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Todas as vezes que você exige algo de alguém, colocando-o sob o constrangimento de dizer não, você está praticando um abuso.
Exigir algo de alguém não é necessariamente um abuso. No entanto, quando a exigência é feita de forma a colocar a pessoa em uma situação constrangedora caso ela diga não, isso pode ser considerado uma forma de abuso emocional. Isso ocorre porque a pessoa se sente pressionada a ceder à exigência, mesmo que não queira, por medo de ser julgada, rejeitada ou sofrer outras consequências negativas.
Importante:
É importante ressaltar que este é apenas um exemplo. Existem muitas outras situações que podem ser consideradas abuso emocional, dependendo do contexto e da relação entre as pessoas envolvidas.
Pra tocar numa mulher,
Só com autorização.
Simpatia ou sorriso
Não é uma permissão.
O assédio é atitude
Dotada de ilicitude,
Passível de punição.
Folgado, dizem, é chegar por último e sentar na janela. Mas esperto mesmo é ter chegado primeiro sem nunca ter sequer limpado a vidraça e usar o mundo pra lhe garantir o lugar nela, pois os que chegam depois irão concluir que também podem desejar o lugar mesmo que nunca tenham tido nas mãos uma flanela.
E ele disse ´´venha até mim``
E como se era de espera ela foi.
Ao chegar percebeu amor
Ao sair sentiu dor
Ao voltar teve medo
E ao tentar sair de novo, não conseguia mais.
Mais vale um homem velho que te ame, cuide, ensine e leve até Deus, do que um novo que só te use, abuse, beba, ria a toa e te faça sofrer...
Da série: O início da fase de regeneração Planetária
Ao longo dos tempos toda cultura vai vivendo e vai se repensando. Quando chegamos ao ponto em que nos encontramos, onde a Humanidade está sendo ameaçada pelos próprios dirigentes, precisamos parar e refletir. Somos constantemente ameaçados através da opressão, da ameaça nuclear, da destruição da Mãe Terra, da alimentação tóxica, da poluição de todas as formas, da indústria que cria doenças físicas e emocionais. Dos pensamentos que emanamos ao que libertamos no meio ambiente. Quando chegamos nesse ponto o que devemos fazer? De nada adianta clamarmos por ajuda do Espaço. Dezenas de outras civilizações já foram aniquiladas por não se alinharem ao caminho do Grande Espírito. A história tende a se repetir. Não se pode mais construir a Paz com a Guerra. Precisamos de atitudes positivas no Planeta Terra. Precisamos da mudança de paradigmas. Precisamos evoluir. Precisamos nos unir. Basta. Do primeiro minuto que iniciamos a escrever esse pensamento até agora, pelo menos duas mulheres já foram violentadas. Estamos cansados desse delírio histórico milenar. Pelo respeito em todas as relações. #intervençãoalienígena
Um dependente emocional pode manter um relacionamento, a nível mental, ainda ele tenha acabado.
Normalmente, o dependente é uma pessoa com baixa auto estima que teve sua identidade roubada, uma vez que abriu mão de si mesma, para viver a vida de uma outra pessoa.
Este auto abandono, a fez projetar no outro a responsabilidade pelo seu bem estar e felicidade e, mesmo mediante o abuso ( traição, falta de respeito, agressão, controle e manipulação), não consegue se desvencilhar, alimentando falsas esperanças e ilusões.
A pessoa que é dependente emocional, passa a minimizar em sua mente os acontecimentos que lhe trouxeram dor, e a super valorizar os raros momentos de felicidade. Em sua mente, ela vive um jogo de auto manipulação, querendo se agarrar em qualquer falsa esperança, por medo da mudança e por medo do enfrentamento da dor.
Estas pessoas alimentam esperança de um reencontro, ou de mudança na outra pessoa e, desta forma, sabotam o processo de cura da ferida.
Se o seu relacionamento de abuso acabou, seja forte o bastante para permanecer firme na decisão de seguir adiante. Seja honesta e verdadeira com si mesma, pois quanto mais cedo você fizer isso, menos vai sofrer.
Sim vai doer, mas se você entregar à Jesus, Ele vai te curar.
Danny Moraes
Quando você não busca se autoconhecer, sua vida começa a ser parte da ideia de outra pessoa ou instituição.
Tem pessoas que ajudam as outras, não porque simplesmente as amam (ou como uma forma de agradecimento pela ajuda que receberam antes); mas sim, para sentirem-se acima e senhores(as) delas, manipulando-as e tornando-as escravas dessa ajuda que faz com que os ajudados não tenham mais opinião, vontade e vida própria.
