo" ... porque de "secundários", temos em excessos.
A capital federal democrática do Brasil ao sonho de JK ainda está incompleta se não ergue um memorial histórico, educacional e cultural em agradecimento a toda vanguarda da monarquia brasileira.
O Que apreendemos com a crise dos caminheiros? Que o Brasileiro é mais egoísta que as outras nações!
O meu pensamento é que o Brasil poderia vencer essa guerra se todos os Brasileiros se unissem, mas infelizmente quando soube que iria faltar combustível correram com galões e não pensaram no próximo que também precisaria, resumindo nós Brasileiros somos cada um por si, e não um por uma nação, não um por um país, não um por uma religião, não um por uma raça, como deveríamos ser, que Deus abençoe o Brasil e não cada um dos brasileiros.
Nunca mais me pergunte qual é "o Brasil que eu quero", se for para depois de quinze segundos vocês me tirarem tudo e me deixarem para o resto da vida manietado e mudo!
PAÍS DE MUDOS
Nesse grande manicômio que se tornou o país
Das gargantas roubaram os gritos
Das bocas tiraram a voz
Silenciaram toda a gente
Meu Deus!
O que será de nós?!
Vergonha do Brasil! Vergonha da PF, vergonha da PM, vergonha do EXERCITO.
Desisto do Brasil! Lugar podre que só pensa em carnaval e futebol. Multando os caminhoneiros para roubarem um pouco mais. Desisto desse lugar, absolutamente, podre.
We are not equal to each one takes care of itself. We are brothers and different. Free thinkers and good manners. We are Freemasons.
