Suor Sangue A Lagrimas
Funesto inapetente
Ácido que dilacera de cima a baixo Venda que cola em tecido tácito
Ser que se põem em oceano abaixo
Vermelho que se contraí em coagulação
Cores que se distorcem em coalizão
Indivíduo que se dilui em conglomeração
Dor que se refugia em omissão
Falas que se põem em provocação
Arte que se impõem a alienação
Hipocrisia que reina em desinformação
Indivíduo que aos olhos faz-se, indulta
A loucura dilacera a condulta
Dispara, perversiva, como fruta abrasiva
Quando culpa a disputa, invulga
Não fecha a calada da noite
Se abre poente para entrada ardente
Ilumina à ação remanescente
Quando se diz aos olhos ardentes
Eles acham que a gente vai abaixar a cabeça, mas a gente não vai. Não vão calar a nossa boca. Porque o sangue dos nossos filhos não é barato. Porque nós somos os pais e mães do Brasil.
Correntes Espinhentas
Na noite fria, eu acordo
Com medo de sonhar,
As coisa que recordo
Me fazem sangrar.
O sangue tão escuro
Como a escuridão da noite.
No espelho, vejo o "sussurro"
Balançando a sua açoite.
"O seu destino é sofrer
Pelas lágrimas que causou
Tus só irás morrer
Se continuar oque começou".
A sua voz me divertia,
Ele é bastante persistente,
Enquanto eu sorria
Ele arruinava a minha mente.
Quero esquecer o passado,
Mas ele não sai do meu lado.
"Não viro vampiro, prefiro sangrar como caçador, pode até tentar me persuadir, mas ao seu legado eu colocarei um fim."
Se ousar me deixar um pingo de esperança, lutarei para ter você até a última gota de sangue em meu corpo.
"Naqueles em que tenho um lar em seus corações, chamarei então de minha família, e estarei com vós no amanhecer e no anoitecer, nos dias de sol e nos dias das piores tempestades; assim chamarei esse compromisso de amar."
Bem-Vindo a Sua Casa
O inferno é agora
É aqui, é lá fora
Não importa, não demora
A carne sangra
E você não vai embora
Daqui ninguém sai
Nem de frente, nem de trás
A praia é rasa
Aqui, quase tudo e brasa
Os pássaros não têm asas
Aqui é o inferno
Bem-vindo a sua casa
Do livro Turbilhão de Emoções
Há um caos em minha mente fatigada, um caos regado pelo ignóbil sangue de minhas letíficas batalhas, um sangue que me arde a consciência e me entorpece as falhas, consequência direta da sepultura armada das memórias de uma guerra desalmada. Sou a combatente exaurida de meu próprio exército e a guerreira valente de meu exército inimigo, me sacrifico como sacrifica-se a pólvora dos canhões marcados de miséria pelo levantar torpe da bandeira alva machada pelo líquido rubro das vísceras de minha esperança, sou a espada que corta em dois a sanidade já rompida por dores passadas; contra-ataco a mim mesma, me atiro em minha guerra e faço de meu peito um campo minado.
Nesta terra forasteira não há ser que ouse declamar possuir o título de ser mais funesto que eu, pois sou eu a morte encarnada em corpo de fracassos, sou o perder e o penar de meu próprio sepultar, sou aquela que chora e clama religiosamente antes do sol raiar, pelo corte lesivo da morte levar.
Não me quero mais e não me querem mais a mim, sou a abusiva combustão dos raios de verão que esqueceu-se de se auto dilacerar, sou o fim explosivo da pacífica convivência, sou a guerreira apocalíptica que insiste em marchar contra si, para enfim, ousar descansar.
Jesus Cristo é o Caminho,
Estreito e rejeitado.
Só se lembram, que Ele existe,
Quando estão sufocados.
Mas, mesmo assim ele o aceita,
Estendo a sua mão, para aquele que o rejeita ele é a solução.
Hoje Cristo é advogado, mas em breve será juiz.
Então fico pensando o que será do infeliz, que zomba e escarnece do homem chamado Jesus.
Que entregou a sua vida, na dura morte de cruz.
Derramou seu sangue puro, para nos regatear porque se não fosse o seu amor, no inferno iríamos morar.
"A nossa pátria mãe gentil, tão aclamada nação do futuro, hoje chora lágrima de sangue por orgulho de quem o governa."
(Lula)
29/03/2008
O futuro me assusta, a cada dia eu sinto este medo aumentar como se varias vidas fossem perdidas. o Sangue sendo derramado por apenas a falta de algo que nem mesmo pode ser confiável.
O Recife, que beleza!
Lá de cima, linda vista,
cá embaixo, palafita...
Prédio alto de grandeza,
e favela de pobreza.
Tamanha desigualdade
cabe aqui nessa cidade:
onde o rio vira mangue,
e a bala gera sangue
no peito da mocidade.
Se algum dia a dor, a traição, a depressão te transformar em cinzas e te jogar no fundo do poço, seja como a Fênix..
Sangre,
Queime,
Chore,
Mas ressuscite!
