Suor Sangue A Lagrimas
Sussurros
O peso que á em minha mente continua me torturando,
sinto que meu sangue está prestes á desaparecer,
continuarei á aceitar essa dor sempre me amando,
estarei voltado á todo o ódio que deixarei crescer.
SANGUE NA CRUZ
– EU NÃO CONHEÇO NINGUÉM COM esse apelido, mãe. Foi só um sonho, ou um pesadelo. Não era nada com que deva se preocupar. Eu nem me lembro do sonho.
A tentativa de justificar seus gritos falhou. Suzane não era tão ingênua para crer que não havia nada de errado no comportamento da filha; não depois do último sábado.
Os princípios fundamentais da convivência lhe diziam que, para uma pessoa mudar sua personalidade sem nenhuma justificativa aceitável, seria necessário um motivo bastante condizente com a situação em questão.
Quanto a Morgana, ela não podia tirar conclusões para si. Ela conhecia perfeitamente a filha.
– Morgana, por favor, me conte o que está acontecendo. Impossível não ser nada! Quem esteve aqui com você na minha ausência? Sua cama está na sala de estar!
Suzane havia conectado-os-cortes dos acontecimentos recentes. Sua filha abusava de um comportamento estranho desde a tarde de seu sumiço. Era sexta-feira e toda a semana fora desconcertante naquela casa. Caminhando com a lógica, para que a cama de Morgana estivesse na sala de estar, seria necessário desmonta-la e monta-la novamente; a casa era ampla e o quarto de Morgana ficava no fim do corredor. Elas não possuíam nenhuma ferramenta. Portanto, para que a mudança acontecesse alguém deveria dar o empurrão necessário.
O que aconteceu aqui? Por que minha filha está tão estranha? Será que falhei em sua educação? Sim. Eu devo ter falhado em algo. A culpa é toda minha!
O mar estava estranhamente calmo. O clima estava agradável. O fluxo de pessoas aumentava àquela hora da tarde. Perseguidor, sempre usando preto, caminhava tranquilamente.
Deniel Sanders, o Perseguidor, seguia para uma reunião de trabalho. Mais adiante, na orla da Praia da Costa, no que podemos chamar de restaurante chique, Carlos Margon estava a sua espera.
Cinco minutos seguiram até a mesa 10 do Opallazi Gourmet.
– Boa tarde, Sr. Margon!
O cumprimento de Deniel foi acompanhado de um belo sorriso relações-públicas; intencional à conquista de uma melhor posição do diálogo que estava por vir.
E viria.
– Sente-se.
Margon era um homem autoritário. Um metro e meio de altura, olhos verdes e orelhas grandes. Era feio. Usava um terno chumbo com uma calça preta, uma camisa também preta em gola V. Assim como Deniel, era careca.
– Pois não, Sr. Margon.
– Conte-me o que aconteceu desde o último sábado.
– Eu tenho observado a garota, Sr. Margon.
Sr. Margon suspirou profundamente e, antes de responder, fechou os olhos.
Por que este puto não vai direto ao que interessa? Otário!
– E...?
– A menina mora em um bairro simples no município de Cariacica, é alegre e gosta bastante de músic...
– Quero saber se a pestinha abriu o bico.
– Não, Sr. Margon. O nosso Nome da delegacia contatou-me dizendo que a mãe de Morgana Sorans, Suzane Sorans, prestou queixa do sequestro e exigiu uma investigação para o caso. Marcus Brass, que estava com ele na delegacia, rapidamente seguiu até a casa de Suzane para fazer algumas perguntas à menina e vistoriar a residência. Ela respondeu a todas as perguntas sem nenhuma dificuldade aparente. Mentiu sobre o sumiço e disse não recordar das feridas.
– Cachorra!
Carlos Margon pensou por um minuto antes de disferir uma retórica.
– O que se passa na cabeça dela?
– Suponho que ela tenha gostado da experiência, Sr. Margon – disse com um quê de eu-sou-o-tal. – A menina não reclamou à dor e não sentiu o corte.
Era verdade. Ele recordava perfeitamente. A experiência não havia sido marcante somente para ela. Ele não conseguia esquecer a maciez daquela pele. Ainda ouvia os gemidos calorosos de Morgana. Ainda sentia aquele sabor maravilhoso. Jamais se esqueceria dos momentos em que Morgana olhara profundamente em seus olhos. Aquele olhar penetrante que o estudava e ao mesmo tempo lhe pedia algo ainda mais intenso.
Como se estivesse cegamente apaixonado pela sensualidade da garota de dezesseis anos, ele ainda desejava mais daquele corpo. Sentia prazer em seus pensamentos. Adorava rever em seus pensamentos a imagem dela amarrada e amordaçar, ouvir o estalar do chicote, os gritos abafados, a pele estremecendo.
