Tag amor
És a poesia ❤
Que tento escrever
Com as letras da alma
Tu estás no meu coração
Nas palavras tatuadas
De mim feitas para ti
Os opostos podem até ser
atraídos pela distinta aparência,
porém apenas almas semelhantes
serão capazes de
permanecerem entrelaçadas,
no amor e amizade!
O valor do " AMOR " ...
... Desde o princípio da criação o amor foi o maior " objeto de desejo " da maioria dos seres vivos.
Antes mesmo de Romeu e Julieta, o amor foi cobiçado, criou intrigas, desavenças e até mortes; tudo porque o sentido do amor assim como naquela época até os dias atuais, ainda continua sendo " confuso ou até mesmo confundido ".
O problema é que o " AMOR QUE DEUS SEMEOU " o homem não SOUBE INTERPRETAR; imaginando que este pode ser comprado, alugado, conquistado pela força, roubado, ou até mesmo estimulado por " efeitos ilusórios ".
A essência do amor não estão nas coisas, muito menos naquilo que você tem, ou que você julga ter o poder em adquirir.
Porém o " VERDADEIRO AMOR " está em VOCÊ e no OUTRO que ao mesmo tempo pode transmiti-lo de uma maneira natural e espontânea, onde cada qual jamais é medido, ou até mesmo cobrado, mas sim retribuído, e sentido de maneira recíproca, e da melhor maneira.
Amar alguém está muito além de ser algo tão fácil e simples, quando temos apenas as prioridades pessoais e não a prioridade em Deus, e em um amor coexistente.
Devemos ter muito amor próprio para também poder distribui-lo, e jamais praticar iniquidades das quais acharia normal ou insignificante; pois se negligencia a sua verdadeira existência, e se faz soberbo a todos os princípios dos quais não o levarão ao tão desejado efeito " convicção do sentimento ".
O verdadeiro sentido do qual as pessoas tem se desviado do " AMOR ", do qual cito sobre aspectos difíceis de de conquistar, nada mais é que um engano próprio, e está na autosuficiência de uma ou ambas as partes.
Amor verdadeiro vai muito além do que desejamos, ou sentimos, quando deixamos de seguir princípios básicos como um dos mandamentos das escrituras sagradas:
MATEUS; 22;
36 Mestre, qual é o grande mandamento na lei?
37 Respondeu-lhe Jesus: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento.
38 Este é o grande e primeiro mandamento.
39 E o segundo, semelhante a este, é: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.
Como vimos, a plenitude do verdadeiro amor, se concentra em estar focado no seu valor, e na sua importância, e caso não o fizer, este não terá tanto valor, e nem mesmo prioridades para que ele seja alimentado, provando assim que ele não tem lá suas prioridades, e que pode sempre ficar para depois.
Creio que tudo tem seu tempo, mas Deus só dará aos homens aquilo que eles próprios valorizarem e não negligenciaram; sendo que cada qual deverá se mover para que as coisas fluam.
Importante entender que nada cai do céu, mas muitos sinais lhes serão dados, e além de tudo saber que " jamais encontrará óleo lubrificante automotivo em farmácias".
Será que Deus, permitiria que o status, poder, e conquistas do homem pudessem comprar um dos seus maiores bens? Também digo que todo prazer carnal jamais será pleno ou superior à aquilo que Deus nos deixou.
Mesmo que não seja um amor vindo dele, mas sim de uma pessoa;... por quanto tempo isso poderia durar?
Até quando as pessoas irão se iludir com seu próprio ego?... até quando as pessoas irão se " iludir em comprar " aquilo que Deus não permite que tenha um preço?
Como comprá-lo?
Como supera-lo ou satisfaze-lo " ?
Com apenas os toques de pele e enganosos prazeres que o mundo nos defronta?
Você pode andar pelo mundo inteiro, " ter quase tudo "; preencher ele com com coisas que possa distrai-lo, lugares, ostentações, pessoas, prazeres, experiências alucinógenas, ou quaisquer que seja a opção, tudo sempre retornará a sua origem, como girar em um carrocel percebendo que está passando várias vezes ao mesmo lugar nas mesmas condições.
O sensato e coerente concluirá que:
" AMOR NÃO ESTÁ NAS COISAS;... E SIM NAS PESSOAS QUE ENCONTRARAM O SEU VERDADEIRO SENTIDO" .
" O AMOR ESTÁ EM VOCÊ, OU NAQUILO QUE ALMEJAS SER DENTRO DAQUILO QUE A PROPRI VIDA COM SUAS VOLTAS O ENSINA" .
.
PARA O AMOR, NÃO HA MEIO TERMO;
OU SE APRENDE A AMAR E SE AMA;
E APRENDE SENTI-LO E RETRIBUI-LO;
OU ANDAS VAGANDO A BUSCA DE PREENCHER COM OUTRAS COISAS A " LACUNA " QUE NESTA VIDA FAZ O MAIOR SENTIDO...
.
OBRIGADO MEU SENHOR...
