Frases sobre subida
SONHO
Sonho andando.
Sonho caminhando.
Sonho na janela.
Sonho na porta.
Sonho subindo.
Sonho descendo.
Sonho rápido.
Sonho devagar.
Sonho no sol.
Sonho na chuva.
Sonho no dia.
Sonho na noite.
Sonho acordado.
Sonho dormindo.
Sonho, sonho...
Vivo sonhando.
"A vida é como uma viagem de barco, subindo e descendo conforme o balanço das ondas. Graças aos amigos, não se perde o horizonte. E quando se naufraga, a amizade é a âncora que te apoia enquanto buscas um novo rumo."
Isso ai bobinha, continua descendo do salto por qualquer idiota, vai acabar não subindo no cavalo quando o príncipe aparecer.
Tem pessoas que quando estão subindo degraus pedem impulso na humildade e todos são seus amigos. Quando chegam no alto da sua conquista, esquecem os que a impulsionaram. De repente ladeira abaixo novamente, culpam os esquecidos por também os esquecerem.
É subindo o morro caminhando para a sensação de superioridade que
sente-se a própria inferioridade.
Seja um vencedor subindo degrau por degrau com merecimento e nunca usando as costas do seu semelhante.
A pressão está subindo
Parece que estou desistindo
Como vou suportar meu primeiro álbum?
Porque, tudo mudou
Nunca será o mesmo
Ninguem me conhece
Mas todos sabem o meu nome
E me sinto tão envergonhado
Nunca fui um negro que criticassem
Mas é tão insano!
Na manhã de hoje conheci, próximo a Rua Irineu Marinho, subindo pela Rua Riachuelo, passando em frente ao antigo prédio do Jornal O DIA, próximo ao bar do Seu Zé (ufa!) um homem muito parecido com o Henri Cristi - cabelo grande no estilo miojo e barba rala; uns 60 anos; Costuma ficar naquele sinal de trânsito exatamente em frente ao antigo prédio do jornal, quando fecha, indo de carro em carro vender o EXTRA; Aquele sinal que tem em frente ao túnel. Profissão: vendedor de jornal. O nome dele é Juaci. Diz que vende jornais percorrendo as ruas do Centro do Rio. Descobri que ele não vive só dos jornais que vende no sinal. Tem clientes pedestres também e, por isso, me explicou com simpatia a pontualidade que o trabalho exige para fazer a entrega aos clientes e agradar a todos, como também chamou a atenção a alegria que demonstra na execução desta tarefa. Faz entrega com música. Entrega o jornal, recebe o dinheiro, dá o troco,tudo com fundo musical. Só que essa música não é qualquer música. Não sei como, mas o certo é que Juaci sopra por entre os lábios semicerrados, deixando escapar um som muito parecido com o que se obtém quando se sopra através de um pedaço de papel fino colocado sobre um pente. O repertório, pelo que observei, é atualizado. Música nova, transmitida pelo rádio. Ele não deixa os jornais em uma mesa, na calçada, como as meninas do jornal Metro. que também dividem o espaço com ele. Ele carrega todos a tiracolo, e ainda me mostrou que sofre de uma paralisia parcial que lhe dificulta os movimentos do braço e pernas esquerdos. Por isso, dá o passo com a perna direita com apoio da perna esquerda semi-paralisada, e depois, firmando na direita, levanta o tórax e impulsiona com o resto do corpo a perna doente, atirando-a para frente. Isso tudo é muito rápido rs. O braço esquerdo, o doente, Juaci utiliza para apertar os jornais de encontro ao corpo. Esse braço, aliais, já vive normalmente encostado ao tórax por força da doença. Ele é fraco de corpo mas forte de espírito. A doença em nada o afeta. Não sei, mas tenho a impressão que o bom jornaleiro faz da sua entranha e diferente andadura um suingue para rimar suas músicas. De fato, os compassos das marchinhas que também "sopra", já em ritmo de carnaval, são rigorosamente cadenciados de acordo com seu esquisito modo de andar. Assim, se a música é ligeira, Juaci acelera o passo. O certo é que ele não perde tempo com o cliente. Não quer, não quer. Nem dá bola. Mas se quiser, os jornais são vendidos rapidamente. Segundo ele, é a técnica "PPV". Pagou, Pegou, Vazou! Como fiz com Francisco ontem, perguntei a Juaci sobre a concorrência. Ele disse que, no passado, sofreu com a proliferação das bancas de jornais dos italianos que, aos poucos, montaram o poderoso "trust", dominador dos pontos situados nas esquinas mais movimentadas da cidade, e contra os quais, segundo ele, "nem a prefeitura ganha quando tenta enquadrá-los nas exigências da lei". Por outro lado, a poluição sonora provocada pelos aparelhos das casas vendedoras de eletrodomésticos também atrapalha ele na hora de fazer seus "sopros musicais". Diz ele: "Não trabalho em frente as Casas Bahia, nas do Ricardo, no Ponto Frio, nem nas Americanas. É um inferno!". Segundo ele, o som promove suas vendas com as pessoas que estão de bom humor. O triste, é que o progresso esmagará Juaci e toda sua fonte de renda já já. Se for verdade, Juaci - que diz que nada mais sabe fazer além de vender jornais - também, assim como muitos de nós, terá que se reinventar no mercado. O que muda no mercado para um jornalista, muda para Juaci também. De certo modo, Juaci é um colega da imprensa. Vende jornais há 34 anos. Quando eu ainda estava quase chegando ao mundo. Uma coisa é certa: deixará saudades para os clientes da Riachuelo.