– No ritual, quem estava com você?
– O próprio Marcus Brass. Ele estava na gaveta e realizou o corte com precisão.
A cama em que Morgana estava amarrada era uma fabricação exclusiva da CASTIDADE usada somente em rituais da seita. Era revestida em aço inoxidável e possuía uma espécie de gaveta, onde um membro aguardava o momento da execução de sua função.
– Qual a quantidade aproximada de sangue recolhido?
Para que o ritual obtivesse sucesso, era necessário que recolhessem um dedo de sangue da vítima.
– Cerca de dois dedos, Sr. Margon.
Excelente!
– Deniel, Marcus notou algo na casa que para nós é familiar?
– Sim, Sr. Margon. A casa possui um crucifixo para cada cômodo, mas no quarto da menina, o crucifixo de sua cama estava invertido.
– Ótimo trabalho! Agora se retire.
Carlos Margon estava sorrindo como se acabasse de descobrir a sensação de estar contente.
Normalmente era um homem sério, de poucos amigos. Impaciente e controlador.
Que maravilha!
Suzane Sorans era uma mulher apegada às suas crenças. Não frequentava regularmente as missas, mas seguindo conselhos do Padre José Paulo Spinnotza, rezava em cada uma dos crucifixos dos cômodos de sua casa. Nos móveis, algumas miniaturas da santa de sua devoção. Ela limpava a cada um destes objetos sagrados com um zelo invejável. Mas, especialmente nesta semana, ao limpar as cruzes, elas estavam invertidas. Essas imagens a estavam assombrando quando retornou de seu devaneio.
– Morgana, como sua cama veio parar aqui?
Cabisbaixa, Morgana ergueu lentamente o olhar.
– Sozinha.
Um mísero sorriso surgiu no canto esquerdo dos lábios de Morgana.
– Quando?
Morgana estalou o pescoço e os dedos.
Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, onze, doze.
– Esta noite.
Ela levantou a cabeça enquanto tentava esconder o sorriso.
– Mamãe, olhe – apontou com o dedo indicador para o corpo de Cristo no crucifixo que estava na parede do corredor.
Ao olhar, o corpo do Salvador estourou em mil pedaços.
Morgana gargalhou.
Assustada, Suzane virou-se para o crucifixo na cama da filha enquanto fazia uma prece.
– Pai nosso que estais n...
Estava invertida.
O som dos estalos repetiu-se em sua consciência.
Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, onze, doze.
Ela estendeu a mão para colocar o crucifixo na posição correta e ao toca-la, seus dedos umedeceram com um líquido vermelho.
Era sangue.
Ninguém escolhe a maldade. Ninguém é bom por deliberação. Eu descobri que quem suga o sangue humano é a própria vida. Haja fôlego. Haja estômago. Todos somos presas.
Não é carne de minha carne, nem sangue do meu sangue, mas assim mesmo, de um jeito milagroso, ainda é parte de mim. Nunca esqueça nem por um minuto, que você não cresceu embaixo de meu coração, mas dentro dele.
Hitler, nunca foi de sangue puro, viveu na mentira, foi só mais um asno na política, seu livro foi um fracasso, vendeu apenas 20.000 cópias, cujo o nome minha luta, ele nunca pode provar o seu sangue verdadeiro, era um imbecil, só ficou rico porque obrigava todos a comprarem a porcaria de seu livros, era um idiota na história, no fim de sua vida ele nem era considerado uma ameaça, tornando-se uma pessoa desprezível e insignificante a nação Alemã, e o partido nazista se difundiu em toda Alemanha, que sirva de lição pra todos os imbecis políticos corruptos. O resto está na história, sua vida foi pequena e medíocre!
Desde que o mundo é mundo...poucos são os que lutam por causas justas (às vezes o sangue inocente é derramado)....e a humanidade é beneficiada! Se é justo eu não sei...mas que é real... o suficiente
O sangue é gosto da vida dos mortais...
O sangue é sentido da saudade...
O sangue é silencio de tantas atitudes...
O sangue é passado de tantas ilusões...
O sangue é o alimento da alma...
O sangue é a vida nessa morte,
O sangue é gosto perdido de nossos sonhos,
Ferozmente o desejo clama faminto por valores,
que nunca foram apenas passaram de fronteiras
aonde estiver o proposito da fome infinita...
diga que nunca foi faminto pelo desejo?
diga nunca sentiu vontade de beber a vida?
sendo assassino de tuas vontades...mortas,
como as verdades que consome a alma.
Sangue
Autor: LCF
1
E num desgraçado amor de perdição;
O sangue escorre em todo o meu corpo frágil...
Como um punhal no coração.
MÃE
Vejo-me dentro da tua pele,
no teu sangue
e nos teus olhos,
que estão sempre por dentro dos meus.
