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Teu Nome

Teu nome foi um sonho do passado;
Foi um murmurio eterno em meus ouvidos;
Foi som de uma harpa que embalou-me a vida;
Foi um sorriso d’alma entre gemidos!

Teu nome foi um echo de soluços,
Entre as minhas canções, entre os meus prantos;
Foi tudo que eu amei, que eu resumia—
Dores—prazer—ventura—amor—encantos!

Escrevi-o nos troncos do arvoredo,
Nas alvas praias onde bate o mar;
Das estrellas fiz lettras—soletreio-o
Por noute bella ao morbido luar!

Escrevi-o nos prados verdejantes
Com as folhas da rosa ou da açucena!
Oh quantas vezes na aza perfumada
Correu das brisas em manhan serena! ?

Mas na estrella morreu, cahiu nos troncos,
Nas praias se—apagou, murchou nas flores;
Só guardado ficou-me aqui no peito
—Saudade ou maldição dos teus amores.

José Bonifácio de Andrada e Silva
Gama, Luiz. Primeiras Trovas Burlescas de Getulino (1859).

Predominante espectro do paradoxo do tempo e o sonho do espaço.
​A percepção da originalidade alinha-se ao foco e à tonalidade — escolhas feitas pelas partículas que se espalham do pincel. Nas variações do destino, vemos aglomerados de tinta sobreposta ajustando as arestas. Os contornos ganham forma nas sombras implantadas em azul-celeste, vermelho, branco e preto.
​O vento sopra sobre a tela, e a tinta fresca revela uma nova onda de iluminação.
​Por Celso Roberto Nadilo

Baseado em um Sonho Real


Um prédio que sonha ser inteiro
ainda ergue suas colunas de concreto e névoa.
Há andares em construção,
como partes de mim que ainda não se lembram quem são.


Procuro meu bloco, meu canto,
mas o labirinto urbano me engole
como quem esquece o próprio nome ao acordar.


Meu filho mora comigo —
mas está ausente.
O eco dos seus passos mora nas paredes,
como lembrança que não fecha a porta ao sair.


Uma vizinha — dessas que sorriem de lado —
tentou esconder sua sombra.
Mas no sonho eu sou coragem,
e digo:
eu sei o que você fez.
E meu silêncio não é mais abrigo.


No salão de festas, me oferecem a noite:
“Promova alegria”, dizem,
como se soubessem que eu carrego
fogos que ainda sabem acender.


E de fundo, a voz da canção de Diana
explode no peito:
“Ó meu amado, por que brigamos?”
Como se essa pergunta ainda esperasse resposta
de quem se perdeu no tempo.

Seu Ego

Já foi sonho, transformou em pesadelo, caiu no esquecimento, fugiu do pensamento, perdeu-se por inteiro, abriu-se as portas da inspiração, deixando livre um coração, que saiu em busca de uma paixão, sem compreender o seu valor, por alguém que um dia lhe deu todo o amor, não existe arrependimento, nem mágoa encubada, não existem barreiras, e nem tampouco fronteiras, que possam embaçar minhas viseiras, que mesmo distante conseguem capitar, a beleza de um nobre coração, que envolvido pela paixão, não conseguiu reconhecer o verdadeiro amor, mas ficou marcado pelo tempo, transformando em sentimento que jamais se apagou, ainda vivendo em uma pequena cidade, talvez tenha encontrado a felicidade, ou apenas curtindo um amor que inventou, pensando que um dia estaria ao seu lado, satisfazendo seu ego se tornou culpado, por um dia ter te amado, mas hoje se tornou passado.

Du’Art 01/10/2017

⁠Sonho
As vezes pairam pensamentos num sonho de desejos que absorvem e que me alegram, vagueio pelo desconhecido do sono adormecido, a espera de ser desperto pela corrente da vida, perdida e encontrada em caminhos e encruzilhadas da sabedoria do subconsciente, que translada para o consciente e dá asas a escola do viver.
Prestes a ver, o cálice do céu embaixo a olhar para cima, todos dias agradeço-te pelo respirar e poder sonhar...

