Somos Frutos de uma Geracao
Parece que até a minha geração os cerébros eram gratuitos. Agora devem estar sendo vendidos, porque é tão raro encontrar um...
"Em cada geração, há poucas jovens que descobrem seu verdadeiro príncipe. Assim como as princesas dos contos de fadas na minha infância, uma vez que elas conhecem seu verdadeiro príncipe e percebem seu incrível amor por elas, elas voluntariamente desistem de tudo para segui-lo até on confins da terra. Elas vivem a vida com seu príncipe, e são totalmente diferentes do mundo ao seu redor. Elas são radiantes. Elas são confiantes. Elas mudam o mundo. Elas possuem verdadeiramente uma beleza autentica que flui de dentro. Elas mudam o mundo. Elas são separadas em completa e intima devoção total e absoluta ao seu príncipe. E elas destacam-se entre todas as outras jovens comolírios entre espinhos."
MASSAI – O FILHO NEGRO DA MÃE ÁFRICA
É na geração dessa grande raça Massai,
Que corre o meu grande sangue africano,
Aos passos duros do meu colorido Quênia,
Vão-se as ilusões e vibrações do meu corpo,
Despindo a alma no solo agonizante e sem paz.
O meu espírito e pele gemem por amor e reinado,
Duma África esquecida e marcada por cicatrizes,
É duro não poder descansar no leito da minha vida,
Que não abastece as minhas distâncias que cruzo,
Sozinho, e com o meu Deus, eu não quero guerra.
Nem mesmo o meu cajado se levanta mais no alvorecer,
E a minha lança não domina as minas, bombardeios e fuzis,
São apenas ferramentas de conhecimento e cultura,
Que vão ao longo do mundo sem qualquer serventia,
Aos gritos do filho da tribo Massai que foge ao além.
Seria aqui o meu território com extensas lágrimas?
Onde a modernidade não alça por aqui socialmente,
Apenas escraviza a minha alegria de não sorrir,
E vou andando por aí, a procura de um novo céu,
Onde as nuvens do meu Deus me guiam na solidão.
É nesta caminhada com aflição que rumo ao horizonte,
Sem entardecer envergo os pés no único solo materno,
Da mãe África aberta com veias e sangues inocentes,
Não... Ali não soa mais o tambor da minha aldeia,
Até parece que o espírito guerreiro me abandonou.
Da caçada humana deflagrada pelos homens brancos,
A minha boca estremece de medo e sem qualquer cobiça,
E as lágrimas já não escorrem no meu rosto como dantes,
Mesmo assim, sou filho da África da grande tribo Massai,
Guerreiro solitário do meu povo, eu vou andando sem fim.
E vou subir no Monte Kilimanjaro e observar a minha vida,
Falar com o meu Deus e pedir o sangue dos antepassados,
Que correm nas minhas frágeis veias no ápice desse espírito,
Perdoando com os olhos negros o silencio que voa no vento,
Levando a cada instante o meu louvor sem um tostão no bolso.
Eu sinto que a montanha branca também se despede,
Do coração de toda a África derramando as suas lágrimas,
Talvez seja o aquecimento global imputado aos brancos,
Do mais belo paraíso que satisfaz todos os africanos,
De onde eu posso gritar do seu topo o meu Adeus.
Porém, revejo que as esperanças são vencidas pela força bélica,
E minha lança já ultrapassada é a minha ferida que adormece,
Não une esforços com a modernidade que me sacoleja,
Do leste Africano, trago as lembranças do meu Éden,
Que se perdeu nas longas influências dos tiranos.
Não sou mais um guerreiro que luta em defesa,
O imperialismo das grandes nações sufoca-nos,
Absorvendo nos olhos a exploração capitalista,
Na corrida multimilionária da riqueza natural,
Marginalizando a minha cultura milenar.
Isto é o capital avarento de benesses pra perdoar dívidas,
Do qual o povo Massai e outras tribos não constituíram,
Por isso, vou subir no Kilimanjaro e rever a minha vida,
E peço-lhes que não façais do povo Massai o sacrifício,
Assim como Ruanda que emanou sangue como fel.
Eu acho que do alto do Monte Kilimanjaro, o sonho acabou,
Para cada lado que olho, vejo em cada fronteira um absurdo,
Da Etiópia, Somália, Oceano Índico, Tanzânia, Uganda e Sudão,
Vejo que não me resta nem mesmo o Lago Victória, tão longe,
Talvez, este poderia afagar o meu tormento nas profundidades.
O mundo não é mais o mesmo dos meus ancestrais,
A guerra, a fome, as pestes são frutos do homem branco,
Invadindo o meu ser que espanca a minha liberdade,
E saiba que eu não conheço outra forma de viver sem o gado,
Que campeiam nas gramas desérticas do meu coração.
Eu sou o homem negro abatido na minha própria África,
Porém, revejo que a esperança é vencida pela força bélica,
E minha lança já ultrapassada é a minha ferida que adormece,
Vejo que nem o meu cajado se levantar mais no amanhã,
E a minha lança afiada não vence as minas e nem os fuzis.