Entrei no elevador e vi você. O andar foi subindo. Meu coração também. A porta abriu. Saímos. Nem imagino para onde você foi, onde está agora. Na verdade, já te esqueci, assim como desfiz as malas. Esse foi o único momento em que amei alguém que não conheci. Ali acreditei em amor a primeira vista, mas vi que não necessariamente ele tinha uma conexão com o destino, apenas com o acaso. Não ficamos juntos. Não sabemos a nossa história no infinito de possibilidades em que teremos que passar.
A terra abriu sua boca e os cafajestes surgiram como vermes. Foram subindo e tomando os microfones, os alto falantes. Rasteiros eles chegaram, os amorais e abjetos, os brutos, orgulhosos em destratar mulheres, pobres, doentes e pretos. Deixam abertos os abismos por onde sairão as trevas espessas que a história não apagará.(Walter Sasso)
Peregrino,
Ainda que eu trilhe todos os itinerários do planeta, descendo e subindo vales, cruzando rios e montanhas,
Se eu não compreender as carências do meu semelhante, minha jornada será em vão.
Tenha calma e vá subindo todos os degraus um a um. Muitos sobem de elevador. Mas quem vence subindo escadas se torna mais forte e resiliente.
Subindo Degraus
Um certo dia ao chegar no CETRASC¹, prestei atenção nos degraus das escadas, no último lance, de escadas tem palavras em cada degrau, são elas: Caridade, Fraternidade, Humildade, Amor, Benevolência e Fé. Cada uma dessas palavras me fez refletir e pensar muito em cada momento do meu dia. Quando eu uso cada ação que corresponde a essas palavras?
Eu sei, e entendo que a “Caridade” faz parte da minha vida, doar e ver alguém se sentindo melhor com um alimento uma roupa um agasalho, isso me deixa muito feliz, fazer da vida de um ser humano um pouco mais feliz de acordo com o que estiver a meu alcance, isso é muito gratificante.
Na “Fraternidade” ninguém fica de fora, é um sentimento de união e igualdade, a ajuda para um irmão deve vir do coração, e precisamos mesmo ver o próximo como irmãos e ter a consciência que somos todos iguais, e seguir o que Jesus nos ensinou, “amar uns aos outros como eu vos ameis”. Isso é fraternidade, na teoria, tudo é fácil, más na pratica sabemos o quão difícil é ter empatia por certas pessoas que carregam consigo o prazer de fazer o mal.
Exatamente aí que entra a nossa “Humildade” para com essas questões, sabendo que temos o livre arbítrio de escolher não usar nosso Amor, nossa caridade para alguns. Podemos mesmos dá as costas e não sermos humildes? A questão é; precisamos aprender a cada dia, pois a cada dia existe uma nova lição, e ter a Humildade de aprender e pratica-las. Não é fácil, seguir caminhos que nos sacrificam, só nos testa a cada dia.
“Benevolência” disposição para fazer o bem, ajudar o próximo, agir com bondade e generosidade. Uma pessoa benevolente é aquela que tem boa vontade para com os outros, mesmo sem esperar nada em troca. Ser Benevolente, engloba sua caridade sua fraternidade e sua humildade, porem é muito mais difícil você deixar de praticar o bem do que deixar de fazer o mal, existe uma diferença grande, por exemplo: enquanto você prefere não se envolver em uma ação de caridade para simplesmente ficar em casa e assistir tv, você não está praticando o mal, no entanto, está deixando de praticar o Bem. Então nenhuma ação de benevolência fará parte da sua vida. Não praticar o mal não significa que você pratica o bem. Não significa que você é uma boa pessoa.
“Fé”, Quão grande é a sua fé? Do tamanho de um grão de mostarda? Já seria suficiente para mover uma montanha, pois a fé que existe não importa seu tamanho, é mais poderosa do que a falta dela, jamais perca a sua Fé, mesmo em tormentas, isso é o que edifica nossa existência.
Subir aqueles degraus, para mim foi muito mais que chegar na sala de cima, foi ter a certeza que não estamos aqui sem um proposito. Cada palavra tem uma mensagem poderosa, precisei enxergar e não apenas ler.
Texto: Gleiciele Oliveira.
¹ Centro Espirita Trabalhadores da Seara de Cristo
Subindo o dólar em voo astronômico é bom para o Brasil ver o estragômico e começa a produzir seus próprios credores.
Alegria santa é quando os justos forem transformados em corpos incorruptíveis, subindo aos Céus para serem recompensados por Deus por meio de sua fé e confiança no Evangelho de Cristo.
A fase mais complicada da vida do homem é quando ele continua subindo de fase, desobedecendo a Deus em quase tudo todos os dias.