1NO primeiro ano de Belsazar, rei de Babilônia, teve Daniel um sonho e visões da sua cabeça quando estava na sua cama; escreveu logo o sonho, e relatou a suma das coisas. 2 Falou Daniel, e disse: Eu estava olhando na minha visão da noite, e eis que os quatro ventos do céu agitavam o mar grande. 3 E quatro animais grandes, diferentes uns dos outros, subiam do mar.

4 O primeiro era como leão, e tinha asas de águia; enquanto eu olhava, foram-lhe arrancadas as asas, e foi levantado da terra, e posto em pé como um homem, e foi-lhe dado um coração de homem. 5 Continuei olhando, e eis aqui o segundo animal, semelhante a um urso, o qual se levantou de um lado, tendo na boca três costelas entre os seus dentes; e foi-lhe dito assim: Levanta-te, devora muita carne. 6 Depois disto, eu continuei olhando, e eis aqui outro, semelhante a um leopardo, e tinha quatro asas de ave nas suas costas; tinha também este animal quatro cabeças, e foi-lhe dado domínio. 7 Depois disto eu continuei olhando nas visões da noite, e eis aqui o quarto animal, terrível e espantoso, e muito forte, o qual tinha dentes grandes de ferro; ele devorava e fazia em pedaços, e pisava aos pés o que sobejava; era diferente de todos os animais que apareceram antes dele, e tinha dez chifres.

8 Estando eu a considerar os chifres, eis que, entre eles subiu outro chifre pequeno, diante do qual três dos primeiros chifres foram arrancados; e eis que neste chifre havia olhos, como os de homem, e uma boca que falava grandes coisas.

9 Eu continuei olhando, até que foram postos uns tronos, e um ancião de dias se assentou; a sua veste era branca como a neve, e o cabelo da sua cabeça como a pura lã; e seu trono era de chamas de fogo, e as suas rodas de fogo ardente.

10 Um rio de fogo manava e saía de diante dele; milhares de milhares o serviam, e milhões de milhões assistiam diante dele; assentou-se o juízo, e abriram-se os livros. 11 Então estive olhando, por causa da voz das grandes palavras que o chifre proferia; estive olhando até que o animal foi morto, e o seu corpo desfeito, e entregue para ser queimado pelo fogo; 12 E, quanto aos outros animais, foi-lhes tirado o domínio; todavia foi-lhes prolongada a vida até certo espaço de tempo.

13 Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha nas nuvens do céu um como o filho do homem; e dirigiu-se ao ancião de dias, e o fizeram chegar até ele.
14 E foi-lhe dado o domínio, e a honra, e o reino, para que todos os povos, nações e línguas o servissem; o seu domínio é um domínio eterno, que não passará, e o seu reino tal, que não será destruído.

15 Quanto a mim, Daniel, o meu espírito foi abatido dentro do corpo, e as visões da minha cabeça me perturbaram. 16 Cheguei-me a um dos que estavam perto, e pedi-lhe a verdade acerca de tudo isto. E ele me disse, e fez-me saber a interpretação das coisas. 17 Estes grandes animais, que são quatro, são quatro reis, que se levantarão da terra. 18 Mas os santos do Altíssimo receberão o reino, e o possuirão para todo o sempre, e de eternidade em eternidade

. 19 Então tive desejo de conhecer a verdade a respeito do quarto animal, que era diferente de todos os outros, muito terrível, cujos dentes eram de ferro e as suas unhas de bronze; que devorava, fazia em pedaços e pisava aos pés o que sobrava; 20 E também a respeito dos dez chifres que tinha na cabeça, e do outro que subiu, e diante do qual caíram três, isto é, daquele chifre que tinha olhos, e uma boca que falava grandes coisas, e cujo parecer era mais robusto do que o dos seus companheiros.

21 Eu olhava, e eis que este chifre fazia guerra contra os santos, e prevaleceu contra eles. 22 Até que veio o ancião de dias, e fez justiça aos santos do Altíssimo; e chegou o tempo em que os santos possuíram o reino. 23 Disse assim: O quarto animal será o quarto reino na terra, o qual será diferente de todos os reinos; e devorará toda a terra, e a pisará aos pés, e a fará em pedaços.

