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Para mim, as artes marciais nada mais são do que um meio para atingir um fim. E o fim é dissecar seu corpo.
(Hajime Hanafusa)

Feliz é aquele que com um hashi pega uma mosca.

Violência não é a única solução, você usa a violência, a arte marcial o kung fu ou seja lá qual nome você dá a isso... Mas você só pode agredir o corpo jamais mudará o coração do outro

Se você soubesse o quão incrível você é, o quão longe você pode chegar, você nunca ousaria se rebaixar e duvidar do seu potencial.

⁠O coração pode compor magistrais sinfonias, criar belíssimas artes e exalar puríssimos sentimentos quando está pleno. Devemos cultivar mais desses artistas de coração.

Os artistas são como imperadores da originalidade, reinando sobre um reino de singularidade e excelência. 

Eles desprezam o comum, encontrando prazer apenas na grandiosidade do diferente. 

Suas obras são monumentos à superioridade criativa, desafiando os padrões estabelecidos com uma arrogância sublime. 

Diante de suas criações, os mortais comuns se curvam em admiração, reconhecendo a supremacia dos artistas sobre a mediocridade.

⁠Quem não sabe fazer ARTES, deve valorizar os ARTISTAS.

O todo é mente.
O universo é mental.

Num território dominado pelo crime a abstração se torna perigosa,... por isso as artes escasseiam, e a produção do homem se torna bruta, sem o fino tecido do belo.

⁠O poeta é o mais descarado dos escritores: exibe seus sentimentos sem pudores.

⁠⁠Admiro profundamente a capacidade rara de transformar a parte apaixonante da vida em lindas obras de artes, nas suas diversas formas, cores e detalhes, extraindo o melhor que têm para oferecer, destacando a beleza da naturalidade, mais o ser do que o parecer, colocando a sua verdade, a sua percepção de uma maneira lúdica, realista, verdadeira, simples e intensa, alcançando resultados que encantam e inspiram, desmontando a viveza em cada traço, sons, tonalidades, versos ou cantos, trazendo bastante riqueza à expressividade, causando um efeito maravilhoso, adoçando muito ou pelo menos um pouco a realidade, então, tenho certeza de que é dom que provém da bondade e da sabedoria Divinas, as mesmas que permitem que eu dê vida as minhas poesias, sendo um poeta principiante, um tipo de artista que se utiliza das palavras e de algumas linhas, criando textos emocionantes que dispõem de uma certa melodia.

⁠A arte é a ⁠palavra contínua da liberdade.

A chegada da era moderna impulsionada pelas Revoluções Francesa e Industrial no séc. XIX, bem como a ascendência da vida urbana, mais rapidez nos deslocamentos e a mudança na quantificação do tempo para unidades métricas (uma forma de facilitar as relações comerciais, que antes se baseavam em trocas) trouxeram para os artistas um paradoxo que os acompanha até a contemporaneidade.
Até então as artes eram restritas em sua grande maioria ás obras religiosas e para nobreza, tratavam-se não de criações propriamente ditas, mas de atender pedidos dos seus clientes. Com a revolução burguesa, abriu- se um novo leque de potenciais compradores; agora quem pudesse pagar pelo trabalho artístico (basicamente burgueses e comerciantes) faziam a encomenda diretamente com os artistas.
Á cerne da questão está em, quem produzia arte agora é o que chamamos hoje de “freelancer”, à medida que não estavam mais exclusivamente atrelados aos antigos consumidores de seus trabalhos. Entretanto para vender-los precisavam agradar a clientela, temos o seguinte quadro: Artistas “livres” para produzir e vender para quem quer que seja (desde que tenha como lhe pagar), mas que precisam seguir parâmetros que o mercado e gosto popular indicam (geralmente bem inferior ao que os artistas consideram bons), a fim de se sustentarem financeiramente, uma tremenda contrariedade que circunda esses profissionais. Como trabalhar seu portfólio, sem perder a identidade que o levou a ser artista, que move suas inspirações e conseguir sustento econômico que lhe traga retorno satisfatório (vale lembrar que arquitetos, pintores, escultores etc, estudam consideravelmente para entregar um produto de alto nível).
Nesta linha tênue que todos os anos surgem novos profissionais da área de Artes Visuais e escritas cheios de energia e vontade de deixarem seus nomes eternizados no rol de memoráveis que o mundo já conheceu e acabam batendo de frente com um mercado que acaba cortando muitas assas e formatando-os na mesma fôrma, independentes do como chegaram até ali.
Contudo, o que por vezes faz com que surja um desses milhares que ande na contramão esta na possibilidade de “ascensão artística”, que faz com este se destaque dos demais e alcance “A luz no fim do túnel” para aqueles que não abrem mão da identidade artística que consiste em ultrapassar a barreira dos “reles mortal” dependentes de agradar os compradores e alcançarem o patamar de “lenda” que independente de outros fatores pode usar de toda sua inspiração para ficar marcado na história das artes, reverenciais como Oscar Niemeyer, Zara Hadid, Gaudí, Beethoven, Shakespeare chegaram a um nível que já não importava o conteúdo produzido, simplesmente por serem eles já é considerado marcante, claro que nas obras desses artistas, uma ou outra se fossem assinadas por algum recém formado não seria tão badaladas, a questão é independentemente da maneira que chegaram a este status, estão lá eternizados na memória e estudo da arte, com todo mérito que tem direito. Esta talvez seja a única saída para aqueles que não abrem mão de todo sentimento e identidade.
É inevitável viver essa contradição na vida de quem trabalha com arte, o que muda é a forma de encarar esta situação. Se adaptar ao mercado somente? Agarrar com todas as forças sua corrente artística até que o reconhecimento chegue (se chegar)? Tentar se equilibrar entre um e outro? A resposta está na mente de cada um dos que dia pós dia adentram no magnífico mundo das Artes.

