Sou So um Palhaco
RESPEITO
O respeito é um princípio fundamental que dá sentido, consistência,folga e sabor às relações humanas.
Quando praticado não somente ao nosso semelhante,mas de maneira sistêmica,todos ganham: o homem e o meio ambiente.
O direito e a justiça que 'brotar' ou 'correr',ao nosso favor-ou não, será uma consequência desse proceder.
- 07.04.16
O ódio é como um brasa interna que queima como um capaz de emprestar calor ou arrastar o que encontra pelo seu caminho. Essa raiva indefinida é também uma força interna. Pode ser o motor de grandes ações, mas também o calor infernal onde se consomem os mais felizes momentos da vida. No ódio, há sempre um assunto que está pendente com você mesmo, nunca com os além da justa medida. Eles podem ter culpa, mas não o absolve da ira. Você deve resolvê-la e, provavelmente, precisará de ajuda talvez celestial ou até profissional. O que está esperando? Vai à luta, meu irmão. As pessoas vão te aturar por um tempo, mas não todo o tempo. Se liga enquanto é tempo.
A vida é como um jogo de xadrez, nunca jogue uma peça sem ao menos ter uma estratégia, se não você pode e levar um cheque mate na vida!
não vou dizer que as minhas memórias seriam especificamente felizes quanto uma criança comprar um doce. coisas pequenas nos fazem felizes. essas coisa pequenas que faltam em vilões e pessoas depressivas.
O amor
O amor é como estar em um paraíso repleto de pássaros;
O amor é como mergulhar em um mar de rosas;
O amor é como dar seu primeiro beijo sobre o luar;
O amor é como dormi todos os dias de conchinha;
O amor é como Romeu e Julieta, o sol e a lua, o céu e o mar;
É isso, O amor é estar todos os dias com você.
Era suposto sermos como um conto de fadas... "Felizes para sempre" mas deixamos que a realidade falasse mais alto e que o amor acabasse.
O animal vive com uma sabedoria que não tem evolução.
O homem vive com um conhecimento em estado de evolução.
nada tem contexto,
pois não tem amor,
não tem um paradigma para que me ame,
do além diga que me adora e me joga fora...
para aonde olhe sempre terá um pouco de você.
olho o horizonte que está morrendo tão perto de você,
que penso até em chorar e acabo rindo porquê?
tudo não passa de um sonho bom.
Fim de tarde
fins,
rola, deságua...águas.
Bate saudade, fica
de você tudo
um bocado em mim.
Disfarço
finjo,
faço que não tou nem ai
não vejo:
camisa vermelha, jeans.
Me engano, engano...
fingir é a saída, o preço
pago !
Decepções com pessoas ou situações,nos jogam em um fogo cruzado.Para não ser metralhado é prudente agir com cautela e sabedoria, evitando confrontar ambas as partes.
Dizem que somos apenas pó quando nos vamos.
Um retrato temporário na prateleira de alguém.
Quero te dizer: Neto querido.
Que mesmo que o pó pouse, sobre uma imagem que passou..
Minha alma no passado que só a mim importa.
Minha alma radiosa, te olha, além do retrato desprezado e te diz nem o tempo,
Nem o esquecimento fará esquecer o dia que te vi pela primeira vez.
Sonhar acordada
Um vendaval de sonhos
minhas npoites atravessa
mas o que sonho de dia
na verdade é que interessa
com eles eu me aqueço
me preparo com teimosia
num certeiro arremesso...
mel - 06/03/2014
Pato selvagem:
Era uma vez um bando de patos selvagens que voava nas alturas. Lá de cima se via muito longe, campos verdes, lagos azuis, montanhas misteriosas e os pores de sol eram maravilhosos. Mas voar nas alturas era cansativo. Ao final do dia os patos estavam exaustos.
Aconteceu que um dos patos, quando voava nas alturas, olhou para baixo e viu um pequeno sítio, casinha com chaminé, vacas, cavalos, galinhas… e um bando de patos deitados debaixo de uma árvore.
Como pareciam felizes! Não precisavam trabalhar. Havia milho em abundância.
O pato selvagem, cansado, teve inveja deles. Disse adeus aos companheiros, baixou seu voo e juntou-se aos patos domésticos.
Ah! Como era boa a vida, sem precisar fazer força. Ele gostou, fez amizades. O tempo passou. Primavera, verão, outono, inverno…
Chegou de novo o tempo da migração dos patos selvagens. E eles passavam grasnando, nas alturas…
De repente o pato que fora selvagem começou a sentir uma dor no seu coração, uma saudade daquele mundo selvagem e belo, as coisas que ele via e não via mais: os campos, os lagos, as montanhas, os pores de sol. Aqui em baixo a vida era fácil, mas os horizontes eram tão curtos! Só se via perto!
E a dor foi crescendo no seu peito até que não aguentou mais. Resolveu voltar a juntar-se aos patos selvagens. Abriu suas asas, bateu-as com força, como nos velhos tempos. Ele queria voar! Mas caiu e quase quebrou o pescoço. Estava pesado demais para o voo. Havia engordado com a boa vida… E assim passou o resto de sua vida, gordo e pesado, olhando para os céus, com nostalgia das alturas…
(Ostra feliz não faz pérola)
Melania Ludwig
17 de junho de 2013 próximo a São José do Rio Preto ·
00,01 horas
Ouço um ronco sonoro vindo do quarto
Alguém aqui já dorme como anjo...
O motor de um freezer ligado faz seu gemido característico:
sinais dos tempos modernos...
Estou tentando decifrar mais uns estalidos
mas não consigo defini-los...
Casa nova tem disso?
Depois que o vento se foi
parece que tudo resolveu se acalmar...
O silêncio virou breu
e eu vou voltar pro quarto meu...
mel - ((*_*))
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