Suave como a Pimenta
A tempestade se foi
Agora aurora e calmaria
Brisa que acaricia, voz suave do amar.
Liberta e pronta pra dançar.
“Em uma sociedade onde o ruído constante das vidas ocupadas tenta sobrepor-se ao som suave do afeto genuíno, ser inesquecível não é tarefa fácil. Exige-se, antes de tudo, presença. Não apenas a presença física, mas aquela que permanece mesmo na ausência, como o perfume que insiste em ficar no ar depois que a flor se foi.”
Uma onda sutil em mim vibrou
Foi direta e certeira ao coração
Tão suave e singela sensação
Que a lembrança de ti me animou
Veio um anjo do céu e anunciou
Que tu vinhas tão meiga e graciosa
Andando pelos campos generosa
Semeando teu aroma em cada flor
E é por isso que nos jardins do amor
Eu sinto teu perfume em casa rosa.
De repente a vida em mim voltou
Colorindo o meu cinzento dia
Eras tu com as tintas da alegria
Que um rosto feliz em mim pintou
Foi domingo bem cedo que chegou
Pela bruma bem leve das paixões
Embalada por versos e canções
Escutava de longe teus sinais
E a tristeza não me matava mais
Nem eu sofria por falsas ilusões
“Deixa Deus conduzir o barco da sua vida.”
Essa frase é como uma brisa suave que acalma as águas agitadas da nossa jornada. Imagine-se em um pequeno barco, navegando pelo oceano da existência. Às vezes, queremos agarrar os remos com força, traçar nosso próprio curso e controlar cada onda. Mas há momentos em que a melhor escolha é soltar os remos e confiar que há um capitão divino guiando nosso destino.
Deixar Deus conduzir é um ato de rendição e fé. É reconhecer que, embora tenhamos sonhos e planos, há uma sabedoria maior que transcende nossa compreensão. É como se o próprio universo nos dissesse: “Relaxe, querido marinheiro. Eu conheço as estrelas, os ventos e as marés. Confie em mim.”
E assim, permitimos que o barco da nossa vida siga seu curso. Às vezes, ele nos leva por mares tranquilos, onde o sol brilha e as gaivotas dançam. Outras vezes, enfrentamos tempestades, mas sabemos que não estamos sozinhos. O Capitão está lá, segurando o leme com amor e cuidado.
Então, que possamos soltar os remos, olhar para o horizonte e sorrir. Porque, no final das contas, a viagem é tão importante quanto o destino. E com Deus como nosso guia, navegamos com esperança, coragem e gratidão.
"No crepúsculo suave da primavera encantada,
Um velhinho caminha, a alma iluminada.
Com rugas de histórias e olhos que brilham,
E cada passo dado, mil carinhos se trilham.
O perfume das flores penetra no ar,
Como a voz de um amor que não para de amar.
Ele sussurra aos pássaros, segredos do vento,
Numa dança de afetos, em doce momento.
As folhas dançam leves, como o amor que acaricia,
A lembrança das tardes, repletas de alegria.
Um balança de sonhos nas ramagens em flor,
E o tempo é um aliado desse eterno amor.
Ah, primavera, tu és o palco do beijo,
De mãos entrelaçadas, num eterno desejo.
Os risos das crianças se misturam ao canto,
E o velhinho sorri, num amor tanto!
Sabe que a vida é um ciclo, um constante renascer,
E em cada primavera, é um novo aprender.
Com um coração de pétalas, cheio de ternura,
Ele vive o amor, sua maior fortuna."
TARDE PREGUIÇOSA
Largada numa rede
Sinto o roçar do vento
No balança suave
Vago em meu pensamento.
Folhas se balançam
Assanhado os passarinhos
Filhotes agitam as asinhas
Na beirada dos seus ninhos.
Enquanto o Sol se prepara
É hora de descansar
A natureza agradece
O vento continua a cantar.
Irá Rodrigues.
Na suave brisa da noite, sob um céu bordado de estrelas, seus olhos encontraram os meus, e ali, entre suspiros e sorrisos, começou a história mais bela que já conheci. Seu toque, tão delicado quanto uma pétala de rosa, acende em mim uma chama que jamais se apagará. Nosso amor é como uma sinfonia, onde cada nota é uma declaração de ternura, cada compasso uma dança de cumplicidade. E assim, juntos, navegamos pelos mares da paixão, guiados pela bússola do coração, rumo a um destino onde só o amor habita.
No horizonte dourado, o sol se põe,
Pintando o céu com tons de mel e carmim.
A brisa suave acaricia a pele,
Enquanto a natureza se acalma em seu jardim.
Ass CICERO LYRA
Começar a temer é uma libertação abençoada. É como uma brisa suave no rosto.
V.I.N.H.O
Na taça, o vinho desliza suave,
Lembranças de você, a cada gole invade.
Sozinha, estranha sensação, sem sua presença,
Cada nota, um eco do que não vivemos, uma ausência.
