Sua Amizade e o meu maior Presente
Se eu ando sozinha? Não, claro que não, ando com minha criança interior, meu eu superior, meus mestres ascensionados e meus demônios internos. Nós gostamos de andar em comboio e temos uma combinação estabelecida.
Essência do Sol
És o sol no meu horizonte,
Clareando a vida em cada instante.
Teu brilho, farol constante,
Ilumina meus caminhos distantes.
Teu amor, pura serenidade,
Transcende a beleza e a vaidade.
Em tua essência, encontro verdade,
Simples e plena, sem necessidade.
Não preciso de ouro ou prata,
Teu sorriso é o que me mata.
Na simplicidade do teu olhar,
Todo o meu mundo vai se moldar.
Abraços teus, laços fortes,
São meu abrigo, meu norte.
Em cada gesto, amor genuíno,
Construímos um futuro divino.
Na jornada que juntos trilhamos,
O material deixamos.
Pois na alma e no coração,
Encontramos nossa maior razão.
Caminhemos lado a lado,
No amor puro, despido e sagrado.
Pois és meu sol, meu céu, minha luz,
A razão pela qual meu coração reluz.
Eu quero ao meu lado pessoas que contribuem para o meu crescimento, que me inspiram a ser melhor a cada dia.
Pensamentos
Busco aprimorar o meu ritmo
Para acompanhar o algoritmo
Escrever com mais legibilidade
Treinar para ter mais velocidade
Muitas atitudes agressiva-passiva
Expressei na minha escrita cursiva
Cansei de viver sempre na defensiva
De esperar uma habilidade exclusiva
Alterno bastante o meu dialeto
Não tenho somente um apelido;
Brinquei com o meu idioma materno;
Acho interessante um axioma moderno;
Talvez eu possua um diferente linguajar
Quero ser bom em uma poesia singular
Criei uma das melhores melodias
Na minha rápida estadia de 90 dias;
Eu aceitei que é solitário a liderança;
É bíblico, lá eu encontrei temperança;
Enfrentei a mais profunda insegurança
Estava fazendo tudo pelo meu bem
Fiz um estudo pesado sobre a origem
Encontrei todos sentidos da expressão
Queria saber de onde vinha a derivação
Estudei caracteres, da criação a aplicação
Penso em você logo que acordo, você é sempre meu primeiro
pensamento do dia, logo que abro os olhos, já me vem a sua imagem à cabeça, ultimamente já acordo sorrindo e o motivo é você
Me lembro de quando eu era criança
Brincava debaixo do sol
Agora sou aduto vejo as rugas em meu rosto elas estão aparentes
O passado se foi !
A infância se foi, sinto ameaçado
O meus super heróis todos se foram
Sou ameaçado pela sombra do sol
Agora o sol já não brilha mais como
Era antes
Tudo passou tão depressa
Ontem eu era criança hoje sou um
Homem
O sol já não brilha mais como
era antes
O sol já não brilha mais como
era antes
Me lembro de quando era criança
O sol brilhava como um diamante
Agora já não brilha mais como era
Antes
A infância se foi, descobri que a gente
Deixa de ser criança muito cedo
O sol já não brilha mais como
era antes
Não brilha mais como era antes
Agora sou ameaçado pela sombra
Estou envelhecendo , não consigo
Mais carregar o fado da vida
Meu coração já não bate como antes
Minhas pernas já não tem força de
Quando eu era jovem
Vivi e aprendi com os idiotas e com os
Sábios, a vida de criança se foi!
Talvez amanhã Deus me leva embora
Meu vazio chora veemente. Porem nenhuma lagrima escore de meus olhos. Mais profundo que meu amor, só a lacuna em meu coração.
Estou ficando sem ar, com pulmões ínfimos para todo meu respirar.
Sufocando ate desmaiar.
Com demasiado ar para me expressar.
Sinto que vou inflar.
Vertendo sentimentos.
Enjoada de falar, com dores demais para lidar. Que vontade de vomitar.
ENCANTADA FIGURA
Versos sucintos do meu sentimento
nunca me surgiu quando tinha a vos
que a criação poética fosse tão algoz
em tão dolorosas toadas de tormento
Prantina e ruídos no meu pensamento
suspiro ao vento, e o tempo tão atroz
de uma saudade gritante, ah! dura voz
pois, sobre a tristura fiz fundamento
Rima com nervosa sensação, aparece
a solidão, e agonia no ritmo murmura
e em cada versejar uma amarga prece
Ó soneto sofrente! ó cruel desventura!
nos meus versos tu ainda permanece
e na inspiração uma encantada figura.
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
08 julho 2024, 20’35” – Araguari, MG
Hora d'alba -
Não te esqueças, à hora d'alba, meu amor
quando me vires dormindo no silêncio da vida
que nunca vivi por mim mas por te amar
até àquele instante da nossa triste despedida.
E aqui, sem ti, não me resta nada mais,
mas se assim é, se assim vivi, agora,
todos vós que me assistis porque procurais
entre os vivos quem morre de hora a hora?!
A noite perdeu-se da madrugada
o dia reclinou amargamente frente á Lua,
ao fundo, já se vê o fim da estrada
e o movimento da casa continua ...
A hora d'alba vestiu de luto todo o corpo
ficou vida nas entrelinhas por viver
ergueu-se a solidão nos versos d'um poeta
e tudo o que ficou nas nossas bocas por dizer.
Nesse dia tão especial, eu queria mais uma vez declarar-te o meu amor. Com todas as minhas forças desejei sair do lugar comum, dos batidos e óbvios clichês e imaginei uma aura perfumada de luz e encanto envolvendo-te, um canto de anjo, um poema ricamente rimado com versos significativos e ternos como o amor que sinto por você, mas como sempre esbarrei na semântica, nos limites da palavra, nos muros do 'eu te amo', então que seja um 'eu te amo' poético esse meu desejo singelo, esse meu amor imortal.
A força que criou o firmamento e o lotou de estrelas é a mesma que criou você para brilhar no meu coração e encher todos os cantos da minha vida de luz.
A Penumbra do Âmago Melancólico.
Novamente volto à penumbra, um local onde meu âmago melancólico, que um dia virá a ser eu novamente, como uma força brutal da natureza, me obriga repetidamente a ser aquilo que mais me causa náuseas. Essa força me compele a contemplar gritos tenebrosos presentes em signos e códigos indecifráveis que ecoam aflitamente na imensidão oca que habita em mim.
Em vão, tento buscar uma alternativa, mas como Drummond disse, "os muros são surdos". Sinto-me forçado e aprisionado em um quarto decaedro que me puxa em direções opostas o tempo inteiro. No centro desse quarto, onde os gritos dão espaço ao vácuo, aquele ser tão deplorável dá lugar a apenas uma imagem: o "POR QUÊ?".
Se disser que a amo
Sou um criminoso e devo morrer por amar
Porisso o meu amor por ti eu escondi entre os versos desses meus poemas que irás queimas por desprezo teu
Pois os poetas não nasceram pra amar neste tempo
Meu amor por ti eu silenciei comigo o levarei
Quando repousar
Nesta vida não a mais lugar para os poetas que se apaixonam
Porisso aprisionei o meu amor como minha sentença pelo crime de ti amar.
Cai a chuva. Que espanto! De novo!
Em meu rosto, a chuva e seus traços.
Lembranças, em mim, pra sempre gravadas. Gotas projetadas, rios de sombra, assombros e luz.
Som de chuva. Torrencial, potente e constante. Terra lavada, orgulho levado. Poesia líquida, sem regras. Letra e música. Melodia esquisita. Ritmo sem graça tem essa sinfonia de pingos!
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