Surpresas
A Vida e Suas Surpresas”
A vida é, por natureza, surpreendente. Às vezes, ela nos golpeia de forma tão inesperada que nos deixa em silêncio, perplexos… Há momentos em que tudo desmorona, e nos vemos lançados num abismo tão profundo, que até o eco dos nossos próprios gritos parece se perder no vazio.
Você grita por socorro, luta com o pouco que ainda resta de força, tenta alcançar o topo… mas não consegue. A esperança se apaga, o corpo se rende, a alma se cala. Você apenas… existe.
E então, de repente, alguém aparece. O coração, ainda machucado, se enche de esperança. “Será que agora alguém vai me salvar?” — você pensa. A pessoa joga uma corda. Você se agarra com toda a força, a ponto de ferir as mãos, cega pela vontade de ser resgatada. A subida começa. E junto com ela, uma emoção silenciosa brota lá do fundo, como um sopro de vida. Você começa a acreditar.
Mas, quando está a poucos passos da saída, esperando aquela mão final para te puxar… ela te solta. Sem piedade. Sem explicação. E você despenca de volta pro fundo. E dessa vez, algo muda. Algo dentro de você esfria. Seu coração se fecha. A dor vira armadura. E você passa a desacreditar das pessoas.
Você se pergunta: “O que fiz de errado? Por que me feriram tanto, se eu só queria ser amada?”
A escuridão vira sua companhia. O tempo passa. Você ouve barulhos, mas já não espera que algo bom aconteça. A dor endureceu sua fé. Talvez seja o vento. Um animal. Ou nada. Os dias viram meses. Talvez anos. Você se acostuma a viver no escuro.
E então, um dia, você desperta. Os olhos ainda cansados enxergam algo diferente: uma rampa… um caminho para fora do buraco. Mas você não acredita. Tenta se mover, mas o corpo não obedece. Já sem forças, apenas espera o fim.
E então, uma sombra se aproxima. O medo surge de novo. Você não quer ver mais ninguém. Não acredita mais em mãos estendidas. Grita para que se afastem. Diz que não precisa, que não quer, que não confia.
Mas essa pessoa não reage com dureza. Apenas para. Suas mãos estão cobertas de barro. E mesmo assim, há uma serenidade no gesto. Sem insistir, ela se afasta e sobe a rampa. Você não entende. Qual era a intenção?
Outras pessoas aparecem. Algumas te ignoram. Outras te ferem com palavras e julgamentos. Mas ajuda verdadeira? Nenhuma. Até que alguém diferente se aproxima. Limpo, calmo, com mãos tão suaves que quase brilham. Mais uma vez, você grita. Rejeita. Mas essa pessoa não recua. Apenas se aproxima, em silêncio.
Ela te olha com ternura. Sem dizer muito, apenas te estende as mãos. Você tenta caminhar, mas não consegue. E então, sem dizer uma palavra, essa pessoa te acolhe nos braços e começa a subir contigo.
No meio do silêncio, ela diz algo que te toca profundamente:
— “Eu estive aqui o tempo todo. Tentei te ajudar. Mas você, assustada, não quis ser resgatada.”
Você então se lembra… daquela outra presença. Daquelas mãos sujas de barro. E pergunta:
— “Era você aquele que veio antes? Aquele que fez tanto barulho por tanto tempo?”
A pessoa sorri com suavidade, mostra as mãos ainda marcadas, e responde:
— “Sim, era eu. Durante todo esse tempo. Fiz barulho, espantei os perigos, cavei com as próprias mãos essa rampa. Não joguei corda porque sabia que você não estava pronta… ela poderia se enrolar no seu pescoço e te ferir ainda mais. Preferi cavar, pouco a pouco. Porque você vale esse esforço. Você merece.”
E então, você entende.
Nem todos que têm as mãos sujas são ruins. Às vezes, estão sujas por cavar caminhos para te salvar. Nem toda corda lançada é para resgatar. Algumas servem só para manipular, prender, machucar.
