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As Escrituras são nossa fonte principal de conhecimento de Deus, da vida, de nós mesmos, enfim, de tudo. Mas com relação a nossa fé, ela é a ÚNICA fonte de autoridade.
De Constantino até hoje, sistemas religiosos do cristianismo têm, com poucas exceções, cedido às tentações que Cristo venceu no deserto; de modo que anunciam um evangelho baseado no milagre, no mistério e na autoridade, distanciando os homens da liberdade do Evangelho da Graça.
No BRASIL, verdade oficial é sempre aquela decidida de acordo com os interesses pessoais de cada autoridade que a decide !
Certas pessoas têm coisas que não merecem ter, mas têm. A maioria acha injusto isso, mas pelo meu ver, ter as coisas agora não é nada, mas tê-las para sempre é tudo.
Considero incompetência, a falta de bom senso e de planejamento, falta de responsabilidade administrativa, falta de coerência e visão futura, irresponsabilidade com seus colaboradores e principalmente falta de autoridade no cargo em que se ocupa, o carisma é algo natural, não é algo que se adquire, humildade não é sinônimo de pobreza é tratar seus semelhantes com igualdade e respeito, liderar não é ter poder, liderar é ter autoridade e ser copiado como exemplo, tal como um Pai é copiado pelo filho pelo exemplo de caráter que se dá, e não pelo poder da chibata que traz em suas mãos...
"Cada povo tem o governante que merece,
e cada governante nomeia a marionete que deseja".
Com o perdão da palavra politica é uma merda, serve seus próprios interesses, e nunca o bem comum da comunidade...
Liberdade não é escapar da autoridade, mas, sim, sob qual autoridade a vida será mais significativa, hoje e sempre.
"A autoridade não emana da opinião, mas do juízo. E o juízo é o recto colocar da consciência da Natureza. Deste modo, a autoridade emana da Natureza; o poder pertence a quem sabe."
Fala-se muito em nossa democracia do "direito de expressão". De que adianta esse direito se as autoridades que nos governam são surdas ou cegas? Serve apenas para grupos poderosos impor suas idéias aos mais fracos e fazer suas cabeças, para atingir seus propósitos. Isso é democracia?
"
***
"Os pensamentos
eram tantos,
que se aglomeraram pela floresta
dos seus pesadelos...
*
E em tom de autoridade
deu voz de prisão ao medo que se escondia
em seu coração,
que, camuflado em poesia,
dava vazão
a uma teimosia
que só uma mente doentia entendia."
***
A sede de poder das instituições é um rio que flui invariavelmente através de um leito de sangue inocente, derramado pelas mãos daqueles que se arrogam o direito de governar em nome da ordem e da autoridade.
O exercício do poder institucional é invariavelmente acompanhado pelo espectro do sangue inocente, derramado em nome da autoridade e da ordem.
Você é meu subordinado. Respeite a mim como a seus demais comandantes. Não questione minha autoridade e nos daremos bem.
Um indivíduo é infantil porque se libertou insuficientemente ou não se libertou do ambiente da infância, isto é, da adaptação aos pais, razão por que reage perante o mundo como uma criança perante os pais, sempre exigindo amor e recompensa afetiva imediata. Por outro lado, identificado com os pais devido à forte ligação aos mesmos, o individuo infantil comporta-se como o pai e como a mãe. Ele não é capaz de viver como ele mesmo e encontrar sua própria personalidade. (...) No que se refere à sua vida afetiva, ele ficou para trás, o que observamos com frequência em pessoas que, aparentemente poderosas, dominam a vida de seus semelhantes, mas permanecem infantis diante das exigências de seus sentimentos.
Por fim, deve acrescentar que o novo tipo penal de violência institucional previsto no artigo 15-A da Lei de Abuso de Autoridade traz diversas expressões próprias do chamado tipo penal aberto, aquilo que se convencionou a chamar-se em Ciência Jurídica de elemento normativo do tipo, exigindo a intervenção da escola da Exegese Jurídica para desvendar o real significado do texto, dando uma valoração axiológica, em face da forma polissêmica que se apresenta, como procedimentos desnecessários, repetitivos ou invasivos, que a leve a reviver, sem estrita necessidade, a situação de violência, ou outras situações potencialmente geradoras de sofrimento ou estigmatização.
No Brasil, é costumeiro que o eleitor ao presenciar a péssima gestão do atual governante sinta saudade do antecessor. Esquece-se, entretanto, de que também considerava a autoridade anterior uma grande lástima. Não seria inteligente vislumbrar alternativas?
Sugiro partir da noção de que não há tais fontes de conhecimento ideais e infalíveis, assim como não há governantes ideais e infalíveis, e da ideia de que todas as "fontes" de nosso conhecimento algumas vezes nos conduzem ao erro.
As pessoas aprenderam a respeitar demais certas autoridades e os ditos "especialistas" (ou seria temer?) mesmo em um mundo corrupto, negando que são pessoas com ambições como a qualquer outra e cabíveis de serem corrompidas, podendo não estarem de forma alguma preocupadas com o bem estar daquelas que acreditam cegamente nelas.
