Tag amor
Um dia - para todos nós - o dinheiro se multiplica etc.; o amor nos encontra; a felicidade enfim chega... Mas se não houver sabedoria nem cuidados, o dinheiro muda de mãos; o amor se faz passageiro; e a felicidade se transmuta em apenas saudade.
Sempre devemos valorizar o que temos, o amor e principalmente a vida, pois tem muita gente batalhando por ela.
Você também envelheceu,
Mas ainda continua aquela
Menina de sempre,
Ora comedida,
Ora inconsequente.
Ora
sabida,
Ora inocente.
Aquela menina que dizia me amar,
Sentada em um monte de sonhos,
Quando brincava de ninar.
simbiótica da poesia
arquipoética
a
arte
da vida
faz parte,
arteiro poeta,
a musa arquiteta,
maestrina dest’arte.
é arte que atura a forma,
o espaço, é o astro agora,
astrolábio a guiá-la ao norte.
a musa abusa da música
entoando a temática
pela matemática
na simbiótica
da rota.
nota.
fá.
do pensamento ao lábio onomástico do poeta,
destarte, a arte concreta do arcabouço tônico
na mão do arquiteto biônico na arte histriônica.
faz bem aos olhos e ao coração arquitetônico
humano qual regala o bom humor estrangeiro,
brasileiro-nipônico, carioca-paulista de brasília
ou de qualquer ilha, que maravilha de parnaso
a dar aso à asa do voador poeta-trovador, vaso
de flor de odorífico amor, às vezes atleta jônico.
às vezes desmedido atônito, menestrel, rei irônico.
o tudo, o nada, o prédio, o tédio, a alegria, a calçada
desregrada e regada, bem aguada, desperdiçada no tédio
do majestático prédio estático, extasiado altaneiro, compacto
brasileiro. arte que edita o seu valor hermafrodita e cosmopolita.
licença poética, social,
apoplética, especial.
cada arte com seu
menestrel
no intervalo
ao tropel cavalo.
bom senso do civil engenheiro
fiel companheiro de cálculo
preciso, quiçá, sem cálculo
no órgão renal, ao som do
órgão pascal, eclesial do
bem e do mal, o poema
entrelaça o todo da vida,
janela, lajota, vil janota
de dar nota na alegria
do tom maravilha, filhos
da musa, poética-poesia
denota qualquer bel heresia.
arte concreta, poesia herética,
fantasia frenética, fala eclética,
de cana, feijão cozido ao pimentão,
de cana libertina, liberdade assassina,
de velha jovem cega, menina, rico nobre,
de trabalhador honesto e pobre,
de jóia, de josé descalço, de joão,
se arquiteta o teto de toda criação,
movimentando-se pelo chão batido
sob asfalto no alto de seu sobressalto.
às vezes ao falso cadarço ao cadafalso.
o político, ladrão, traficante, nação pobre
nação que sobeja sobre velhaco ataúde
que ilude a nação mais nobre, porém,
atrás sempre vem o “big bang”
depois do velho trem.
assim se cria o planeta perneta
da costela de eva e doutras
tretas verdes e amarelas
repletas de sequelas.
adão já era
nesta era.
jbcampos
" Vá minha luz
rume para o alto
mesmo que eu possa apenas te olhar
brilhe
nasceste estrela
tudo que quero é te ver brilhar...
...leve como o respirar,
este sentimento se instala,
cria forma, me abala
e continua sólido,
como as rochas mais antigas...
Partida ao meio,
com marcas em desalinho
de um sonho rastejado,
tantas vezes desejado...
mas que acabou sozinho
sem um não nem sim,
completamente ignorado...
Nesta noite de inverno,
ouço a chuva insistente
que ora grita chora sente
a dor maior do meu amor...
Que seja eterno este sentimento
aberto, inteiro, verdadeiro e único.
Que sejamos, tu e eu, felizes
na cumplicidade de um amor sem limites...
Sua, luz
Quão bela se faz a luz que te toca,
um brilho radiante, mas não como antes,
fótons mais intensos, apaixonantes,
quem será então, aquele que mais provoca?
Tal lampejo não é nenhuma fofoca,
ainda menos, histórias de viajantes,
não aprecio apenas sermos amantes,
em que muro então, o caminho se choca?
Tamanho resplendor me tornou cego,
um incerto, tomado pela ilusão,
mas sem mágoa, já faz parte de meu ego.
No fim, mesmo que seja tudo ficção,
simplesmente à ninguém devo e não nego,
pois onde quero estar, é em seu coração.
Dá-nos compaixão, Pai,
neste momento de dor.
Que os homens de bem
reconstruam suas vidas
e que a solidariedade
seja um elo de amor
aproximando a humanidade...
Dar-te-ei minha poesia
Como um gesto de amor
Tu que preenches minha alma escura e fria
Com tua luz e teu calor
TEU CHEIRO
Teu cheiro está no meu carro,
Não deixando-me te esquecer.
Teu beijo com gosto de cigarro,
Impregnou-se em meu ser.
Carícias e toques apaixonados,
Nossos corpos exalando paixão.
Nos amamos com vidros fechados,
Inebriados de prazer e excitação.
Amor é tudo o que ofereço,
Dou meu coração, pago o preço,
Em nome desse louco romance.
Eu te amei suavemente,
Te agasalhei em mim, docemente,
Sob estrelas de várias nuances.
TE AMO À DISTÂNCIA
Te amo de longe, à distância,
Sem que você possas saber.
Tenho em mim, amor em abundância,
Mas sei, que não posso te ter.
Mesmo que tu não me conheça,
Me alegra a tua doce existência.
Talvez, tua atenção eu não mereça,
Por não me declarar, manter a relutância.
Te amo assim mesmo, sem te ferir.
Quem sabe um dia, possas me sentir.
E ver quão grande é meu sentimento.
Seguirei te amando, com esperança,
Coração apaixonado, de amar não cansa.
Quem sabe, de meu amor tome conhecimento
