Somos Passaros de uma Asamario Quintana
Somos como as rosas que ao desabrochar revelam pétalas maravilhosas, mas com o passar do tempo murcham e caem, e assim é a vida! Fazer o quê?
HINO A URANDI
Somos gratos à sua índole, Criador,
Por terra fértil e com um céu anil,
Rios e cascatas de um excelso alvor
Ornados com belezas do Brasil!
Conquistada a terra do gentio,
A bravura lusa num mundo novo
E o labor afro no tempo hostil
Ergueram a grandeza deste povo.
Rincão baiano, oásis do meu Sertão,
Aflora água doce dos mananciais.
Rico em minérios, gado e irrigação;
Aerado pelas brisas das Gerais.
Amamos a ti
Urandi,
Amamos a ti!
Nosso cunho
É o pássaro
Gurandi.
No encontro dos rios nasceste Urandi,
Urbe pujante em vales verdejantes,
Nome vindo do tupi-guarani;
É genitora de filhos brilhantes.
A liberdade não era um sonho novo,
E a força ufana de um sábio intendente
Pra o triunfo soberano deste povo,
Propércio és Duas Barras independente.
Terra Mãe, devemos enobrecer;
Como bons filhos, não falta por quê.
E sendo urandienses até morrer,
Nós dedicamos este poema a você.
Somos aclives e declives...
O tempo e as circunstância da vida nos torna muitas vezes o que não queremos ser. Jamais podemos nos definir no que somos, ao definirmos no que somos encontramos barreiras... Somos abismos. Porões amarrotados de estilhaços, entulhos. Somos circunstâncias... Não somos o que fomos predestinados a ser... Lutamos para nos abster daquilo que não deveríamos ser, e ao confrontar com essa luta, excitando-a, não hesitamos o que venhamos a ser. Livres não somos. Somos monstros enclausurados em busca incessante por liberdade, pensamos em ser, e nos iludimos no que achamos ser, e ao pensar no que somos, nos perdemos no caminho. Vivemos em um labirinto que é a vida, e em quanto lutamos no seu percurso intrincados percorremos desorientados a procura do ser. E nesse jogo alucinante que é a vida, corremos o risco de mostrar pro mundo, o que não somos e, o que fazemos, e nesse jogo, atropelamos até nós mesmo para poder encontrar a porta que nos leve ao tão falado amor... E na ânsia, ele nos faz enfrentar a vida com tal apego, que, ao não encontrá-lo nas coisas; e pessoas; nos obriga a nos tornar algo que não queremos ser e, isso nos remete a ser isto: Seres humanos sensíveis. Tão alegres, como amargurados, deslumbrados, ou, com feridas não cicatrizadas. Nos tornamos escravos dos traumas, das frustrações, e até mesmo da tal felicidade. Muitas vezes, nos tornando mais frios, desatentos, secos por dentro. Somos. Mas, não devemos viver para sermos insignificantes, mas, para vivermos sedentos, e morrer por aquilo que buscamos, no que acreditamos. E nessa corrida... Somos só paredes cheias de fotografias retrato, e espelhos que refletem só a nossa aparência superficial, e por dentro não temos certeza de quem realmente somos... Somos poço. E nossas almas viventes, vivem escalando ladeiras... Somos o que mesmo?! Simplesmente, convicções e incertezas!
Nem sempre somos o sabor da terra em que habitamos, às vezes somos a terra usada sobre os pés de alguns terráqueos como base para sua existência.
A humanidade ainda não compreendeu que não somos seres individuais vivendo em coletividade, mas somos seres coletivos servindo ao todo com suas respectivas individualidades.
Somos incapazes de compreender, com nossas mentes lineares, a complexidade do infinito, transpassamos moléculas, partículas, átomos, até chegar na "origem" (Big Bang).
Ao tentar imaginar algo que antescede uma possível origem, esbarra-se no limite (até então intransponível) do intelecto humano, o absoluto nada.
Escolas sem professor, creches sem educador, postos de saúde sem atendente, somos nós que fazemos a diferença minha gente.
Feliz dia dos funcionários públicos!
É pela fase ruim que Deus vê se somos capacitados pra alcançar nossos sonhos, sustente o seu processo.
“A maioridade tem um gostinho de liberdade e isso faz mal.
Achamos que somos livres pra enfrentar qualquer coisa, afinal... somos adultos agora, porém esquecemos como em questão de segundos ficamos sozinhos e deslocados, e assim voltamos a ser adolescentes outra vez.”
Ideias de crianças
É amiguinho,
Misterioso é esse mundo.
As vezes acho que somos estrangeiros sabia.
Tudo é bem feito, tudo é suspeito, tudo normal e tudo é anormal...
Acho que são síndromes silábicas embutidas e bem instruídas..
Tudo é estranho, sem respostas e sem regras...
Ainda bem que somos isentos de muitas coisas,
Uma delas são esses impostos que ouço os adultos falarem por ai.
Não entendo muito desse assunto,
Mas bom eu sei que não é...
Será se é algo alienígena?
Será?
Autor : Ricardo Melo
O Poeta que Voa
