Frases sobre barulho
É necessário compreender que tudo é obra divida estamos ali, convivendo com aquele barulho. o que fazer então...
BASTA SIMPLESMENTE ACEITAR.E NÃO SE INCOMODAR desligar o espírito de barulho é melhor a maneira correta de aceitar.
É tudo uma questão de espírito.
'minha barriga ronca faz barulho , mais mesmo assim dividi a marmita por que minha alma gritava ,entre escultar um ronco e um grito prefiro escutar um ronco e sentir o silencio da minha alma. '
Procure silenciar para sentir e ouvir a presença da divindade que habita em você. No barulho você nunca ouvirá.
*Barulhos silenciosos*
Noite calada
Dia chuvoso
Um barulho branco de chuva que percorre a madrugada silenciosa
O silêncio é o apaziguar do ser e o gritar da alma
A melodia dançante da chuva é o lamento dos que amam
O pulsar dos relâmpagos que iluminam as nuvens negras são como lâmpadas ineptas
O vento frio rasgando a madrugada como sonância de flauta, cantante, trazendo memórias esquálidas que me torturam
Noite calada
Estardalhaço mental
AMOR ou PAIXÃO
Amor, decifrar este sentimento que é tão simples. Quando vem não tem barulho, pede licença, se apresenta, você deixa entrar pois ele é a calmaria de todos os turbilhões de sentimentos que existe dentro de nós.
Por ele abrimos mão do nosso egoísmo, de nossas razões, e de planos solitários.
Amor quando chega, não nos deixa insegura, pois aqui não existe mentiras, trapaças e teatros.
Pois com ele, a lealdade, a cumplicidade e o companheirismo andam de mãos dadas.
Amor quando chega, os planos já não são mais os mesmo, as promessas já são outras, e não existe palavras pois aqui o amor já diz tudo.
Amor quando chega, a vida tem outro sentido!
Já a paixão, este sentimento tão complexo. Que quando bate nos atormenta, não sabe pedir licença, não se apresenta entra invadindo nosso coração e nos deixando dentro de um furacão.
A paixão, nos tira o chão, a paz, as noites de sono.
Nos torna egoísta até mesmo de nossas razões.
Já não somos mais os mesmo, pois não pensamos, apenas queremos.
A paixão revela sentimentos mais confusos, sem dar pista para onde irmos, nos deixando sem rumo, sem plumo.
A paixão nos deixa dúvidas, incertezas, inseguranças e muitas vezes irracionais.
Sentimento dos oito ou oitenta, pois aqui sempre estamos em uma gangora do sobe e desce sem saber nossa posição ao certo.
A paixão ela é assim, queremos tudo mas as vezes não queremos nada.
As vezes gritamos, as vezes falamos, e muitas vezes choramos.
Sentimento confuso esse que chamamos de paixão, para uns é loucura, para outros é a razão.
Essa é a razão de toda a paixão!
É o amor existir.
Não ouvimos o barulho dos coveiros a enterrar Deus? Não sentimos o cheiro da putrefação divina? – também os deuses apodrecem! Deus está morto! Deus continua morto! E nós o matamos!” – Nietzsche, Gaia Ciência, §125
Madrugada.
Sozinho na madrugada, a companhia é a escuridão e o barulho. As luzes da rua clareiam até onde a vista alcança.
A brisa da madrugada sopra fria no rosto, trazendo saudades do calor da cama.
O silencio logo é quebrado com o latir dos cães de rua, estes vão despertando sonos profundos. De longe se ouve o canto do sabiá que anuncia o clarear do dia, chega com ele alguns raios de sol, atravessando as poucas folhas deixadas pela primavera.
Há momentos em que eu me recolho dentro de mim.
Faço um ninho.
Privo-me do barulho externo e ouço os meus próprios pensamentos.
São nesses momentos que tiro para eu me doar de presente. Desembrulho os meus sentimentos, enxergo os meus motivos e dialogo com os meus sonhos adormecidos. Faço colorir em tons e sons o que de melhor posso extrair das minhas vontades; abro possibilidades de reconstrução.
São nesses instantes que me primo em harmonia.
E é assim que eu lanço o melhor que tenho: palavras em silêncio, belezas invisíveis, interpretações das minhas próprias raízes que o mundo tenta arrancar ou simplesmente enterrar.
São nos encontros enigmáticos dos meus ocultos alentos que eu me descubro em simples dose de vida; conta gotas do que sou. E quando tudo está tão claro, inquiro-me novamente. Então, brindo viver em permanente busca dos sentidos: atos, fatos, gente, mundo, eu.
Nunca se acha a resposta de pronto certo, mas tudo se faz querer saber.
É disso que faz a vida dinamizar os seus mistérios.
Entender-se não é tarefa fácil e nem completa.
Mas a gente tenta.
Eu tento!
A minha mente "barulhenta" e os
Meus sentimentos a mil por hora,
Me "obriga" a fazer "poema", aqui,
Agora, em qualquer momento do
Presente referente a outroras.
A chuva escorre, o barulho fica, a brisa melhora e tudo nos leva a nostalgia...
Quisera eu poder voar, poder sair e vagar pra outros lugares, lugares diferentes daqui, com pessoas diferentes, pessoas que precisem de amor, atenção, companheirismo...
A vida passa tão depressa e logo percebemos o quanto deixamos de amar por falta de ter alguém que pense e queira e mesma coisa...
"Pessoas quietas, mentes barulhentas".
Matemática é a única linguagem que temos em comum com a natureza".
"Quando achamos a matemática e a física teórica muito difíceis estamos retornando aos tempos do misticismo".
O silêncio às vezes pode ser perturbador. Prefiro um bom barulho, com respostas, do que a "paz" de um problema não resolvido.
Cadê Fabiana?
Era madrugada
E o barulho da madrugada era surdo...
E o brilho da madrugada era desbotado...
E a minha boca na madrugada era amarga.
Meus olhos... Ah, os meus olhos...
Eles viram e não quiseram crer
Nos olhos cerrados que viram,
Nos lábios emudecidos...
Era madrugada
E a madrugada era pesada, cansada...
Tinha cores tão pálidas, sem vida,
Como o lilás que enfeitava seus lábios...
E o rosa, a cor da candura,
Na menina adormecida
Sob rendas brancas estendida,
Nas flores de cores sem vida.
De repente o sol despontou
Forte e aqueceu a terra...
Mas meu coração gelado, tremia.
Febril de dor; a borboleta criara asas
E procurava a imensidão...
Enquanto o casulo a escondia de mim.
Cadê Fabiana?
A madrugada silenciosa é o momento onde as mentes barulhentas estão a todo pique, planejando o dia que logo vem. O silêncio da noite não cala os gritos do dia que passou e não acalma a mente frenética dos pensadores amigos da insônia.
Chuva cai contínua. Se esparrama pelo solo. No colo a criança dorme alianada ao barulho da chuva. Uva na parreira molhada dela que cai das nuvens carregadas. Araras nos pinheirais se abrigam. Brigam por espaço ou se encostar umas nas outras para se sentir seguras. Segura no galho com suas garras araras! Garras sólidas nas profundezas do solo o pinheiro tem. Belezas da natureza.