Ontem sofri com uma pedra que pedia socorro pelo bater das ondas na praia e não consegui sentir nenhuma sensibilidade em você. Não, você não é de pedra!
Ser mãe é temer, sem nem ao menos saber se vai acontecer. É amar, sempre sabendo que vai continuar amando. É ter a certeza que tu e teu filho são o verdadeiro pra sempre.
Doer o peito ao lembrar e relembrar o passado, pode significar que no presente não está plantando-se o necessário para o futuro. Há a possibilidade de colher os bons frutos que no passado foram plantados, largar os que estão podres e seguir em frente. Possível é, ainda, comendo-se os frutos colhidos, retirar as sementes para plantá-las agora, já. Sempre há alternativas. Sempre há opções. Contudo, sempre há exceções, nestes casos, é necessário esforçar-se para tornar o caminho a se seguir o quanto melhor.
Hoje, eu penso apenas em desistir. Desistir do que há em você que me faz te querer. Desistir de te querer, e de querer que me queira. Hoje eu não consigo parar de pensar em abandonar o que nós temos, para tentar achar a felicidade em outros portos. Contudo, eu simplesmente não posso. "O coração não obedece a razão" e eu acabo cedendo a tentação de te amar. E, te amando eu navego justamente na direção oposta.
Olhando para trás, vejo o quão conturbada foi minha caminhada. Considerando tamanhas dificuldades enfrentadas, agora sei que posso. Tiro proveito do passado e sigo em frente.
Mas, na verdade, não sinto falta de você. Não sinto falta de ter você ao meu lado. Sinto falta de quando tinha a sua presença e você me tinha como prioridade.
E lá estava eu, enrolado nos afazeres do dia-a-dia, entregando-me às promessas dos deuses que guardam os segredos do amanhã, deixando que os dias passem por mim sem que eu passe por eles, adorava a automaticidade a que havia chegado, tornava as coisas bem mais tênues e livres de complicações.
Afinal não existia nada de tão inovador em minha vida que me propusesse qualquer perspectiva diferente, mas pensava em muitas, e quase o tempo todo, embora nunca tivesse iniciativa para me propor jornadas tão ao horizonte líquido de possibilidades do desconhecido.
Isso é sempre algo que requer insensatez, intrepidez, para não dizer estupidez. Coisas que não habitam em mim há sabe-se quanto tempo, costumo me convencer de que sou naturalmente inclinado à condutas que traçam linhas retas, sem desvios; retas ao que me prescrevo como razoável.
Mas este não é o ponto a que quero chegar.
Aconteceu que, de repente, algo começou a me incomodar o pescoço, como se alguma coisa tivesse me picado, passei a mão e me comprometi a olhar no espelho, quando chegasse em casa, tornando-me novamente aos afazeres mecânicos do que a sociedade chama de profissão.
Com certeza a dor é algo que incomoda, assim como o caos à ordem. Quando sentimos dor, o incômodo acaba com a nossa concentração e transforma a si mesmo no palco para onde vertemos os holofotes da nossa atenção.
Eu não estava acostumado à incômodos, sempre tinha tudo em ordem, estava completamente habituado ao ritmo sólido e constante com que as coisas vibravam. Mas, hoje, mal podia fazer atividades medíocres, que vinha fazendo há anos à fio.
É bem verdade que essa rotina me transformou em alguém de pouco humor, sempre mordaz com as pessoas, dono de um ceticismo intragável, às vezes, nem mesmo eu suportava conviver comigo mesmo, mas o tinha de ser, se pode fugir de tudo na vida exceto de si mesmo. Esta é uma responsabilidade de natureza perene, que cada um tem para consigo mesmo, a de arcar com aquilo que fizeste de si: ‘criaste-te, agora, suporta-te’ — pensei.
Entretanto, não posso negar, situei-me por tanto tempo fora do espaço comum, que habituei-me a minha individualidade, meu espaço sem estrangeiros, com seus sotaques de ideias, suas religiões de valores, havia muito tempo que não me metia em conflitos, era só eu e eu mesmo.
Chegando em casa, fui logo ao quarto e me dispus a olhar-me no espelho, ali, bem no sítio em que me doía insuportavelmente. Para minha surpresa, não havia nada. Exatamente, nada. Nem mesmo um único vergão, marca, bolha ou ferida. Mas doía como se o incômodo viesse da picada de um escorpião. Dizem que é uma das peçonhas mais doloridas e incômodas. Nunca fui picado, li em algum lugar. Diferente de nada, nada não podia doer tanto.
Era violenta e invasiva, a dor. Não parava de latejar, sentia-a pulsar pelo meu corpo todo, mas se concentrava ali, no pescoço. Malditos calafrios.
Todo este arrebatamento, talvez se devesse a isto estar tirando-me do comum. Deveria ter passado no supermercado depois das vinte horas, que é quando paro no trabalho, e ter comprado algo para entreter meu estômago. Isso, entreter e não alimentar, pois é isso que acontece nas sextas à noite. Mas com toda essa situação me afligindo, mal lembro se desliguei a luz quando saí.