24 E, quanto aos dez chifres, daquele mesmo reino se levantarão dez reis; e depois deles se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros, e abaterá a três reis. 25 E proferirá palavras

contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e a lei; e eles serão entregues na sua mão, por um tempo, e tempos, e a metade de um tempo. 26 Mas o juízo será estabelecido, e eles tirarão o seu domínio, para o destruir e para o desfazer até ao fim. 27 E o reino, e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu serão dados ao povo dos santos do Altíssimo; o seu reino será um reino eterno, e todos os domínios o servirão, e lhe obedecerão. 28 Aqui terminou o assunto. Quanto a mim, Daniel, os meus pensamentos muito me perturbaram, e mudou-se em mim o meu semblante; mas guardei o assunto no meu coração.

Daniel 7:1-28

A visão que Daniel teve de 4 animais que representam, os últimos 4 impérios do mundo: o império Babilónico, o império persa, o império Grego, o império Romano. Sendo este império o último. O último império dos humanos. Neste império haveria um último governador mundial. Ou seja o anticristo que finalmente, seria destronado, por o tribunal do ancião de Dias ( Deus Pai), que se sentou num trono. Entretanto vem um Filho do homem, que senta à direita do Pai. Ele é Jesus Cristo , que se sentou num trono vazio. Diante do trono havia milhões de milhões de anjos. Depois do julgamento,foi tirado o poder ao Anticristo, que foi morto.

A mesma Glória que o ancião de Dias tinha. Tinha-a o filho do homem, que se chegou ao Pai, à sua direita. O anticristo que fazia guerra ao Santos, foi morto. Começa então o reino de Deus na terra, por mil anos e eternamente, o filho do homem reinará, para todo o sempre com os seus Santos.

O chifre pequeno é o Anticristo! Os dez chifres, São dez nações que vão dar poder ao Anticristo. É interessante ver como o último império do mundo, continua a reinar até ao fim dos tempos. Ele está já a governar nos nossos dias. Somente falta vir o "homem do pecado"! Segundo Paulo diz em Segunda aos tessalonicenses. João o chama de Anticristo. Apocalipse o chama de Besta. Apocalipse 13

Ontem


Eu sei que o ontem foi um sonho.
Sei que o amanhã é tão incerto...
Como parar de criar as fantasias?


O hoje? Está lindo e maravilhoso,
Ainda assim tenho medo, assusta
saber que lá fora está perigoso.


Para minha sorte... ou até destino,
tenho intensa em minha alma tola,
a fiel poesia, evitando o desatino.

Enquanto eu sonhava!



Se for um sonho,
deixem-me sonhar.
Não me acordem,
não me despertem.
Deixem-me acreditar
que, enfim,
encontrei o paraíso
onde minha alma aprendeu a descansar.


Há um lugar
onde o tempo esqueceu de passar,
onde o silêncio tem cheiro de mar
e a paz não faz perguntas,
apenas convida a ficar.


Nesse horizonte,
cabelos da cor do sol
tocam a luz sem pedir licença,
como se o próprio amanhecer
tivesse encontrado um rosto
para nascer.


E há um sorriso...
tão discreto
que o mundo quase não percebe,
mas quem aprende a olhar
o guarda para sempre.


Sonhei com o paraíso.


E havia alguém.


Não sei se era destino,
miragem,
lembrança de um futuro
ou um desejo
que se cansou de viver apenas em silêncio.


Só sei
que desde esse sonho
a realidade parece pequena demais
para conter o que senti.


Tenho medo de despertar.


Medo de abrir os olhos
e perder o caminho
que me leva até você.
Medo de que a manhã,
tão certa de si,
leve embora
aquilo que a noite
me confiou em segredo.


Então,
por favor,
não me despertem.


Há sonhos
que não imploram para se tornar realidade.
Basta que existam,
porque existem presenças
que o coração reconhece
antes mesmo de lhes dar um nome.


E, se for preciso viver entre o sono e o amanhecer,
que seja.


