Suor
Cada passo, cada respiro e cada suor derramado durante a experiência do existir, faz parte de uma construção progressiva quando se está de passagem pelos caminhos da vida. Nenhuma lágrima é em vão, e cada sorriso é uma conquista. O crescimento humano é feito com camadas de provações e desafios, de lições que promovem grandes superações.
"Se não fosse o agricultor
A mexer com a terra,
Prepará-la com o arado,
Com o suor e com carinho,
Como poderíamos saborear
Os frutos que são colhidos
E por nós obtidos
Para matar a nossa fome?"
"Não quero esmola.
Quero ganhar com o meu suor!
Oh, emprego! Onde estás?
Sem estudo, para onde vou?"
Distancie-se daqueles,
Que veem somente o deleite do seu troféu,
Mas não o suor derramado para conquistá-lo...
Após o sangue, o suor e as lágrimas da resiliência, é hora de não comer mais o pão amassado pelo diabo. O amadurecimento cobra sofrimento, desapego, discernimento, acordos de paz, rupturas, despedidas e virada de página...
OUVIR TIROS!!!
"Extermínio do meu povo preto, rega com sangue, lagrima e suor, terra que você pisa! O que cresce livre! Brota para sustentar justiça! A justiça! Há de haver, neste caminho... Tudo que se foi, nasceu em mim, nasci em outros, natureza somos nós, resistindo aos ideais, com força dos ancestrais..."
Eu sou a garra e o rugido do leão
Sou o terror do bicho papão
Sou a luta e o suor da cabanagem
Sou poesia, sou arte, sou aparelhagem
Em câmera lenta
Acompanho o teu suor
De encontro ao meu
A gota da seiva do céu
Ninguém faz melhor
Que você e eu
Melhor lugar é aquele que te acolhe!
Terra boa é aquela que com o suor do seu trabalho você sobrevive e realiza seus sonhos!
Trago um leve suor nas mãos, Enfim o leão se apaixonou, pelo cordeiro, E não há nada que você tenha, Que eu não queira, nada; Pelo difícil viver longe de você, Me valha agora... Texto: Marcelo H. Zacarelli e Vânia Lopez - Do poema: O Difícil Viver sem Você
Saúdo as minhas irmãs
de suor papel e tinta
fiandeiras
guardiãs,
ao tecer o embalo
da rede rubra ou lilás
no mar da palavra
escrita voraz.
Saúdo as minhas irmãs
de suor papel e tinta
fiandeiras
tecelãs
retratos do que sonhamos
retratos do que plantamos
no tempo em que nossa
voz era só silêncio.
