Sou seu Quase Amor Odeio meio Termos
Em meio a dor, prefiro dormir...
E em sono profundo talvez tenha a sorte de sonhar, e quem sabe em sonho eu possa ser feliz.
Meio dia
O horário foi marcado por telefone! Só uma hora prazer, se quiser mais tem que pagar.
Não sei o nome, só quero o dinheiro.
Abre a porta e começa o prazer!
As vezes converso, as vezes não!
O horário já acabou!
Vem o próximo, vem o dinheiro.
A noite caí e os outros clientes vão chegando.
As portas do submundo estão abertas.
As pessoas vão e vêm atrás do prazer!
O horário já está marcado.
Eu preciso me encontrar ?
Sim!
Encontrar à mim mesmo, é tipo me procurar no meio da multidão, e mesmo que pareça tão difícil, mesmo que eu não possa fugir de mim em meio a tantos amores falsos, vendidos, maravilhosos, intensos, gostosos.
E Mesmo que lá no fundo, é um vazio tentando envolver com outro coração com um coração que parece desocupado e ainda espaços.. vagos e avulsos.
No meio do depois e do antes da pessoa que queremos ser, há sempre um tempo de medo porém também fé, força, coragem e foco.
Em meio ao relento...ao vento,sem dia,sem sol,sem noite,sem lua, a vida é mesmo muito crua,multidão sem ação,pessoas na pura assombração,mundo sem chão,tudo girou e o mundo se esvaziou o tempo congelou.
Vida tranquila.
Feliz daquele que mora
cercado dessa beleza
no meio da verde flora
e com fartura na mesa
o aperreio se evapora
com café feito na hora
apreciando a natureza.
Meio de vida!
O trabalho é na medida
não precisa ser demais
uma maneira sugerida
é não se extressar jamais
e a pesquisa consolida
terá mais tempo de vida
quem cuida dos animais.
Meu eu criança
Ao Longo da vida adulta busco esperança
Em meio a nostalgia retomo meu eu criança
Volto a fazer tudo de forma inconsciente
encher meus responsáveis de perguntas inocentes
Ao vê-los se reunir me saio e logo vou
Com eles não converso pois adulto ainda não sou
Mãe! Por que a lua se chama lua?
Sem obter resposta pego a bola e volto a brincar na rua.
Em meio a tantos padrões sociais, nossa maior expressão de liberdade é aproveitar a graça de ser e ter a si mesmo. Lembremo-nos que carregamos uma identidade singularizante e é justamente isso que nos faz colher a alegria de, em todo tempo, provar o melhor daquele "melhor que nos é possível".
Em meio ao desespero, dor e agonia tornam surda a razão questionando: a ambição diante dos preceitos de uma vida. Fé em Deus determina tal escolha.
E assim, do nada, você decide que pode viver sem mim, e bota na nossa história um fim.
E eu meio que morro, que me vejo sem vida perambulando pelos lugares que já passamos na esperança que te encontre e você perceba que ainda me ama, e me abrace, e me peça para voltar...
Mas não...eu nunca mais vi você passar por ali. Aos poucos a nossa história vai sendo apagada, vai se tornando um borrão, vai se desfazendo, se diluindo...
E eu já não sei mais o que fazer com esse amor que virou dor, e que dói, dói, dói, sangra e arranca a casca da ferida todos os dias.
Eu só queria te ver de novo, pra pelo menos mais uma vez, me ver dentro dos teus olhos, já que do coração, você já me tirou de vez.
Passeando na calçada...
Dei de cara com a sua fachada...
Você me olhou meio debochada...
No coração tive grande estocada...
Senti que seguiríamos a mesma estrada...
Moraríamos sempre na mesma pousada...
E, por mim, você estaria sempre apaixonada!
Pedro Marcos
Ando meio estressado com:
Sentimento sem valia.
Palavra vazia.
Sorrisos forçados.
Corações gelados.
Pedro Marcos
CLIMA, AUTO ESTIMA
O teu beijo, meio assim sem jeito
me flecha o peito, deixa-me,
assim, caído, morto satisfeito...
Com essa horta batendo!
Com esse coração pulsando...
Nada! Nada mais é tão direito,
tal qual, o direito de me ver...
Me vendo, amando.
Em seus beijos sob desejos...
Eu me vejo queimando-me nesse
anseio louco... Declive abaixo,
aclive arriba... Poetando versos
transformando o mundo em rima
... Seus beijos, são clima de alto estima
que aclima o clima da minha vida.
Antonio Montes
As pessoas me apavoram, em meio as pessoas, eu entro em pânico, já que o meu problema são os outros. Saio para um lugar solitário e lá não tem ninguém para me consolar: Eis meu dilema!