Tudo porque só tu me conheces,
ao ponto de surpreender-me:
tu nem sempre dizes o que eu quero ouvir,
nem sempre sentes o mesmo que eu,
mas só tu tens o poder
de fazer-me sorrir,
quando eu quero chorar.
Dinheiro, que injustiça fazem com o seu nome, te usam, abusam e mancham de sangue para mascarar a violência do seu manipulador.
nossas verdades clamam pelo sangue
nossas virtudes queima no inferno,
nossas almas gritam pela liberdade.
GUERRA
O sangue derramado,
Balas no chão;
O que se passava naquelas mentes?
Inquietação!
Corpos em chamas, ruínas e ódio armado,
homens escoltados para matar,
declarando o nome da paz
Onde não haverá.
Só corpos e sangue!
Flores secas e cadáveres armados,
terra apodrecida pela matança,
ela nunca acaba...
Só os corpos espalhados conhecem seu fim,
o amor ali é perdido,
pessoas desoladas e sem esperança.
A única certeza é a incerteza do amanhã,
sabe-se quando começou,
mas não quando terminará.
Nação contra nação,
irmãos contra irmãos,
por um ideal e mentira da paz.
Tantas mentiras,
verdade ali é a pura ambição,
o não querer dividir,
a cobiça do que não se tem...
Querendo a todo custo,
sem olhar a meios,
pagando com vidas inocentes.
Justificam seus ideais,
mas não há ideal que mereça o sacrifício de uma vida.
É uma fábrica de morte!
Abandonados à razão,
é matar ou morrer.
O mais feroz animal não faria tantos sangrar;
Homens que fazem guerra,
carregam a guerra consigo!
Juliana Carreiro
O coração é como um rádio que recebe e envia frequências, além de bombear sangue para o resto do corpo é lógico... ele percebe tudo que os olhos não veem, tudo que a pele não sente e tudo que os ouvidos não ouvem!... o.O
Aliás... foi o Coração que ensinou à pele sentir, os ouvidos ouvirem e os olhos enxergarem... rs
Quando as raízes do teu coração secam e o sangue que outrora vertia nos teus poros deixar de fluir, chegou a hora de marcares a tua presença com a indiferença e a vontade de deixar de existir para quem nunca mereceu que sangrasses.......
Senhor, confesso que nunca pensei em ser professora, pois nas minhas veias corria um sangue que me impulsionava para uma outra direção, onde a criação em diversas linguagens artísticas, satisfazia ao ego da minha imaginação. Ahh... quanta saudade das exposições de pinturas e desenhos no clube da minha cidade... das minhas brincadeirinhas de teatro... das minhas letras e melodias, das criações das minhas poesias, inspiradas pelo lindo por do sol do meu sertão, assim como pelas maravilhas naturais do ambiente que cercava a minha infância em meio a serras e morros, cactos e flores que nascem coloridas e vibrantes até mesmo entre as pedras... Mas como viver de arte nesse país, onde a sobrevivência fala mais alto? Senhor, hoje eu reconheço e te agradeço, pela missão a mim predestinada , por ter-me mostrado, confiado e levado-me em seus braços até as salas de aula, por ser portadora para milhares de seres pensantes, a direção do reconhecimento das suas capacidades criativas. Confesso meu Senhor, que aprendi a amar essa profissão, que a mim foi dado o crédito. Sei senhor, que merecemos muito mais, mas estamos distantes da dignidade de direito. Entendo que, como em qualquer outra profissão, existem os bons e os maus condutores em suas áreas. Mas enquanto profissional que leva o entendimento do saber, procuro dar o melhor de mim, no exercício árduo e ao mesmo tempo gratificante de fazer a diferença com responsabilidade, infelizmente não jus ao salário que tanto rogamos, mas por amor a quem tanto prometemos engatilhar e transformar pessoas capazes de construir uma vida mais humana.
Nunca soube viver pela metade
Quando amo, me entrego por inteiro
Quando luto, deixo meu sangue no campo de batalha
Não consigo ser meio amigo, meio humano ou coisas gênero
Não gosto de meias palavras
Ou escrevo uma história por inteira
Ou prefiro nem começar a escrever
Que não fosse nada, que não tivesse descompassado o coração, que não alterasse o destino do sangue que corria nas minhas veias, que não comprometesse minha expectativa, que passasse de leve, quase que imperceptível do meu lado. Mas você veio com tudo, suspirou e me roubou o ar, me tocou e tatuou toda a pele. Podia ser quase nada, podia ser só um rosto e um endereço, podia ser despercebido. Agora é o livro preferido da minha estante, meu nome predileto. O que importa mesmo agora, é que uma coisa muito bonita está para acontecer na minha vida, na nossa vida. Te espero, ansiosa e atenta...