Há certo abismo entre a última geração pensante e a nossa: executante, dura e fria. Em algum ponto, deixamos cair a interrogação. É necessário que voltemos.
Meus amigos são da geração dos caretas
Que querem o sol duas vezes por dia
Que levam a lua ao céu
A troco de ver o sol nascer
Eles se alteram fácil
Botando tudo a perder
Eu só faço o que quero e o que me convém
Não obedeço a qualquer um
Não sou seu nem de ninguém
Mas tenho que adimitir
Que também sou dessa geração
E sou careta também
E é justamente sobre você que eu quero falar pros meus filhos, netos, bisnetos… até na geração que a vida me permitir.
O amor nos tempos modernos
Na verdade a nossa geração é a geração instantânea, o amor aos olhos de muitos é uma espécie de Fast food e assim, sendo comparado a um produto é algo que facilmente pode ser descartado quando acusado algum tipo de defeito. Com toda essa impaciência, muitos deixaram de acreditar que o amor é uma construção, que leva tempo para que ele se estruture. O amor que prevalece tem um alicerce, que com certeza é construído a base de superações e à moldura do tempo.
GERAÇÃO
Nossa geração não sabe amar, não sabe esperar, não temos o autocontrole dos nossos sentimentos, digamos que andei analisando histórias relacionadas sobre um sentimento chamado amor. A nossa geração na maioria da vezes expõe diariamente seus "sentimentos" em redes sociais, sejam eles positivos e negativos, onde buscam ter um certo desabafo do que estão sentindo, de certa parte toda essa mania de desabafar em rede social não tem um resultado porque fica apenas em palavras. Tenho grande certeza que se uma determinada pessoa ama outra de verdade, não se expõe e sim busca um jeito de estar com ela, por mais que ela lute e não consiga, por mais que ela tente e fracasse, por mais que passe meses, por mais que passe anos, se a pessoa passar por tudo isso e o sentimento ainda aflora pode ter certeza que é amor, não são apenas palavras que vão definir o que é amor porque na grande imensidão e complexidade não saberemos, mas podemos ter uma noção, é só perguntarmos pra uma pessoa mais velha que ela vai dizer a metade do que ela já passou e sentiu.
Somos adolescentes no amor e isso é fato, e com o tempo saberemos porque não deu certo com uma determinada pessoa, e por fim vamos ter certeza de que nada é em vão e nossa geração aprenderá mais.
Primeiro Encontro com ela…
Foi tenso como dizem essa nova geração, o dia demorando para passar, frio na barriga a todo instante.
Neste “Fatídico” dia.
– Sim fatídico, porque ao levantar da cama, já sabia que o dia ia marcante ou trágico.
Levantando da cama já atrasado, corro para para fazer as coisas matutinas antes de ir trabalhar.
Uma leve topada na cadeira, um pouco de shampoo nos olhos. Para o café torrada queimada e café fraco e amargo, já estava pronto para sair de casa.
Uma hora de transito até o trabalho.
Começo trabalhar a 8:30 já ansioso para chegar a hora do almoço.
Foram três horas e meia angustiantes até chegar ao meio dia.
Uma hora depois, já alimentado e com preguiça volto para para cumprir meus afazeres.
Olha… A parte da tarde passou que nem vi, as 17:00 começo a me arrumar, ajeitar o cabelo, escovar os dentes, perfume e outras coisas.
Mando uma mensagem para ela.
18:00 – EU: Eu saí agora
18:00 – ELA: Mas como choveu pode ser que me atrase um pouquinho
Será que ela me dar bolo (deixar de ir, faltar, dar o cano), fiquei um pouco apreensivo, mas segui como combinado.
18:01 – Eu: Pode deixar lindinha eu te espero.
Ansioso por aquele encontro, um atraso não era nada.
Faltou marcar o lugar e esperar.
18:02 – ELA: É lá dentro do shopping
18:02 – ELA: Não sei se você sabe
18:02 – EU: Sei
18:03 – ELA: Vou te avisando
18:04 – EU:
É impossível recordar algo que não aconteceu no nosso tempo, na nossa geração. Mas podemos observar, ouvir e sentir como era bom e belo o que hoje é considerado obsoleto.
Desconheço e não vejo nenhuma parte minha nessa geração que dia após dia aprende a não amar, ensinando uns aos outros a indiferença, e gritando a exaustão que o amor é desengano e sem nenhuma valia. Sim, ele é um risco. Mas a maioria das coisas dessa vida são perigosas!
A geração dos 140 caracteres está na internet protestando. Com um dois parágrafos eles acham que podem vencer uma guerra.
Das coisas boas que já vivi na minha geração, a melhor delas foi a liberdade de poder ser o que mora em mim e de vez em quando sair por aí visitando os lugares que meus pés sentem a leveza do chão onde querem pisar.
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