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Artistas/Palhaços
De tudo esses artistas fazem um espetáculo, e as pessoas como boas seguidoras de palhaços correm atrás.
O Moacir Franco, contou uma vez uma piada sobre o Pelé, que fez o mesmo cair na gargalhada...
" Ele disse que quando o Pelé começou a namorar a sua primeira esposa, o pai dela chamou-a reservadamente e disparou: minha filha este homem é negro!
No que ela replicou; - Pai é o Pelé!
O velho olhou prá ele de novo, examinou e falou: - É, até que nem é tão preto...."
Pelé maravilhoso!
Ele disse que nunca foi alvo de preconceito.
E nunca foi mesmo, o mundo ama o Pelé.
Personalidade não tem cor!
Está se instalando uma guerra étnica descabida, desnecessária, perversa e muito bem alimentada pela mídia e por artistas que parecem não ter trabalho para apresentar, e ficam a expor crianças indefesas, futuros adultos infelizes.
Parem com isso ô!
Já tá ficando sem graça!
Haredita Angel
28.11.17
Bons tempos em que o significado da arte falava mais do que os rótulos'. Bons tempos em que a poesia inspirava mais do que as batidas. Antes haviam artistas que se vestiam com adereços e utilizavam a tecnologia como complemento para expor suas emoções e significados. Ultimamente a tecnologia projeta rótulos e adereços sem artistas.
Artista e pintor são coisas totalmente diferentes. Não se pode confundir arvore genealógica com porta ginecológica pois são coisas bem diferentes, também.
O verdadeiro "marchand de tableau " se destaca em muito do grande vendedor de quadros, pois o primeiro promove ações por amor a arte e a dignidade do artista, vivo ou morto, famoso ou anônimo mas o segundo só vende obras que lhe proporcionam grandes lucros.
A obra de arte de um maduro artista e o dialogo com os diversos sentidos do espectador é inerente, constitutivo e essencial a alma da própria criação. O artista sensível fala muito mais pela construção de indefinidas perguntas e reflexões atemporais e não dimensionais do que por respostas tolas que ele mesmo não reconhece ou tão pouco acredita.
Vivemos em uma triste época da cultura da criação com uma amarga cor, pouca luz e um calor minuano como o atrofiado movimento artificial de muitos pintores entre o não dialogar quase inaudível de poucos artistas e o nosso tempo.
O que mais caracteriza o verdadeiro artista visionário criativo dos aptos elementos executores de obras previsíveis e decorativas, são as constantes indelicadezas e ameaças proferidas pelos agiotas a sua pessoa, cobrando e infernizando suas vidas. pelas complicadas imprevisibilidades de venda para sanar suas dividas financeiras, sempre.
A abundancia e a rentabilidade financeira nas verdadeiras obras de arte dentro na historia da riqueza humana, está sempre mais ligada ao comerciante banqueiro apostador que ao próprio artista que foi o inventor e o executor.
A boa arte nada tem haver com o pano pintado e o arame contorcido. Mas os valores altos nada tem haver com a qualidade, são movimentos autônomos do mercado de arte, segue e acredita quem quer.
O crescimento da escassez de novos talentos nas artes plásticas brasileira deriva para uma releitura, uma nova critica e uma super valorização pelo mercado de alguns bons artistas que viveram quase esquecidos, anônimos e abandonados das mídias em um passado próximo. Com isto a revisão histórica nas artes no Brasil é uma pratica constante.
As feiras de arte pelo Brasil ainda são vitrines para os interesses meramente comerciais das galerias nacionais e estrangeiras, distantes da verdadeira cultura nacional, do desenvolvimento e oportunidades para o setor, dos trabalhos e projetos inclusivos e sustentáveis dos maiores profissionais do mercado e da maioria dos artistas.
Seguindo a Lei de Direitos Autorais no Brasil, somente os institutos ou escritórios e advogados especializados, poderiam fundar e administrarem os projetos. Jamais um herdeiro ou um grupo de herdeiros, unidos ou desunidos poderiam fazer a gestão do legado, deveriam ter um único representante legal que respondesse junto ao herdeiros pela obra seguindo a Lei em vigor. Com isto acabaria a farra dos herdeiros que desmontam por interesses meramente financeiros, toda obra, vida e trajetória de grandes artistas brasileiros.
Salvo algumas exceções mas geralmente o herdeiro de um grande legado artístico, é por si só um infeliz e um grande idiota.
Por mais que a criação como manifestação humana seja muito antiga e infinita. A expressão artística geral é uma coisa mas verdadeiramente uma obra de arte, é outra, totalmente diferente, independente de valores, técnicas e assinaturas.
As imagens invertidas nos livros de arte e publicações do gênero, ainda são muito comum, pela simples razão de que quem edita ou publica o faz por cromo e fotolito, sendo assim, muitas das vezes nunca viu a obra e tão pouco o artista.
Muitos bons artistas brasileiros, não tem o devido reconhecimento que merecem, sobretudo os pré modernistas dos séculos XVIII, XIX e inicio do XX. Vários freqüentaram grandes escolas européias e grupos, e se tivessem ficado por lá, hoje com suas pinturas estariam nos mercados internacionais e valeriam milhares de euros.
Cabe ao verdadeiro marchand buscar, promover, valorizar, resgatar novos e antigos artistas de qualidade que ficaram ou estão esquecidos pelo insólito mercado de arte. Longe disto, só ávidos comerciantes vendedores de quadros.
A arte popular e seus festejos são a base de nossa cultura brasileira, cabe a qualquer governo cultural, criar programas para registro, incentivo e a promoção nacional para novas gerações.
Na criação da arte, o artista por conceito deve compor sua produção observando a ética e a estética.