Inserida por LucaSerafim

A criação de uma obra de arte por um consciente artista plastico e visual nacional deve seguir as regras de ser criteriosa, com boa qualidade e um verdadeiro sentido no convite visual a interlocução criativa em sua cultura e seu tempo. Pois não existe mercado de arte consumidor gigantesco no Brasil para tanta produção.

Inserida por RicardoBarradas

Não precisa saber muito! Sabe…
Só precisa gostar daquilo que faz.

Inserida por LucasCoelhu

A maioria dos museus brasileiros não encontram se fechados por hermetismos. Os museus, estão fechados por falta de verbas, por situações precárias de manutenção e conservação tanto dos acervos como das instalações. O que existe de fato são gestões abnegadas de bons profissionais geralmente mau remunerados, que vivem no improviso temendo diuturnamente o risco da perda de todo patrimônio artístico, cientifico, histórico e cultural brasileiro. Isto acontece pela falta de politicas publicas especificas via maquina publica, para o setor. Ocorre também pela falta criminosa de um justo, detalhado, correto, especifico e abrangente inventario documental e virtual dos acervos nacionais que inibiria a frequente subtração, extravio e perda do rico patrimônio material e imaterial que pertence a toda nação brasileira. A exemplo disto, como medida preventiva de curto prazo o governo federal deveria fazer a contratação e a colocação obrigatória de museólogos em todos portos, aeroportos, fronteiras espalhadas pelo território nacional pois ao que se refere desta matéria qualquer achismo e equivoco de um item erroneamente exportado pode causar um prejuízo cabal a cultura nacional, imensurável e irreparável. Tem patrimônio para as próximas gerações, só quem cuida.

Inserida por RicardoBarradas

O tempo nos ensina muitas coisas e a vida nos ensina muito mais. E uma das coisas que o tempo me ensinou é que cada coisa acontece na sua hora exata; nem antes e nem depois, no seu momento exato.

E a vida, sábia como ela é, ensinou-me que tudo acontece quando de fato tem que acontecer. Nem muito e nem menos, na medida certa; sem tirar nem pôr.

Pois Deus sabe, verdadeiramente, o que é melhor pra todos nós. Que Ele nos cuida e nos protege, nos livra e, sobretudo nos ama.

Então, o que passou foi um aprendizado. E tal qual um colecionador de grandes artes, coleciono os meus preciosos ensinamentos como um escudo ou como um talismã, algo que, de uma forma ou de outra, serviu para o meu engrandecimento espiritual, emocional e social.

Humanitariamente, sigo minha trajetória de vida feliz: respeitando o tempo e amando cada vez mais a vida.

Porque sei que o ontem só faz parte de minhas lembranças, de maneira a me conduzir pelo que eu devo ser ou não ser, ter ou não ter, querer ou não mais querer.

Logo, o tempo que faz parte de mim, eu tenho que, pelo menos, tentar fazer com que os dois - tempo e vida - se encaixem de modo sincronizado em direção as minhas aptidões, aos meus anseios e as minhas realizações.

E o que depender de mim, eles serão sincronicamente harmonizados.

Inserida por GilBuena

A AFBA Associação Fluminense de Belas Artes, hoje, acredita nas artes e na cultura como plataformas de construção para o ser cidadão cívico livre com uma educação integral.

Inserida por RicardoBarradas

Associação Fluminense de Belas Artes, a AFBA informa a internet que estes fanfarrões, muito medalhados, com fardões, não fazem parte da atual gestão da AFBA e não a representam em coisa alguma.

Inserida por RicardoBarradas

Nas artes plasticas e visuais existe na verdade uma boa Lei do Direito Autoral no Brasil mas com parâmetros e aplicabilidades distorcidas. Ora beneficia os herdeiros das obras sem um acompanhamento e distancia os autores do mercado. Os artistas desavisados postam suas obras pela internet sem conhecimento de licenças de conteúdo.O direito de sequencia com base em tratados arcaicos distante da contemporânea realidade.Em suma uma bela lei mas muito pouco eficiente.

Inserida por RicardoBarradas

A verdadeira obra de arte vai um pouco mais das belas formas e das bonitas cores, parece me ser tudo que edifica o nosso orgulho criativo de sermos humanos, capazes de irmos além e revigora nossa alma pela beleza da indescritível oportunidade de semearmos a vida com o melhor em uma só cultura universalista e planetária.

Inserida por RicardoBarradas

Triste e solitário é o artista que faz um monólogo na qual sua única platéia é ele mesmo e o palco é o seu ego.

Inserida por jeremias_fernandes

Querer não é suficiente, é preciso dedicação e uma vontade de aço

Inserida por daniel_junior_1

Música, em última instância, é antídoto às angústias, terapia às tensões, silêncio ao pensamento e voz às emoções.

Inserida por ioferreira

Prefiro estar ao lado de pessoas que fala as palavras erradas e agem de forma correta, do que estar ao lado de pessoas que fala as palavras certas e agem de forma errada

Inserida por daniel_junior_1