Sou Pessoas de Riso Facil e Choro Tambem
Faz-me Bem
Toda essa beleza que vejo em você,
Faz-me tão bem;
Todo riso que estampa seu rosto,
Faz-me tão bem;
O brilho dos teus olhos me olhando,
Faz-me tão bem;
A voz que canta meus ouvidos,
Faz-me tão bem.
Notaste o quanto sua presença
Faz-me bem?
Olhe nos meus olhos,
Sussurre palavra qualquer,
Dê-me um sorriso
E sinta-se bem.
É tão díficil seder as lágrimas e controlar o riso.
Conjunto da felicidade com a trizteza, me traz algo familiar, me traz até doce lembranças de coizas em que a felicidade e a trizteza, me angustiava um olhar.
Eu sinto o desejo de sua saliva.
De você nem se fala!!!!!!!!!!!!!!!
Eu amo desde o seu riso até o seu choro.
A dor do amor está em mim!
Você me disse não.
Eu não esperava isso.
Consegui lhe dizer
apenas duas palavras:
TE AMO!!!
E não quero tentar entender,
por mais que eu sofro, no fundo
não vou lhe esquecer NUNCA!
A alegria quando surge sem ser chamada é um bom sinal, não existe sorriso forçado nem riso de aparência, é espontânea e cura muitos males".
Pode ser só mais um dia, de milhares de dias, que se sucedem, e sempre. Mas algum momento meu riso chegou lá do fundo me trazendo a maior esperança do mundo, e te dizer que você é o amor da minha vida.
Quando damos um só riso de felicidade, os ecos se espalham pelo universo inteiro, deixando todos os astros mais iluminados.
(Trecho do livro Pena Dourada)
“Eu me viciei no seu riso,
Por mais que eu nunca tenha o visto.
Acostumei-me com a sua voz sonolenta
me saldando boa noite diariamente.
Acostumei a sonhar com eu e você,
mesmo sem nunca ter nos visto juntos.
E a viver em um mundo só nosso
sem ao menos saber se você existe...”
Lá vem meu riso
Na passarela
Lá vem solto
Na zoeira
Zombando das tristezas
Cantando as alegrias
Lá vem meu riso
Batucando
Dançando com a saudade
Abraçando a melodia
Lá vem meu riso
Na madrugada
Flertando com os sonhos
Cantando rimas
Versos
Poesias !
Foi no teu riso que cantei a vida
Foi nos teus olhos que encontrei o mar
Te fiz músicas, poesias...
Vi cores !
Com você descobri encantos
Cantos,
Conjuguei o verbo amar.
FIM NA ESTRADA
O morto na beira da estrada
não tinha riso
não tinha nada.
A alma estava triste...
Com o olhar seco e profundo
como se tivesse perdido tudo.
Não importava mais o mundo
seus olhos, prostravam-se indiferentes...
Desprovido de lagrimas...
Não mais chorava.
N’àquele instante, ali...
o ar se fazia frio
o vento, não ventava
pássaros não cantavam
Uma sombra de mal goro
pairava sob o ar.
N’àquele momento nada se ouvia
Exceto... cri, cri de grilos...
Revoar de morcegos
E o gorjear de corujas.
De repente!... Visitas
expressões de fim
mimica de perca
O mundo estava perdido ali.
E nesse ínterim...
Brota uma mistura de choro
cochichos de bramuras
a falta de esperança
o desprezo de uma cura.
Os sentimentos estavam
pendurados nas margens do abismo
a cisma prostrava se inquieta
Uma interrogação no ar...
Porque que o mundo é aqui?!
Antonio Montes
Trago teu riso em mim
Tocando
Dedilhando meus versos
Cantando meus sonhos
Loucuras
Desejos de amar !