Pois, ainda que o mundo me acorde,
uma parte de mim
continuará sonhando...
na esperança silenciosa
de voltar ao lugar
onde o mar aprende o seu nome,
o sol encontra os seus cabelos
e minha alma,
pela primeira vez,
descansa.

Onde o Sonho Não Tem Medo


As entrelinhas jamais mentiram,
foram os silêncios que primeiro falaram.
O suspense vestiu-se de luar,
mas os fatos, discretos, vieram revelar.


Nunca fui feita para esperar,
há verdades que recusam se calar.
Pois viver de mistério é sobreviver,
quando a alma só deseja acontecer.


A realidade ergue muros ao redor,
faz do perto um caminho bem menor.
Afasta os passos, aprisiona a emoção,
e ensina saudade ao próprio coração.


Por isso escolho o país do sonhar,
onde ninguém pode me proibir de ficar.
Ali, teu nome é abrigo e clarão,
escrito em segredo na palma da mão.


Se minhas palavras tocaram tua dor,
não nasceram da falta de amor.
Nasceram do peso de um querer calado,
que aprendeu a existir do lado errado.


Então me escuta, sem medo de ver:
é no sonho que ainda encontro você.
Lá o impossível esquece o próprio nome,
e o tempo, por um instante, não nos consome.


Não peças ao destino outra direção,
nem desafies os ventos da razão.
A vida, aos poucos, tem me ensinado
que até o caos pode andar compassado.


Hoje abraço o fogo sem me consumir,
aprendo a sentir antes de partir.
Minha intensidade já não quer vencer;
ela apenas deseja florescer.


Porque descobri, no silêncio do mar,
que a força não está em deixar de amar.
Está em guardar, como um segredo profundo,
o sonho mais bonito que não cabe no mundo.

Entre o Sonho e o Teu Chamado


Na calada da noite, ouvi teu chamar,
uma voz entre falhas querendo me encontrar.
Fui seguindo o caminho, sem saber onde dar,
até ver-te na areia, contemplando o mar.


Teus olhos molhados, teu jeito de fugir,
um mundo tão pesado que não querias sentir.
Correste para os meus braços, sem nada explicar,
e eu apenas te abracei, deixando o silêncio falar.


Disseste baixinho, cansada de esconder:
“Hoje eu consegui fugir… e pensei em você.”
E eu, sem compreender o que havia acontecido,
fiquei ao teu lado, no silêncio dividido.


A lua testemunhava o que ninguém podia ver,
duas almas conversando sem precisar responder.
E o mar, tão sereno, parecia guardar
cada palavra perdida na imensidão do luar.


Então teus olhos pousaram na minha pele,
e tua mão, devagar, percorreu o que nela se escreve.
Dedilhaste a tatuagem, em silêncio, sem pressa,
como quem reconhece uma história que atravessa.


E disseste, com os olhos marejados de emoção:
“Eu sei que essa você fez pra mim, Mannu.”
Não respondi; deixei o silêncio falar,
pois certas verdades não precisam de um explicar.


Mas vi novamente as lágrimas em teu olhar,
e não compreendi o que te fazia chorar.
Perguntei o que havia, querendo entender,
e tu apenas disseste: “Não precisa saber.


Você não precisa entender o que sinto agora,
nem encontrar respostas para o que me devora.
Apenas me abraça e deixa o momento existir…
eu consegui fugir, e estou aqui.”


Ficamos até o céu começar a clarear,
vendo a madrugada lentamente passar.
E quando o primeiro raio surgiu no horizonte,
o sonho começou a desaparecer como espuma na fonte.


Foi quando o telefone resolveu despertar,
uma mensagem tua acabara de chegar.
Abri os olhos depressa, ainda presa ao sonhar,
e era justamente você… voltando a me chamar.


Coincidência ou mistério, não sei explicar,
há coisas que acontecem sem pedir pra começar.
Mas entre a mensagem, o sonho e o amanhecer,
ficou uma pergunta que insiste em permanecer:


“Será que eu sonhei com você naquela madrugada, ou foi minha alma que te encontrou antes da chegada?”