Só consigo pensar nisso, em resolver este incômodo, que parece estar tomando o controle da minha vida. E inimaginavelmente, como pode fazer sofrer tanto algo que começou há menos de doze horas.
Reclamei tanto comigo mesmo, fiz a dor acima de todos os meus sentidos.
O que mais me incomodava talvez fosse a confissão que devia a mim mesmo. E o diabo sabe como machucar. Azucrina com o que de mais importante guardamos no fundo do obscuro baú execrável de nossas almas, mas não podemos mentir a nós mesmos eternamente. Uma hora a verdade nos consome, e o que fazíamos oculto aparece. É como mágica, fingir bem é a chave. Fingir tão bem ao ponto de que todos acreditem. E a mágica só tem poder quando nós mesmos acreditamos nela. É assim que o truque funciona.
No fundo, eu sabia de uma coisa, que quis esconder de mim mesmo, o motivo real da minha falta de controle sobre a situação, com todos esses rodeios mentais. Algo que era comum, ao menos para mim. Rodeios mentais.
Sempre tento argumentar comigo mesmo, como se existissem dois lados em disputa, um dizendo algo e o outro tentando impor suas ideias, seus anseios, em via contrária.
A dor no pescoço, todo este incômodo, esta agonia, sinto-me tirado de mim mesmo, para fora, para longe do confortável buraco onde havia me enfiado desde a pré-história da minha vida, para o horizonte líquido e detestável de possibilidades, como eu o via, mas devo admitir, que ainda sinto os lábios dela marcarem suavemente um beijo de despedida no meu pescoço.
Cuidado, talvez sua opinião apenas esteja explodindo o superficial do mais profundo sentimento preso no seu querer.
Acredite num final, seja feliz ele ou não, apenas almeje algo concreto
Sabe aquele percurso que parece não ter fim…quando até o cansaço se satura
Do “Desistir” tire o “D” e coloque “R” do retroceder que ficará Resistir
Estique o braço e abrace…porque o amor fortalece o espirito e saberá prosperar
Cré que no fim está o recomeço
O amar…só será amado se saber que vale a pena amar.
Naqueles olhos tem um mistério
um vazio, sonhos, medos, ternura, desejos, eu vi um mundo naqueles olhos, eu me vi naqueles olhos ...
Até quando?
Até quando as pessoas vão se sujeitar ao pouco amor?
Até quando as pessoas vão valorizar de menos desvalorizar de mais?
Até quando vamos ser metade pra outra pessoa ao invés de sermos inteiros?
Até quando temos que ceder invés de sermos nos mesmos?
😔
Quando a gente tem autoestima, quer espalhar amor pra todo mundo e perdoa fácil também. Nada facilmente te afeta por conta do excesso de paz interior, além de ainda fazer questão de colocar a pessoa no lugar dela da forma mais amorosa possivel. Sem sequer insultá-la ou fazê-la se sentir mal de qualquer forma. Você percebeu que nada disso realmente é necessário, pois você tem elegância de sobra. Sabe se colocar nessas situações da forma mais iluminada, até mesmo com aqueles mais rancorosos. Esse é o seu lema agora: Devolver tudo com muita positividade. Assim, não é nem mesmo pra atingir os 'haters', porque nada que esse pessoal lhe diga te importa mais pois agora você tem autoconfiança. E por ter autoconfiança, absolutamente nada de fora pode controlar sua vida. É uma nova vida. O céu que costumava ser mais acinzentado e nublado, passa a ser um azul bem claro e aberto. Você já não está mais no mesmo lugar onde costumava estar, e isso é fantástico pois agora percebe que tem toda a força de que precisa pra tornar seus sonhos realidade. Conseguiu chegar onde chegou pelos seus esforços e agora quer passar todo seu aprendizado ao mundo pra que isso seja possível com outras pessoas também. Desfazendo suas inseguranças e seus medos garantiu a felicidade que sempre quis ter. Agora quer compartilhá-la com todos ao seu redor o quanto puder. O riso agora é fácil e você atingiu um nível de inteligência e raciocínio provavelmente jamais atingidos antes. Você está agora numa fase de grandes descobertas de si mesma, onde a vida é leve e acolhedora. Aonde aprender é um grande e irresistível prazer. Cuidar de si próprio é sua grande prioridade, tudo pra manter sua essência o mais presente possível e simplesmente por gostar de se cuidar. Tá tudo no lugar onde deveria estar, e a felicidade é tão grande a ponto de nem caber no peito. Você se emociona por se ver tão feliz pois agora está em um bom lugar. Escapou da prisão.
Não estranhe minha capacidade de renovação e inovação, sinceramente não gosto de comparações, prefiro o diferente, autêntico.
Não estranhe se eu te dizer adeus, quando ontem disse te amo, antes de ti, sou por mim.
Não estranhe a minha tamanha vontade de viver, acho que esse é o único propósito da vida, viver, eu tenho sede, eu tenho gula, eu amo a vida.
