Sou Apaixonada pelo meu Namorado
Poeticamente sou uma sonhadora que me faço mil loucuras...me crio, recrio, me
invento...me visto de versos, me cubro de poesias, me fantasio de sonhos para te ter em mim.
Sou mulher valente, não desisto de acreditar na força do amor que move o mundo,sou silêncio, luz,encanto e ternura, tem dias que sou tempestade, meu silêncio é o grito da alma que desperta a minha consciência.
Assim sou eu, mulher de fé, não temo mal nenhum, Deus esta acima de todas as coisas, por isso eu vivo o plano mais lindo que Deus traçou para mim.
Ainda prefiro o mundo sem essa tela da modernidade. Sou mais feliz quando posso te encontrar em qualquer canto dessa cidade.
Quando o vento sopra contra mim e os problemas tentam me abater, eu me lembro: O Grande Eu Sou me enviou!
Hoje tenho cheiro de liberdade,liberdade não sou mas só o cheiro me agrada e me assusta, me sinto como um passarinho de cativeiro com asas para voar mas medo de sobrevoar e ser decepcionado la fora.
Não sou mais humano a muito tempo
Nem sei o que é ser humano mais,
Sinto a vida dos humanos
Seus adores e sabores,
Puramente humanos,
Sangue é um alimento
Seus prazeres florescem na alma...
Como os anjos deram suas dadivas humanos?
Amor é uma dadiva para únicos,
Fazem dessa dadiva que querem se nem sabe usa la!
As únicas coisas que fazer é sentir prazeres...
Além de qualquer maneira...
Eu sou a inconsistência da existência não dita; sou a nascente adjacente ao qual de oposta esta a frente. Eu sou a certeza perante a dúvida com a convicção de certezas justas. Eu sou a verdade em pleno pleito, que mesmo sem jeito luta para prevalecer juntos aos porquês. Sou criatura infame, ardente, complexa, sou feito de água, palavras, ventos e reticências; sou alguém que se descobre e se encontra a cada dia. Eu sou alguém que em pleno ao sonho nunca o deixa morrer, esse sou eu, e esse sempre será o meu ser.
Não fui, não sou e nem serei o que realmente desejei ser. Amanhã, certamente me descobrirei outra pessoa.
POETA
(auto (des) afirmação)
Não sou um poeta,
seria uma ousadia,
assim pensar,
mas, sinto-me, às vezes,
como um deles – utopia, sei lá...
Carrego, de muito jovem,
o gosto pela literatura – a poesia.
Aprendi a ler,
escrever e admirá-la.
Ganhei dos poetas,
das rimas,
apenas a vocação
e, vez por outra, até me inspiro...
Raramente lírico,
realista sempre...
Poeta?... Não, não sou,
nunca fui...
Minha débil aptidão (julgo)
tem me sonegado, até hoje,
essa maravilha: o Dom de ser um poeta...
Eu não sou uma aberração
Eu nasci com a minha arma livre
Não diga que eu sou menos do que a minha liberdade
Sou veleiro por ti a navegar
És mar sereno onde estou a singrar
És vento a minhas velas inflar
Vou rumando para ti
A mulher por quem vivo a sonhar.
Humberto Leão
