Sorrisos e suas Risadas
A vida é uma montanha russa,é medos,sensações,
lágrimas,sorrisos,altos, baixos,mas só quem pode provar,quem se atreve sentir.
Só eu conheço meus bastidores,sorrisos,lágrimas, dores,modesta parte até dou razão aos admiradores.
Se não valorizou os sorrisos que te abri,não volte na minha porta atrás de drama,ou te indico o cinema mais próximo.
O que eu quero da vida?
Passos largos,correndo para um abraço apertado.
Sorrisos frouxos,laços firmes.
Saudade abatida,vontade de vida.
Se nos foi concedido lágrimas até aqui, seremos ainda mais merecedores dos sorrisos que haverão de nascer.
Não guardo beijos, não economizo abraços, não raciono sorrisos, não controlo os olhos. Meu peito é um espaço aberto à intensidade, onde cada batida é um convite à entrega total.
A liberdade é sentir o que arde dentro. É deixar que as chamas da paixão consumam o medo.
Não sou avarento com o amor, não sou mesquinho com o desejo, eu dou tudo, eu me dou em tudo, sem calcular o preço.
Meu coração é um território sem fronteiras onde o amor é a única lei, a única verdade. Eu sinto o que preciso sentir, eu amo o que preciso amar, e nessa entrega, encontro a verdadeira liberdade.
(“Desperdício de Alma”, de Douglas Duarte de Almeida)
Nem todos os sorrisos são de alegria; nem todo amigo é de verdade; nem toda felicidade é real; nem toda saudade é pra sempre. A discórdia um dia vai acabar e o Amor de novo reinará.
"Como é magnífico o poder que pode haver em certos sorrisos que brilham.
Desses, que fazem nosso coração se iluminar"
Eu sinto saudade
de todos os risos que dei
E de todos os sorrisos
Que porventura tiver causado
Eu sinto saudade das conversas
de todas as conversas que não tive
Sinto vontade de escrever versos
Que falem sobre elas
Mas quando tento buscá-las
As lembranças e pensamentos mostram
Que tudo está lá no começo
E hoje, eu olhando ao avesso
As enxergo pertinho do fim
Meu, Deus. Eu sinto saudade
Pois, se havia alguma maldade eu não vi
Só sei que não estava em mim
A vida segue adiante
Tudo se arruma, novos rumos vão surgindo
A gente só não pode endurecer o coração
E deixar de sentir
Saudade, de vez em quando
No mais
A gente se acostuma a quase tudo.
Edson Ricardo Paiva
Quantas vezes a gente sorriu sem vontade
Enquanto os sorrisos de verdade
Se esvaiam pelas portas que a vida fechou
Nas manhãs mais frias que vivemos
Quantas vezes atentamos para o fato
De que a gente conversava com o infinito
Enquanto à caminho de casa
E que simplesmente nunca ouvia uma resposta
Mas a gente dizia baixinho, mesmo assim
Na esperança de que um dia, lá no fim
Alguém, talvez escrevesse
Num muro que futuramente ainda fosse contruído
Mas que esse muro não nos parecesse muito alto
Nesse dia não há mais de importar o escrito
Mas que pelo menos ainda desse tempo
De lançar-se um olhar por cima dele
Saber o que existia do outro lado
Perguntar à manhã seguinte
Por que foi que esteve brava e fria, se ela era tão linda
Talvez ela apenas respondesse
Que foi só uma impressão de momento
Porque nosso coração pareceu tão triste àquela hora
E foi por isso que aquele vento
Nos trouxe um doce beijo e um forte abraço
Daqueles que as manhãs mais frias oferecem
A todo coração que chora, em segredo e sinceramente
Mas, de olhar nos nossos olhos
A manhã sempre sabe onde dói
E sabe também onde cabe o momento
Do sorriso que se esconde
Pode ser que a manhã, por ter te enxergado tão linda
Apesar de brava e triste
Deixou teu sorriso onde estava
Pra você sorrir, quando tiver vontade
Noutra manhã de frio cortante
No mágico instante em que a vida te abrir uma porta.
Edson Ricardo Paiva.
edsonricardopaiva.
Enquanto existem pessoas procurando sorrisos em meio às adversidades da vida;
Outras perseguindo lágrimas, inclusive em momentos mais favoráveis.
Ensine aos que choram, onde se escondem os sorrisos.
Ensine aos fracos onde se esconde a fortaleza e ensine aos que fracassam, qual é o segredo da vitória.