⁠Outra vez é noite alta
é madrugada
Eu acordo do nada
ou de um sonho ruim
Eu procuro
com os olhos no escuro
O meu velho fantasma
que em criança me fazia medo
Num tempo em que sonho
era sempre algo bom
e que eu tinha tanta vontade
de sair pra rua e viver a tudo que eu vivi
Eu queria tanto acordar
quando já fosse dia
Perguntar pra minha velha assombração
aquele medo bobo, que me protegia
De criança que chora por alguma falta
Não sentia essa falta de ar, que eu sinto agora
Qual era a tua sensação
Por que foi que sumiu
Que segredo guardava sobre mim
e de onde vinha o cheiro de hortelã
Combinado à brancura das vestes
Só restaram perguntas
A fazer pra quem me guardava
e nunca mais voltou
Num tempo em que eu me deitava
E, sem medo nenhum dessa vida
Eu dormia até a próxima manhã.

Edson Ricardo Paiva.

Confia.
Mesmo quando você não entende o caminho, o sonho d’Ele continua intacto.
E é nesse descanso que o coração aprende a dizer:
“Seja feita a Tua vontade, porque ela é sempre melhor.”
Que o Senhor alinhe seus sonhos aos d’Ele,
e te dê paz enquanto Ele faz mais do que você pediu ou imaginou.
miriamleal

“O SONHO DA CAPITÁ”





“Me mudei pra capitá…

Farnelzinho de jabá…

Com farinha de Sergipe…

Me amontei num tal jipe

Dum bacana que ia pra lá…





E parti sem nem olhá…”





“Cantoria esquisita…

Risadagem infinita…

Era muito blá-blá-blá…

Cheguei no meu destino…

Que sonhei desde menino:

A tão bela capitá!”





“Gradecido, seu menino…

Deus te guie no caminho…

Fui sentar pra merendá…

Eita lugar mais bonito…

Um mundão de edifício…

Logo eu vou trabaiá!”





“Satisfeito com a visão…

Igualzinho à televisão…

Logo eu vou enricá…

Mas, pra resumo da prosa…

Procurei obra custosa…

Pra mode eu trabaiá.”





“Serviço logo ajeitado…

Muitas léguas avexado…

Todo dia pra chegá…

Mas num foi nada facim…

Trabalhei de sol a sol…

Pouco tostão pra ganhá…”





“Era motivo de mangação…

Dos colega e do patrão…

Por meu jeito de falá…

Toda aquela empolgação…

Que eu tinha desde bugrelo…

Rebentou igual chinelo…

Que nem prego ia emendá.”





“Só vivia aperriado…

Sonhando em ter arribado…

Mas tristeza vinha já…

E no meio da lembrança…

Do cheirinho da infância…

Derrubei meu mugunzá…”





“Minha Senhora Aparecida…

Me ajude nessa vida…

Quanta fome fui passá…

Pra piorar o desalento…

Me sentia um jumento…

Quem mandou num escuitá?”





“Fi, num se agarre à ilusão…

Porque a televisão tem de mania de enganá…

Tu já é um homem feito…

Só posso te desejá:

Deus te guie e abençoe…

Nessa tá capitá…

Tome aqui o seu farné…

Num se esqueça do chapé…

Pro sol não lhe judiá…”





“Televisão mardiçoada…

Fez minha vida errada…

Porque fui acreditá?”

Desejo tudo quando o que me faz bem está ao meu lado, a posse de um sonho parece fácil quando a felicidade predomina no meu corpo.

Já não sei se me engano ou estou enganado, talvez os dois pois meu cérebro tenta de uma forma lúdica se encaixar no mundo.

Diz tu o que eu sinto, só assim sou capaz de criar coragem pra discordar!

Tente me me parar quando de longe te observo sem dar nem mesmo um passo em minha direção!

Desejo até mesmo para mim um simples fim, mas pra ti quero o apodreçimento de tuas memorias junto com a vida e que tu... Resto de pó, torne-se inquieto enquanto balança no vendaval de fúria.

Ouse sentir o que eu sinto e falhe até como uma miserável existência.

