Sou So um Palhaco
Felicidade é um momento, aquele que é único e que nunca se repete. No entanto,
não nos impede de fazermos do próximo ainda melhor e inesquecível.
Sua boca é apenas um pedaço,
Do céu que eu abraço.
Loko por seu corpo,
Quero estar em seus braços,
Desejar estar no topo,
E seguir seus passos.
Sua boca beijar,
E de amor te saciar
Amei tanto, que doeu mais um tanto
Mas de tanto doer eu aprendi que não foi amor,
Se fosse amor eu não adoecia.
Criada sem espaços em branco
Sua vinda foi a verdadeira vida de um anjo .
Desde pequenina escolhida Sofia .
Viva Lá Vita
O valor da minha vida é um peso desconhecido,
Da minha própria não meço pois sei o que é ter que a ter sido,
Que a vida vale o valor do amor e o preço de o ter vivido,
Vale a minha dor pelas amostras que te dei depois de ser esquecido.
Mas ouvi dizer da vida que pelo cano se mata.
Que pelo desengano o cravo vermelho vaia o tirado.
Tirano a quem o diabo passou rasteira à força da chibata
Lhe foi finda a vida à cabeçada, caído da cadeira forrada de napa.
Oh vida quanto valor tendes
Pra chuva que do vapor pendes?
Oh vida quanto valor tendes
Pro vento e para as palavras que trago cá dentro?
Oh vida quanto valor tendes
Pra luz que auguro tirar-nos do escuro?
Oh vida quanto valor tendes
Pra flor que de ti ceifo e ofereço ao meu amor?
Produto da equação sem diferença nem matemática,
É o grito do Ser que faz estremecer toda a galáxia.
Pergunta errante a quem navegou miríade de anos luz.
Vida que me seduz a ilusão de criar unidade de medida,
Deslumbro a aurora sei que vivo num núcleo sem saída.
Esfera do mundo onde tu vida deixaste por todos os lugares,
Aurora boreal centelha nuclear que separas a morte do imaginar.
Vida, fractal infinito que redopia no tecido espacial,
Viver que me permite falar de ti mesma e ao mesmo tempo ser
A mim próprio digo aquilo que não podia dizer sem viver.
Foi chuva que me deu a parra da uva e o vinho.
A vontade de ser eu a redopiar sozinho,
Pelas ruas do pender à sorte de tostão ter,
Que me fez ver o quanto a vida podia valer.
Foi vento que me segurou na estrada do verter,
Atento e sem contratempo à sorte do escolher,
Se as palavras que trago cá dentro são morte
Ou escritas frases que ditam as alegorias do viver.
Foi luz que trouxe a mente da outra ponta norte,
Que me ofereceu a mais humilde água-forte,
Que guardo para não desvanecer do por do sol,
Porque a vida é maior valida se for a ver o sol nascer.
Foi flor que ainda vive nas veias do meu amor,
Que ceifei da vida pro saber como dar valor à minha dor.
Orquídea, antúrio, cravina, gerbera ou girassol,
Vida é deixar florir a flor onde se alimentará o caracol.
Busquei a entender o que não éra compreendido! por muitas águas que vivi, hoje eu vivo um sonho que foi perdido
AH, QUE TEMPO BOM
Ah, que tempo bom!
Nesse sorriso incontido
morava um traço
do mundo ideal
que nem mesmo em sonho
poderia ter sido previsto.
Ah, que tempo bom!
Em meus braços
eu registrava o afago
e a alegria de amigos
nos tocávamos
antes de sermos proibidos.
Ah, que tempo bom!
Tempo que não volta
Tempo que só vai.
Chegou o tempo
de nos afastarmos
e de fechar a porta.
Foram tantos nãos na vida, vindos de tantas fontes diferentes, que quando ouvir um sim corre o sério risco de ter um trosso com o susto que vai levar.
NADA como um bar com mesa de madeira! Se alguém tosse, já isolo na hora com as três batidas TRADICIONAIS do ISOLAMENTO.
Nação alguma cresce pela truculência. Vivemos num Estado Democrático de Direito, e divergir, é um dos fundamentos da democracia.
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