Sono
Já tentei te contar, juro. Que de noite é por sua causa que perco as noites de sono, que não aguento de saudades e que sem sua presença na minha vida, é a mesma coisa que estar morto.
COLOSSO HUMANITÁRIO
O crepúsculo que chega
A vida incessante
Em suma
Na paralisia do sono
Duas almas tornam- se
Só uma.
A fusão que resplandece
Os espíritos imortais
Amores que vem e ficam
As orquestras magistrais.
A felicidade plena
A luta contra a peleja
Nosso colosso humanitário
Ou o submundo que seja
O Otário que não tivera voz
Hoje ecoa e enaltece
A paixão não é uma rocha sólida!
Tudo que é farto
Sobra
Tudo que sobe
Desce.
250625
O sono da morte é parecido com uma pessoa em coma, assim como o coma te desliga do cotidiano, assim é o morto no pó da terra, não se lembra de nada de quando estava vivo.
Se ao crepúsculo da noite meus olhos não se abrirem, é porque estarei contemplando o sono profundo dos justos, testemunhando lindos sonhos, inexplicavelmente belos. Um sonho lindo e perfeito, onde conseguirei através do meu sorriso alimentar meu espírito de alegria, e através de minhas palavras aliviar corações enfermos.
“” Não quero ser alguém que te tire o sono
Que te faça sentir abandono
Quero ser quem te entende melhor
Eu quero ser tua jóia mais cara
Sua sensação rara
Na vontade de viver e ser feliz
Eu quero ser a tua juventude
Mesmo quando o destino
Te mostrar o tempo é rude
Eu quero ser tua vontade
De ter na vida algo de valor
Eu quero sim, ser seu grande amor...”’
"" Quando eu era jovem, não tinha muito sono,
acordava e levantava a qualquer hora, sempre com muito vigor,
o tempo foi passando, continuei levantando com alguma facilidade, porém não como antes,
hoje é um sono pesado, para levantar tem que bater muito na porta e ainda assim levanto com um sono danado. Hahaha. coisas da vida....
"" Eu sei que você pensa em mim
nas noites em que o sono não chega
nas lembranças que a mantém ardente
no querer
eu sei que morde os lábios de saudade
imagina nossos corpos quentes
e se contorce de prazer
eu sei que de vez em quando
suas mãos passeiam e se aninham,
a deixando louca
eu sei, não diga que não
sei também que quer brindar o beijo
afogar o desejo, curtir a tensão
sei que nessa hora,
me chama de bandido,
cafajeste, vagabundo, gostoso, de amor
e na cama imagina,
geme, grita, vira menina
enfim
eu sei que de vez em quando você goza
pensando em mim...
" Eu só queria dormir o sono reparador, colocar a cabeça no travesseiro e ter sonhos bons.Nada de agonia, agitação, dores. Eu só queria ser normal, como a maioria é, mas não sou
Sei que preciso de ajuda, só não sei de onde virá. sigo carregando minhas dores...
Um acumulador capitalista só tem seu sono perturbado se perceber que seus concorrentes estão levando vantagem no sistema mercantil no qual está enquadrada sua empresa e toda sua lógica, o que lhe obriga a ter, não importa de que forma!, mais e mais lucro para não falir, nunca porque está se compadecendo de seus pobres e humildes assalariados
Quero interromper sua fala
Tirar seu sono
Corromper sua índole
Quero ofuscar seu olho
Lamber sua saliva
Domar seu corpo
Quero que me domines
Mas se finja dominado
Quero ouvir seu sussurro
Seu urro, seu berro
Quero que adormeças
Em mim.
Meire Moreira
Fica comigo
Fica comigo até o dia amanhecer
Esquece o sono
A fome
A dor no corpo
E fica
Não pensa em nada
Mergulha em mim
Eu estou pronta para ser
A sua última alvorada
O seu irrevogável anoitecer
A sua derradeira viagem
E o seu primeiro
Grande
Verdadeiro
Único
Amor.
Meire Moreira
Definitivamente o ser humano não consegue ter tudo ao mesmo tempo, inclusive o sono quando mais se precisa dele!
Um beijo de leve a acordou, interrompendo o sono tranqüilo que experimentava já nas primeiras horas da manhã. Era ele que continuava ali, do outro lado da cama. Trazia um lindo sorriso nos lábios, mas os olhos denunciavam a angústia de uma noite em claro, mesmo estando ao lado de seu maior desejo, o desejo de tantos anos...