Queria tanto partilhar deste néctar contigo,
Olhar nos teus olhos, mergulhar no teu abrigo.
Sentir teu toque, como uma doce harmonia,
Mas aqui estou, só, na melancolia.
O vinho me embriaga de saudade e desejo,
Sonhos te trazem à mente, num doce ensejo.
Sonhei contigo, noite adentro, timidamente,
Com medo de perder-te, abraçar-te, ardente.
Mas o despertar cruel me traz à realidade,
Sem teu calor, tua voz, tua intimidade.
Bebendo este vinho, cresce a ânsia de te ter,
Não só nos sonhos, mas na vida, em meu viver.
Quero sentir teu toque, olhar em teus olhos,
Com timidez confessar meus anseios, meus desejos.
Dizer, com o coração, que é bom te ver,
E juntos, neste vinho, nos embriagar de prazer.
Aniversário
Num suave sopro o tempo flui,
entre os dias que se passam,
dedos e mãos se entrelaçam,
seu sol, girassol,
ilumina a estrada,
tece laços, trilha a jornada,
celebra o presente aniversário,
na batida do coração,
como doce melodia,
canta e dança a vida,
a poesia.
No crepúsculo suave, Victoria surge,
Entre estrelas douradas, seu nome se insurge.
Um sorriso que dança como raios de lua,
Seus olhos, faróis que minha alma flutua.
Victoria, a musa em noites de encanto,
Seu toque, poesia, como um doce canto.
No jardim do coração, suas pétalas florescem,
Um amor que no peito, eternamente enobrece.
Seus passos, suaves como brisas noturnas,
Despertam desejos, como canções taciturnas.
No palco do amor, Victoria é a estrela,
Cintilando na noite, como promessa bela.
Oh, Victoria, em teu nome a melodia se entrelaça,
Como uma canção de amor que o coração abraça.
Nas linhas deste poema, tua essência floresce,
Victoria, em meu ser, eternamente merece.
Deleito-me com o sabor do óbito, mirando o céu e contemplando o brilho suave das estrelas que, quando criança, imaginava serem ancestrais falecidos, ansiando pelo dia em que brilharei também.
Oh, doce beijo, como é divino o sabor dos teus lábios de mel. Tua mão cálida e suave, que afaga toda essa minha frieza. Teus olhos que desnudam minha alma e tua doce voz que aumenta cada vez mais o meu desejo por ti. Ah, rapaz, nem imaginas como mexes comigo, és um furacão, um tornado de emoções que nem sequer imaginas. - Escrito por uma sonhadora, tecelã de ilusões que jamais se realizarão.
Na sinfonia da existência, o silêncio ruidoso ecoa,
Hora suave murmúrio, hora tumulto que entoa.
O coração, palco de dúvidas, dança entre os extremos,
A quietude que acalma e o caos que fere com tormentos.
O amor, esse ator camaleão, nem em cena se desvenda,
Um drama de faces múltiplas, onde a verdade não está na agenda.
Terno e constante em um momento, feroz e impetuoso no outro,
O mistério de suas mascaras me envolve em seu jogo.
A paixão, a chama que cauteriza, a tormenta sem calmaria,
Entre o deleite e a dor, se desdobra em agonia.
Onde se misturam desejos e dilemas densos,
Num turbilhão de sentimentos, nos lança ao delírio de abismos intensos.
No mar de contrastes, desbravo, confiante,
Onde a ambiguidade entrelaça cada verso, cada instante.
No oceano das dualidades, descubro a minha essência,
Na coreografia das contradições, na sinfonia da existência.
Numa manhã ensolarada, galhos e folhas de árvores balançam em ventania, exalando brisa suave; um colorido homiziado em destaque nos coqueirais da Alvorada; um cenário perfeito para o poeta descrever a imensidão da beleza que se desenha no infinito de Contagem.
As Montanhas que nunca foram escaladas ,são aquelas que disponibilizam a briza mais suave e exubera beleza ,tolos os que não à beiram .
Quando a ideia de te amar surgiu em minha mente, como um sussurro suave na calada da noite... Você, como se pudesse ler meus pensamentos mais profundos, me lançou um olhar carinhoso e desenhou no rosto o mais belo e sincero sorriso.
Em silêncio, à beira do sonho, ele vigia,
O respirar sereno, suave melodia,
A lua, cúmplice, pelo vidro a brilhar,
Reflete o amor que ele sente ao olhar.
Seu coração, terno, bate em compasso,
Com cada suspiro, com cada passo,
De uma dança de paz que ali se faz,
Enquanto ela dorme, tão leve, em sua paz.
A mão dele afaga, sem a despertar,
Seu rosto tranquilo, em calma a repousar,
Ele cuida, em silêncio, guarda o momento,
Como se o mundo fosse feito de tempo.
Nos olhos fechados, ela sonha e vagueia,
Enquanto ele, devoto, tudo silencia,
Pois é no amor que ele encontra o sentido,
De ser seu guardião, seu eterno abrigo.
De Dylan
Para Ana Paula
