Suas Maos em meu Corpo
Tão de repente perto de mim
E essa solidão que me dói
E dói demais
Faz perecer o meu corpo
E vislumbra minha paz
Eu sou assim
Tão de repente perto de mim
E reconheço o meu fracasso
Eu sei o preço
Que pago
Mas quando dói
Eu sinto o fim em um acaso
Reconheço o meu pesar
Eu sei que não tenho culpa
Mas vou esperar
Mais uma vez a sua desculpa
Por desprezar
Essa dor
Que foi demais para mim
Eu sei que não tenho perdão
E eu entrego
Corpo, alma e coração
Pois não deixo de alimentar
Essa distração
Que por medo e receio
Foi criado pela emoção
De se desesperar
A minha porta está aberta
E eu sou todo teu
E o que me resta?
O que é meu?
E essa solidão que me dói
Não tem mais porque
Deixei de pensar, existir e fazer dessa emoção
Um jogo de brincadeira, sonho e ilusão
Agora peço a Deus para você voltar...
Se eu fosse algum rei, fosse teu Senhor
Eu proclamava, a tua boca um reinado meu
O teu corpo nu, meu santuário...
Se eu fosse algum rei, teu Imperador
Eu ordenava, teu coração a gostar do meu
Cada dia teu, meu calendário...
Inventava canções de rei,
Conquistava o teu amor,
Desobedeceria a lei,
Revelava quem eu sou
Te mostrava que só eu sei,
Onde tudo começou
Inventando canções de rei
Pra enfeitar o nosso amor...
Sai de mim ó anseio do teu corpo, que meu anseio se encontra á pensar, como sentir o apego se teu ego mais forte, quer ser cego meu coração vai de assédio em tua direção alcançar.
E é porque sinto meu corpo, os apertos, os lugares que coçam, os ruídos que ele faz, o calor, o frio, os sentimentos que se digladiam dentro de mim, os batimentos do coração que se aceleram, a dor de estômago, as percepções invisíveis, que eu estabeleço uma relação de interrogação e de diálogo. O corpo nos traz de volta a nós mesmos; ele não pode mentir
Sim, eu já ouvi...!
Pare de gritar na
minha mente
porque ela faz
meu corpo inteiro
se apertar
em um espaço
que não me cabe...
Me deixe só
por um instante!
Apague a luz
desligue o som
deixe o vento entrar
deixa meu corpo
respirar...
e meus olhos
descansarem...!!!
Meu corpo se contorce. Droga! Droga! Droga! Como eu saio daqui? Como eu saio desse lugar escuro? Preciso de ajuda, ajuda. Será que existe alguém verdadeiro nesse mundo para me salvar, salvar meu corpo e minha mente do fim?!' Vejo luzes, e quase do nada telões de puro sofrimento e de lembranças se acendem ao meu redor. O que fazer? Vivo procurando um caminho, mas dessa vez acho que estou seguindo o errado. Estou sofrendo, meus olhos se arregalam de pavor, de medo. E não consigo chorar. Minhas lágrimas secaram. Oh Meu Deus, o que está acontecendo. Porque Você está fazendo isso comigo? Então os telões de lembranças se apagam e eu não enxergo nada de novo. Deito ao chão, fecho os olhos. Com medo de que não irei mais acordar e com a esperança de que tudo seja um sonho.
Eu já não caibo mais nessa casa.
Tudo gigantesco ficou...
Meu corpo.
Minhas roupas.
Meus sonhos.
Minha alma, está grande em demasia, para um lugar tão pequeno.
Já não tem saída certa.
O relógio me oprime, perguntando: quando sairá daí?
Digo: Irei sair em breve, porque preciso existir.
Existir para mim, e para o mundo em si.
Lagrimas percorrem meu corpo, e embebedam meu ser de tristeza.
Nada pior do que ter tudo num amor e não mais que de repente tudo se esvair, e sumir. O que ser pior do que te ter e não ter ao mesmo tempo.
Sentir você dentro de mim e não ter nada de sentimento por fora.
Te amar e não poder estar com você, é como ir para um deserto e ficar em uma gaiola aprisionado onde mal se pode movimentar-se.
Deixa renascer dentro de ti o amor, deixa reacender a loucura existente, faz-me feliz de novo, preciso de seus braços, abraços, de seus beijos.