Fazem com uma mão e depois cobram em dobro com a outra. Jogam na cara, humilham e maltratam na primeira oportunidade que surge.
Isso é tão comum acontecer!
Já vi isso de mãe pra filha, de filho pra pai, entre irmãos, cônjuges, amigos e até entre patrão e funcionário... Seja por dinheiro ou condição hierárquica, muitas vezes a caridade é uma bola de ferro acorrentada nos pés do necessitado.
O dinheiro (e o falso poder que vem com ele) é o grande mal deste mundo. É o maior destruidor de almas e relações humanas.
Pessoas apegadas ao dinheiro muitas vezes "nem se dão conta" desta idolatria e dos abusos que cometem. Se acham no pleno direito de fazerem o que bem quiserem, quando, como e com quem quiserem. Não enxergam e muito menos assumem seus erros, porque a arrogância e o orgulho os transformam em semi-deuses e os impedem de olharem para si mesmos como seres corruptíveis e passíveis de falhas. Estão acostumados em COMPRAR a admiração, o respeito, o silêncio e a reação de mentes fracas e escravizadas.
E é tão comum os abusados se tornarem o espelho de seus abusadores, refletindo e repassando a terceiros os abusos que sofrem.
Este é o grande perigo em confiarmos em outro ser humano, qualquer que seja, e nos entregarmos cegamente a uma fidelidade que ultrapasse os limites da moral e dos valores éticos.
E nesse ciclo vicioso, a humanidade vai se destruindo e destruindo tudo a sua frente, por ganância, poder e vaidade.
Somente o ser humano destrói o ser humano.
Trabalhar no governo honestamente, é meio caminho para enfrentar o abuso de poder, pela demissão arranjada injustamente.
Vivemos uma época torpe, onde cobrar o correto é abuso, exigir disciplina é afronta, impor obediência a regras é ofensa, e recusar o baixo nível é insulto. É a geração hipersensível cheia de não-me-toques, que miseravelmente acredita que a vida seja fácil e simples como curtir uma foto na rede social. Os que conseguirem sair desse mar de ilusões e entenderem que só a persistência, disciplina, retidão e devoção aos métodos é capaz de levar o ser ao ápice, alcançarão as verdadeiras e consubstanciais realizações.
IGNORAR ALGUÉM É BULLYING
Ignorar alguém é a pior forma de abuso emocional a que se pode submeter uma pessoa. É um ato de bullying covarde, pois é uma forma de agredir sem assumir o próprio ato de agressão.
A pessoa que pratica bullying se ocupa em fazer com que o outro se sinta insignificante e desrespeitado como ser humano, geralmente projetando com crueldade no outro o próprio sentimento de insignificância, mascarado por uma ilusão de poder.
Se alguém a quem você nunca direcionou ações maldosas ignora você, o problema não é você, acredite.
E a vida sempre vai se encarregar de deixar isso claro. A maldade, a irresponsabilidade e a indiferença são algumas das coisas mais certas de seguirem a lei básica da física: se jogar para cima, cai de volta na testa de quem jogou.
(Anônimo)
Antídoto Anti Abuso Emocional: Jamais banalize situações que lhe são incomodas. Se esbarrar em algo que cause o menor ruído emocional alertando que o desrespeito está no ar, mesmo que velado, a ordem de comando é mudar de postura e de atitude frente ao que se vê, ouve ou percebe. Mesmo que seja um mínimo de conversa que soe com tom de desrespeito, o sinal vermelho imediatamente deve ser acionado. Coloque limites sérios e, sob hipótese alguma, jamais buscar aceitação por esses tipos.Quanto mais despertos, melhor!
Silvia Malamud
Jamais banalize situações que te incomodam. Você corre o risco de perder a noção concreta de que está sendo abusado. Portanto, se esbarrou em algo que lhe incomodou, freie de imediato porque ao ultrapassar muito a sua linha vermelha, invariavelmente a sua percepção começará a ficar distorcida e esse fator é um dos palcos onde os maiores e piores abusos acontecem.
Silvia Malamud
Instagram:@silmalamud
A pior coisa que pode acontecer entre impasses e guerras da Direita e da Esquerda é brincar com a ignorância de um povo mais humilde e induzi-los a um erro. O erro de não pensar por si mesmo.
Quando o afã de punir entra na esfera da arbitrariedade, o que seria justo e legal passa a ser injusto e ilegal. Por mais nobre que seja a intenção, o desequilíbrio na ação deslegitima o ato, fortalecendo a cifra do descrédito nas instituições a quem foi outorgada a missão de agir em prol do interesse comum. Quando o representante da coletividade externa interesse no conflito, sinaliza o retrocesso ao ciclo da “vingança pública”.