De propósito, ela apenas sorriu e voltou a fechar os olhos. Tudo estava confuso. A cabeça, recostada a um travesseiro que não usava habitualmente - é, ele se esquecera de que ela dormia sempre sem travesseiro – doía, pesava, rodava. Talvez precisasse de mais uma dose para se equilibrar entre tantos sentimentos contraditórios, ambíguos, desconexos. Qualquer coisa. Uísque, vodca, tequila, licor, gim, cachaça! Qualquer paliativo que tornasse aquele momento menos sofrido, doloroso, indigesto, seria muito bem vindo! Mas o que se via à frente era um lindo café da manhã: suco, leite, biscoitos amanteigados, uma fatia de queijo, café, torradas, e uma flor a ornamentar aqueles longos minutos tão repletos de espinhos. Para seu desespero, nada de álcool!
Não precisava se vestir. Ainda estava vestida. Sentou-se à cama, arrumou os cabelos, passou as mãos pela blusa na tentativa de desamarrotá-la, e lentamente percorreu com os olhos cada detalhe daquele quarto que já conhecia tão bem. O quadro à parede era o mesmo, abstrato, em tons de dourado e de salmão. A cama era a mesma, confortável, grande, quadrada. O closet era o mesmo. As paredes ainda mantinham o mesmo tom. Ele era o mesmo. Então, o que mudara?
Ele continuava inerte, à espera de alguma palavra, algum gesto, algum carinho, alguma explicação. Sua impaciência contrastava com o olhar perdido dela, que não se fixava em ponto algum. O silêncio era tão perturbador que nenhum dos dois conseguia sequer deixar escapar por entre os lábios um mero bom dia.
Subitamente, como se saísse de um estado hipnótico, ela calçou os sapatos, levantou-se e, a passos lentos, caminhou até a poltrona onde deixara sua bolsa. Tomou em mãos a chave do carro, observou sua imagem ao espelho, voltou-se para ele, olhou-o nos olhos, deu-lhe um beijo à face, e saiu.
Dessa vez não batera a porta como já fizera outras tantas. Muito ao contrário, fechou-a com tanto cuidado que nenhum som se ouviu propagar naquele corredor que já fora palco de tórridas cenas de paixão ou de total descontrole emocional, como já diziam alguns. O fato é que ela não tinha mais o direito de machucar quem lá dentro ficara.
Nada naquele apartamento mudou. Nada naquele corredor mudou. Nada nele mudou. Mas ela já não era mais a mesma. E isso era motivo suficiente para não mais voltar aos braços daquele que um dia ela tanto amara...
O que eu ganho em ser leal nas relações?
Sono tranquilo e a certeza absoluta de que se alguém “pisa na bola” comigo, quem perde o jogo não sou eu!
Foram homens insones que criaram os deuses. É na solidão da madrugada, quando o sono se vai, que nos defrontamos com nossa frágil pequenez. As culpas, arrependimentos e tristezas mais profundas afloram da lixeira da consciência. Dor. Alma lancetada. Desespero. Precisamos de alguém mais forte para nos punir, consolar e perdoar. Um ser infinito, eterno, narcísico, poderoso, imune às culpas, onisciente diante de nossa inconsequência. Eterno e todo poderoso, como gostaríamos de poder ser. Ditadores do destino. Não dores e desatino.
É na solidão da madrugada que nos defrontamos com nós mesmos. E por insuportável culpa, numa madrugada qualquer, surgiu a metafísica. E com ela o primeiro Deus. E o homem, rosto banhado em lágrimas, se ajoelhou e rogou ao senhor eterno que criou: Me perdoe! Me salve!
E o sono voltou...
http://www.interrogaes.com/2013/09/foram-homens-insones-que-criaram-os.html#.UjR703-TuwQ
O sono foi por aí
Vagar pelo mundo
Sem dono
Em completo abandono
De nada mais sou dono
Nem de meu sono.
O fardo pesado, que levo retrata um querer impulsivo por teu calor de tal forma que me tira o sono e do serio.
Teu sorriso me encanta e teu carinho me enfeitiça, porém com um único beijo você me liberta de um feitiço que me envolve entre seu querer.
E o perfume que exala de você chama tamanha atenção que torna um acontecimento eminente.