Desde que eu vim de longe, exatamente dos restos das estrelas que sucumbiram ao tempo o arrependimento se tornou maior que a distância entre eu e você.

Qual queima mais rapido? O orgulho ou a ganância? Só sei que quando quem me faz bem está perto o espaço chega ao 0 absoluto.

⁠Dentro de nós bate um coração
Caminha entre sonho e razão
Vive neste mundo sempre a buscar
Algo que se perdeu
Ele quer ter, perto de si
Alguém que sempre amou


Sonha com esse dia que virá
Espera olhando tudo acontecer
Chora com as lembranças
Que a ele vem
Feliz será, o amor encontrará
Pra si mesmo prometeu


Esquece por momento sua dor
Fala em poesia sobre o amor
Em uma nova estação
Olha o voo de um beija-flor
Saúda a primavera que chegou,
Tudo está tão feliz, tudo belo está
Com as rosas no desabrochar...


Segue olhando tudo acontecer
Se derrama pra dentro si
Se transborda como quiser
Pois estará, nos seus dias à buscar,
Alguém que sempre amou...

Um sonho converte-se em determinação.
E a miragem exposta transcende a razão, evocando noções psicológicas profundas.
Mas o sonho vacila e morre diante das adversidades morais e da realidade ambígua.
​Contudo, este é apenas o prólogo do insondável:
Para além das profundezas da aurora boreal, os sonhos sobressaem — vocalizados na linguagem sagrada de deuses místicos e ancestrais, tecidos em uma nuance cósmica e contínua.

Como areia fina entre os dedos,
o tempo escorre, leve e sem fim.
O que foi sonho, agora é lembrança, o que foi dia, já é saudade em mim.

As estações mudam, o céu se refaz, cada instante deixa a sua marca:
um sorriso guardado, um sol que se pôs, e a vida inteira bela e em eterna partida.

E lá se vai metade do ano…
Não como perda, mas como colheita:
de tudo que fomos, aprendemos, amamos,
e na outra metade a promessa de mais.

Você foi o sonho mais sublime que pude sonhar; por anos, representou o único fôlego que sabia respirar.
Foi, entre todas as canções e formas, a única melodia que aprendi a cantar.
Tornou-se o meu único e eterno pedido em meio às minhas orações, a essência e a alma que pulsavam dentro do meu coração,
Foi o exagero e a simplicidade sem fim, o meu tudo até que o "nós" deixasse de existir.
Foi a necessidade e a totalidade de todo o antes e o depois... foi. Até que, um dia, você partiu e nunca mais voltou, levando do resto da minha alma o que ainda existia do amor...

⁠Segunda vez que sonho com vc nesse mês,talvez vc não me ame mais,mais saiba que eu estou aqui lutando por aquele sonho que vc me ajudou a construir eu nunca vou te esquecer muito obrigado minha ( , ).
Talvez nosso amor nunca seja contado mais ele foi vevido e insfelizmente nós perdemos pro tempo e a distância ou até mesmo pra nós mesmo!
Saiba que eu te amo, com muito carinho!
❤️
*De um aluno Ausente para sua melhor professora uma ( , )*

Sentindo o sabor de um sonho desperto, vou caminhando por um caminho de belas flores, uma passagem de folhas bem verdes e numerosas, movimentadas gentilmente pelos ventos, algumas partes com sombra e outras iluminadas pelos raios de sol na profundidade de um simples momento, tão marcante e de muito valor

Que mexeu um pouco com o interior do meu imaginário e, agora, estás linda nos meus pensamentos, sorridente e fazendo eu ri de volta, enquanto faço estes versos e a minha inspiração vai ganhando vida com cores e formas, expressadas através das palavras e dos meus sentimentos, uma poesia provida de alma e de deslumbramento

E acompanhando o direcionamento indicado pela minha imaginação, chego a imaginar que aquele lugar florido fazia referência ao fulgor emocionante do teu coração, um lindo jardim que me serve de motivação a fazer por merecer para que o teu amor possa florescer por mim, mesmo diante da incerteza se isso vai ou não acontecer, esta poesia pôde florir.