Eu te amo como nunca amei ninguém, e como jamais amarei. Tu és único. Mostra-me de novo o que sentes por mim.
Me refaz feliz.
A vassoura limpou a casa,
O banho lavou meu corpo,
A reza libertou o meu espírito,
E eu (...)
(...) fiquei sozinho, tomei o meu Lexotan e fui dormir
Como eu quero,como eu quero,
Sentir su corpo colado no meu,
Beijar seus lábios tão doce,
Te abraçar, te acariciar e me perder completamente de amor quando estou com você.
Uma droga chamada amor.
"Oh meu amor! A mim que me entreguei de corpo e alma, tu não deste valor... A ela que nem bem lhe tratava tu entregaste teu coração e teu calor.”
Outro dia passeando, respirando um ar que nem tão puro era, me sentei num banco da praça e me parei a pensar... As pessoas são tão ingratas, tenho a leve impressão de que gostamos de sofrer.
Naquela tarde o vento estava tão frio que quando tocava o meu rosto me causava arrepios, e eu ainda pensava... Ele não é assim tão bom, aliais, acho que ele é uma droga, uma droga chamada amor.
Enquanto estava ali sentada, observava os casais passando pra lá e pra cá, e eu continuava a pensar... Será que na verdade eu não tenho sorte com o amor? Ou o amor não tem sorte comigo?
Alguns casais aparentavam muita felicidade no olhar, outros até mais tristes, uns irritados, mais me deixe voltar aos meus pensamentos... Porque não escolhemos a quem amar? Se na realidade existem cupidos o meu perdeu os óculos, pois não acerta nada. Pra ser sincera eu não quero mais amar... Amar só me trás magoas e infelicidade.
Resolvi dar uma parada nos meus pensamentos e caminhar até em casa, chegando lá quem eu encontro? Ele! Estava na varanda a me esperar, o convidei para entrar, ele não quis nada, só queria conversar.
Antes que ele começasse a falar, seus olhos se encheram de lagrimas.
Ela resolveu te deixar? – Perguntei –
Me deixou. – Em prantos ele falou –
Então lhe disse – Não posso mas fazer nada por ti.
Ele chorando não disse mais sequer uma palavra.
Falei-lhe bem baixinho, enquanto enxugava as suas lagrimas – Oh meu amor! A mim que me entreguei de corpo e alma, tu não deste valor... A ela que nem bem lhe tratava tu entregaste teu coração e teu calor.
Era uma noite escura sem lua, as ruas estreitas fazia que o friu viesse diretamente contra meu corpo, um friu que fazia as ruas transpirarem e assim molhassem sua pedras.No longínquo via-se nitidamente a neblina que dobrava a esquina, que de tão densa parecia gemer ao se aproximar. Derepente encontro-me envolvido por ela, o medo surge no meu consciente,uma sombra parecida com um homem surgue a minha frente com uma capa de chuva preta que lhe cobria as canelas, botas tão negras que lhe confundiam com borracha molhada, suas mãos vestiam-se com luvas de couro, sua cabeça coberta com um capuz como se protegesse da chuva, seu rosto coberto até o nariz por um pano onde dava para notar sua respiração quente saindo pela boca, seus olhos unica parte do corpo descoberta golpeava minha mente com um olhar gelado e aterrorizante.
Quando dei-me conta ele estava ali dois passoa a minha frente. O medo começou a tomar maiores proporções, em sua mão direita um objeto reluzente prata, tento correr mas o medo ja desceu pela espinha e tomou conta das minha pernas.
Sera esse o meu fim? Morto na calada da noite por uma figura medonha que minha mente criou?
Como ousa ser tão perfeita?
Sem ao menos pedir licença?
Como ousa? Transformar meu corpo em nada;
meu coração em brasas;
minha genialidade em ignorância?
Ela...
Conhece cada cantinho meu, cada letra do meu corpo, cada som da minha vida, cada rabisco do meu Céu.
Meu corpo tem sede da sabedoria das pessoas.
Meus olhos buscam ver o brilho desta vida.
Minha boca fala o que quer.
Meus ouvidos são as portas para o meu amanhã.
Ando e busco sempre novas companias, pois jamais penso em viver na solidão.
Quero matar a minha sede com o amor e odio de todos que habitam esta terra.
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