Sorria Mesmo
Amar-te não é apenas estar contigo, é amar mesmo quando não posso te tocar, mesmo quando não posso te beijar, ou olhar em teus olhos, eu te amo, como se hoje fosse o ultimo dia de minha vida, amo seu modo de ser, de agir, de pensar, de me olhar, enfim, eu amo tudo aquilo que corresponde a você, hoje percebo que sem você ao meu lado, o mundo fica fosco, sem brilho algum, não quero te ver mais longe de meus olhos, meu caminho é guiado pelo teus passos, e de olhos fechado, sigo teu perfume, durmo e acordo, sabendo que mesmo não estando do meu lado, continua e vai continuar sempre no meu pensamento. Eu te Amo...
O verdadeiro valor da humanidade não pode ser encontrado nele mesmo, mas nas cores, perfumes e texturas que faz surgir nos outros.
A pior coisa é ver a pessoa amada nos braços de outra e mesmo assim sorrir com olhos cheios de lagrimas.
Mesmo que você seja um gigante, respeite os anões.
Pois respeito é uma moeda valiosa; com ela você adquire dignidade, paz e até amor.
Você é capaz de reverter a situação quando percebe que o mesmo motivo que te derrubou pode ser a razão para continuar.
Se julgar melhor que os outros é o mesmo que se achar perfeito, e sabemos que a perfeição cabe somente a Deus.
Deus sempre me amou!
Todos os dias me amou, desde pequena, até mesmo antes no ventre, Ele me amou.
Eu nasci, eu cresci, e todos os dias o Senhor me amou, eu senti em cada momento bom, ou ruim, eu pude sentir o Teu forte amor.
Então, agora eu quero retribuir, e para sempre te amarei. Em bom momento, ou em má situação. Eu quero que sinta meu amor por Ti.
A cada sorriso que me coloca no rosto, eu quero ser grata a Ti. O primeiro deles sempre foi o Senhor, o meu grande primeiro, eterno amor.
A Ti eu vou cantar todos os dias, meu profundo amor foi despertado por Ti. Tudo em mim Te ama, e precisa de Ti.
Meus braços são apenas estendidos para Ti. A minha única adoração é direcionada a Tua face, linda face.
O meu coração bate por Ti todo dia, o dia todo. Meus lábios anseiam dizer a todo tempo "eu te amo meu Papai". Na tristeza, na alegria, na saúde, ou na doença, na riqueza ou pobreza, em tempos de luta, ou de vitória... Eu te aceito todos os dias. Pois minha vida só existe ao lado Teu.
De sua filha eternamente apaixonada. Com todo amor do mundo, é pra Ti que eu faço isso, meu eterno mais doce AMOR!
Eu tenho que admitir: eu sou mesmo é do contra! Confesso que nem de Big Brother eu gosto, mas fico extremamente incomodada em ver as pessoas vestirem um manto de superioridade e intelectualidade para empinar o nariz e dizer que não suporta esse tipo de cultura inútil, com o intuito de denegrir e ofender, mesmo que mascaradamente quem gosta desse tipo de programa. Certo, é um absurdo a apelação de audiência com mulheres de corpos esculturais em biquínis minúsculos e rapazes bonitos em corpos sarados, porque na realidade, na balada, a gente vai atrás mesmo é de gente feia! Surreal tanta picuinha, jogos e disputas pelo poder, líder, anjo, o grande prêmio milionário. Disputa é algo que não acontece nas nossas rotinas, seja ela de trabalho ou amorosa. Abandonando a ironia... O grande sucesso desse programa é é o reflexo que ele traz de nós, da sociedade brasileira. Não há quem não se identifique com algum dos participantes. Sinta as suas dores, conquistas e tome para si a ofensas e injustiças gritantes, mesmo quando cometidas há quilômetros de distância, por gente que a nunca vimos na vida. Tal vínculo torna-se tão íntimo pela chance singular de perceber que pessoas aparentemente perfeitas, são frágeis. Possuem defeitos, sonhos e medos. Sim, aquelas pessoas existem, e são como a gente. Muito além de um jogo, é uma chance de observar o comportamento humano em sociedade, ascensões e quedas, a liderança nata e a sede de poder. Estratégias sendo lançadas. Pessoas de visão que observam a fraquezas dos oponentes e criam proveito disso, afinal, quem não quer ser o milionário? Há também o medo de encarar o paredão e sair, que se equivale ao medo da morte. Os participantes se alienam de forma tamanha que o mundo se resume àquelas paredes, e fazendo uma adaptação de uma famosa expressão jurídica, ao tema “o que não existe no BBB não existe no mundo!”. É a vivencia, atual e descontraída do ‘Caso dos exploradores de caverna’ de Lon Fuller. Como negar a cultura a todo esse jogo de comportamento, aliado a miscigenação de pessoas tão distintas? A diversidade de sotaques, grau de instrução e experiências de vida. Nordestinos e paulistas. Gregos e troianos. Enfim, é como eu costumo dizer: é tudo uma questão de ponto de vista. A cultura está nos olhos de quem vê. Há quem olhe uma janela e enxergue um mundo enquanto outros não veem nada.
A vida em si é ruim. As pessoas que tem o dever de torna-la boa, mesmo que as vezes pareça impossível...
