Sou o Brilho dos seus Olhos ao me Olhar
Estou perdida não sei o que faço, aliás, eu sei. Abrace-me, beije-me, olhe-me com estes teus olhos que assim me encontrarei de novo.
SONETO XXII
Quando a amei nao sabia o que fazia
Olhava em teus olhos e nao sabia o que diria
E nem sempre soube o que dizer
Mas bastava ter voçe
As noites eram sempre um sonho
Que aos meus olhos causavam enganos
Enganava o mundo ao meu redor
E nunca voltava pra este mundo só
E amei com toda força do meu amor
A ponto de ferir-me mortalmente com a dor
E um dia descobri como estradas
Que tudo deu em nada
E que as coisas que estao no tempo
São passageiras e jamais reveremos
Toda noite, todo dia,
Eles não param de aparecer,
Esses olhos de maresia,
Sempre vêm me embevecer.
Nos espelhos, nas estrelas, no luar,
Os olhos de maresia,
Parecem estar em todo lugar,
Como se fossem obra de magia.
E a cada nova aparição,
Mais perfeitos são!
Pobre dos meus olhos cheios de covardia,
Sempre são hipnotizados de tal jeito,
Que despertam alguns efeitos...
Quase que insanos.
E mesmo que se passem vários,
Ou apenas poucos anos,
Esses apelíneos olhos de maresia,
Não vão sumir do meu imaginário...
Eu não sei explicar o porquê,
Eu só sei...
Porque aos vislumbrar uma só vez,
Senti que me apaixonei!
Por esse olhar que trasborda nostalgia,
Um olhar cheio de maresia...
Um olhar pertencente a você,
E é onde se esconde talvez,
A minha eterna alegria.
Você pediu uma cachaça,
Olhou estranhamente pra mim,
Quando reprovei seu pedido.
Olhos de mel, madeixas carmim,
Seu fascinio não pode ser escrito num papel.
Esse sorriso,
Que aparece sem aviso,
Chama atenção como a mais bela vitrine,
E conquista qualquer coração perdido.
Realmente, Aline,
Você é uma menina sem igual,
Que atrai mais que o natural,
Conquista tudo sem querer,
Roubou a amizade,
Dizendo intenção não ter...
É, você é uma pessoa que tem o mais cruel poder,
E nem sabe o porque...
Pelo menos,
Você não é odiosa,
É do tipo carinhosa,
Por isso nossa amizade dá tão certo...
Eu sou mais despojado,
Por isso tu me quer por perto.
Mesmo que isso te custe um colar,
Mesmo assim,
Tu vai querer me cativar,
Pra que nosssa amizade vá aumentando.
Se tornando um vício... Me alegrando,
Com conversas meio sem sentido,
Ou risadas alopradas,
Logo, acho que nunca ficarei arrependido,
De ter te conhecido.
Garotinho, eu preciso de você. Garotinho, não feche os olhos. Garotinho, agora você me vê? Garotinho não beija ela na minha frente. Não garotinho, você não me vê, estou na sua consciência, na verdade, acho que sou sua consciência. que precisa refazer a raiz logo do cabelo mas logo ficará morena de novo. Isso Garotinho, pense em mim quando for dormir e me imagine.
No intervalo o amor tornava-se a si mesmo, fugindo.
Ela corria com os olhos verdes claros que entre manchas de água se tornavam mar de agua salgada
Salgando a boca que no impulso beijei, Fechava os olhos e o coração batia além do meu corpo que me doía todo, sem mais nem menos eu descobri que toda essa dor era de certo alguma forma de amor.
Sento-me à janela de olhos fechados,
imaginando o estalar distante da música que vibra em meu coração.
Vejo no pensamento os encantos a que gostaria de tocar numa noite qualquer. No
enxergar dos meus olhos,
a paisagem desajustada é desinteressante e seca.
Não seca de calor,
mas de infelicidade que é olhá-la e não sentir um mínimo de prazer.
E o que não vejo,
está destituído em um momento longe,
um encontro nunca encontrado.
E o que vejo são os restos de um retrato que nunca me despertou encanto.
Aprimorar esse instante em versos e cantos seria afundar na melancolia,
um exagero por demais incômodo pra mim.
Mas o que me resta disso tudo é respirar profundo e emudecer meu grito.
E quando me olho verdadeiramente,
me sangro com tantos incômodos vazios e sem propósito que se deslocam verozmente
em minhas veias.
Trecho;
"Tive tais ciúmes pelo o que podia estar por traz daqueles olhos negros.
Não pelo oque havia diante deles, ou acima deles...
Tive tais ciúmes do que nunca pôde ser exprimido.
Talvez a razão desses ciúmes estivessem a ser delatados no olhar mentiroso ao me olhar.
Ou nos gestos que adoravam falar por eles..."
Mas digo sim, que mesmo confuso, perdido
Esperas por mim
Os meus olhos fechados Te enxergam bem perto de mim;
OLHOS DE CANDURA
(à Sofia)
São eles que eu mais amei na vida inteira
“Olhos de candura!”
Infindas doçuras, apareceram puros na vida.
Uns olhos de candura que assim
Fitou-me com um amor maior, chegou enfim pra mim...
Tem tempos que em nossos olhos brotou um rio de amargura
Por pensar como estariam aqueles olhos de candura...
Depois de um tempo se aprende que não há nada
que se faça pra que se desfaça
da candura dos olhos daquela menina
a minha preferida
a que tem os olhos que mais amo nessa vida!
Uns olhos de doçura
que estão presentes na minha saudade
e acalmam a minha desventura...
Ficarão na eternidade
e presente por toda a minha vida
o infinito desses olhos de candura!
OLHOS QUE VIDRAM.
Uns olhos que nos vidram!
De plenitude quando azuis, de esperança quando verdes
Qual a cor desses olhos que nos seduz?
Cristalizados de uma meiguice, tamanha sorte
Quem deles pode fazer posse!
Deixe-me olhá-los sempre a mercê da nova aliança
Vida farta de um “pra sempre” inolvidável ecoar das esperanças
Que são brandas ao ver teu olhar!
Uns olhos que nos vidram
Uns olhos que convidam
A mergulhar profundo num verde-mar
Ler não é apenas “correr” os olhos sobre as palavras, e sim, apreciar o significado de cada uma delas.
Fechar os olhos nunca doeu tanto...
Na verdade não é fechar, é abrir...
Saber que nesse simples piscar de olhos você não estará mais aqui...
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