A vida nem sempre será justa, e nem todos estarão ao seu lado por amor. Mas um dia, alguém vai aparecer e fazer o possível — e até o impossível — para te tirar do buraco. Em silêncio, com paciência, com amor verdadeiro.
E esse alguém vai te carregar no colo, quando você não puder andar. Vai cuidar de você. E te mostrar, pouco a pouco, que ainda existe confiança, que ainda existe esperança.
Vai chegar a hora de você acreditar de novo. E, principalmente, vai chegar a sua vez de ser imensamente feliz.
Porque você merece. Merece mais do que pensa
Cada dia é uma nova chave que abrirá as portas de surpresas a acrescentar novas experiências no nosso currículo chamado vida.
Descer o olhar nas surpresas contidas na rede de frases de um poema: é subir raciocínios para a mente assim malhamos o pensamento...
Em dias de rotina, a vida se afunda,
Na mesmice constante, ela se acomoda.
Mas surpresas, ó, como são queridas,
Quebram a monotonia, trazem cores à vida.
A estagnação se afasta, o tédio se desfaz,
Quando o inesperado nos faz sua paz.
Em desafios novos, encontramos a força,
Para crescer, aprender, sem perder a nossa bossa.
A diversidade é a chave, a imprevisibilidade,
Nos guiam pelo caminho da nossa habilidade.
Cada dia é único, cheio de oportunidade,
Para descobrir paixões e mostrar nossa verdade.
Laços se tecem, vínculos se formam,
Nesse turbilhão de vida, onde nada é uniforme.
Somos resilientes, adaptáveis, no balanço desse mar,
Apreciando cada instante, sabendo aproveitar.
A estabilidade é boa, tem seu lugar,
Mas é na diversidade que podemos brilhar.
Então celebremos a vida, com sua dança sem igual,
Cada dia trazendo um novo e belo vendaval.
Por trás de todas as portas, há passagens secretas. Há histórias para contar. Há surpresas inesperadas. Há o inesperado de malas prontas, ou para partir ou para chegar. Quando chega, chega alertadamente. Mas, quando parte, não deixa nenhum vestígio. O inesperado tem dessas coisas. Quando percebemos, ele já aconteceu. Assim, é a vida e as suas passagens. Todas com os seus segredos, os seus mistérios e as suas loucuras.
MEU MUNDO
Meu mundo é cheio de cores, intensidades e surpresas boas.
Muitas vezes nele tem tormentas,
Noutras a primavera se faz presente.
Dentro dele cabem sonhos,
Realizáveis ou não.
Às vezes as estações me surpreendem,
Noutras eu as surpreendo.
E AGORA??
O tempo nos apronta surpresas a todo instante, muitas vezes chegamos cedo demais, outras tantas chegamos muito tarde, mas fato que quase nunca chegamos na hora certa...
Assim é a vida, assim é o amor, assim é a inconstância das coisas...
O que vale de verdade, não é a hora que chegamos, mas sim o que fazemos quando chegamos...
Podemos deixar passar e fingir que nada aconteceu, ou simplesmente viver, e deixar que a vida nos mostre o desfecho de nossas histórias...
Os riscos disso tudo? Na verdade não existem, pois o único que há é o de conhecer o desconhecido, viver o impossível, amar o que é seu por direito, aproveitar aquilo que a vida lhe proporciona, e sentir a significância de cada momento!
Então aproveite, seja feliz, ame, abrace, beije, acaricie, e viva, tendo a certeza de que o que não viveu, não estava eu seu destino, e o que estava, viveu e aproveitou cada detalhe...
A vida, para muitas pessoas, é semelhante a uma caixinha de surpresas: nunca se sabe qual música entoará.
O nosso cotidiano diário é cheio de surpresas, agradáveis e vice-versas, mas de repente ocorrem fatos, que surpreendentemente mudam tudo, e transformam o que mais desejamos que é simplesmente um momento de felicidade.
