Coleção pessoal de Edenilsonmontessi

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“O verdadeiro privilégio não é ter para onde ir, é ter alguém esperando por você quando decidir voltar.”

“Talvez o mais difícil de mudar não seja abandonar antigos hábitos, mas aceitar que algumas pessoas só conheciam a versão de nós que já não existe.”

“Há coisas que eu só compreendi depois de deixá-las para trás, porque certas verdades fazem barulho demais quando ainda estamos vivendo dentro delas.”

“Chega um momento em que explicar quem somos começa a parecer uma forma de pedir permissão para existir.”

“Algumas lembranças não voltam quando pensamos nelas; somos nós que voltamos para lugares onde já não moramos.”

“O estranho de conhecer alguém profundamente é perceber que, enquanto aprendíamos seus detalhes, também estávamos entregando a essa pessoa novos lugares para nos ferir.”

“Talvez certas portas nunca tenham sido feitas para serem abertas; talvez existam apenas para descobrirmos quanto tempo insistimos diante delas.”

“Há uma espécie de solidão que acontece mesmo quando estamos cercados, quando ninguém percebe que estamos presentes apenas pela metade.”

“Eu não temo tanto aquilo que posso perder quanto aquilo que posso me tornar enquanto tento não perder.”

“Algumas escolhas parecem pequenas quando são feitas, mas passam anos crescendo silenciosamente dentro das consequências.”

“Nem tudo aquilo que permanece merece ser chamado de permanência; às vezes é apenas o medo sentado no mesmo lugar há tempo demais.”

“Existem versões de nós que desaparecem sem despedida; um dia percebemos que estamos procurando por alguém que fomos.”

“O que ninguém vê em nós talvez seja justamente aquilo que mais esforço fazemos para não deixar desmoronar.”

“Eu descobri que algumas certezas envelhecem antes de nós, e quando finalmente percebemos, já estamos defendendo algo em que deixamos de acreditar.”

“Há pensamentos que não pedem uma resposta; pedem apenas que alguém tenha coragem de permanecer dentro deles até que deixem de doer.”

“Existem silêncios que não significam ausência, mas apenas o momento em que a alma está tentando organizar tudo aquilo que o coração ainda não conseguiu dizer.”

“Às vezes, o caminho não muda; somos nós que finalmente aprendemos a caminhar por ele sem carregar o peso do que ficou para trás.”

⁠Sabe, quando eu era criança, acreditava em tantas coisas mágicas: Papai Noel, Coelhinho da Páscoa, contos de fadas... Tudo parecia possível, tudo era cheio de encanto. Mas aí a gente cresce, e a vida começa a nos dizer que é besteira acreditar nessas coisas, que precisamos ser mais “pé no chão”. Só que, honestamente? Eu não consigo ser assim.
Eu ainda acredito em clichês. Ainda me pego sonhando com finais felizes, ainda choro em filmes românticos, ainda acho lindo quando vejo um pedido de casamento. E, às vezes, isso me faz sentir meio bobo, como se o mundo dissesse que eu deveria ser mais duro, mais cético. Mas por que eu deveria? O que há de errado em querer enxergar a beleza e o amor nas pequenas coisas?
A vida já é cheia de momentos difíceis, de dores e decepções. Então, se acreditar no amor, nos finais felizes, ou até mesmo em um pouco de magia torna tudo mais leve, por que eu abriria mão disso? Talvez seja isso que ainda mantém viva aquela criança dentro de mim, aquela que nunca deixou de sonhar. A magia não está lá fora, está dentro de nós, e eu ainda escolho mantê-la viva.

⁠Imagine entrar em uma sala e todos os olhares se voltarem para você. Não por causa do que veste, mas pelo que transmite: presença, força, confiança. É exatamente assim que ela chega, como uma tempestade calma, de cabelos pretos esvoaçantes e uma aura impossível de ignorar. Ela não pede licença, não precisa. Ela é a própria definição de quem sabe o que quer e como conquistar.

⁠Ela é tipo Nelore, imponente no olhar,
Cabelão preto que ao vento faz bailar.
Na calmaria, uma força oculta brilha,
Com pisada firme, marca sua trilha.
Cresce como o campo, vasto e sereno,
Sem pressa, mas com destino pleno.
O cabelo escuro, como a noite sem fim,
Guarda segredos de um coração em motim.
Ela é raça, ela é vida, força bruta,
Sabe ser doce, mas jamais absoluta.
É a alma livre que o tempo não prende,
Ela é tipo Nelore, selvagem e independente.