A "VIDA" sempre me trazendo gratas surpresas...
Em meio a tantos conflitos e mazelas do cotidiano... "ELA" resolve me presentear com algo tão doce... Vc. que veio de dentro da saudade que eu sentia....
Off-line
Era uma segunda feira, o dia começou sem surpresas, não havia noticias que abalassem a vida cotidiana.
De repente, pessoas começaram a se importar com tudo que estava a sua volta, e a expressão verbal se tornou algo dominante.
Nosso tempo começou a render, sobrou o bastante para tarefas importantes. Nas repartições, conversas, risadas e sussuros tomava conta do silêncio habitual.
O comportamento na hora do almoço, era no minimo surreal, não havia pessoas isoladas, todas prestavam atenção nas falas da mesa onde estavam.
A janta não foi diferente, familias unidas e "gente conversando com gente" não havia abreviação do vocábulo, mas tinha muito olho no olho e sorrisos bem aparentes.
Conversas Foram colocadas em dia, e muitas tarefas adiadas, até as que estavam esquecidas, foram lembradas e muitas concluidas.
O fato que mobilizou toda essa história, foi a paralização daquilo que muito nos domina, certamente quando voltar a funcionar, muitas dessas coisas irá paralisar.
O dia que as redes sociais saíram do ar, foi um dia Off-line, as coisas voltaram ao normal, pois aquilo que conectava pessoas distantes, separava as de perto.
Mães conversavam com seus bebês, em vez de lhe entregar uma tela, lhes davam atenção.
Casais, com as mãos livres, e olhos desocupados, desfrutavam da companhia um do outro, faziam e retribuíam carícias, sem se preocuparem com o tempo que passava.
Livros impressos eram lidos, cadernos preenchidos por poemas, literatura e sonhos.
O mundo colorido das telas, fez um exército de sedentários. Cheio de amigos desconhecidos, a liberdade se limita às paredes de suas casas.
Fundou a geração que conhece o planeta, estrelas e lua, mas não conhece nada de seu bairro
Saudades do mundo Off-line, onde a fala era mais usada que a escrita, onde existiam poucos amigos, mas todos conhecidos, onde estar junto não era apenas compartilhar o mesmo espaço.
#SURPRESAS
Momentos que nos pegam de surpresa...
Olhos mortos que ganham vida...
Preciso não ter medo do ridículo...
Quiçá seguir por caminhos tortos...
Vir a cair num destino...
Aquele que nada espera...
E assim, traído pela esperança...
Talvez o pouco que queira...
É o muito que alcança...
Ao vivenciar a felicidade...
Com espanto me peguei a me perguntar...
O que foi ?
O que será ?
Em me ver de um dia para o outro...
O tempo me laçou e me prendeu...
E quando o inesperado me sorrir...
Como não sorrir de volta?
Já deixei de ser eu...
A quem esperar?
De quem sentir saudades?
Por quem acordar?
Com quem sonhar antes de dormir?
Uma certeza pra toda dúvida...
Tanto por sentir...
Janela acesa em noite escura...
Como se fosse a primeira vez...
Nossos olhares a se encontrarem...
Me olhe com os olhos de uma criança que precisa de carinho, amor e atenção...
Então, assim, nos veremos com nossas almas...
E será tudo que eu sempre quis para minha vida ...
Me leve para você...
Sandro Paschoal Nogueira
Não sou pra todos.
Gosto do meu mundinho.
Ele é cheio de surpresas, palavras soltas, atos insanos e cores misturadas.
Às vezes tem um céu azul, outra vezes
é tempestade.
Lá dentro cabem sonhos de todos os tamanhos.
Mas não cabe muita gente, não!
Todas as pessoas que estão dentro
dele não estão por acaso.
Todas elas são muito necessárias....
☆Haredita Angel
23.10.2012
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