Somos Culpados pelo que fazemos
A culpa sempre foi da imprevisibilidade humana
Somos sempre visto como um exército de um homem só
Lutando, batalhando por nossas vidas!
E nos faz deduzir a nossa própria inconstância;
Culpar a tecnologia pelo mal que ela pode provocar é esquecer que somos nós que damos a inteligência artificial propósito e direção
Quando estamos sozinhos negligenciamos quem somos, quando acompanhados culpamos quem fomos, para mais tarde ao partir não reconhecermos quem nos tornamos
Por trás das cortinas, somos todos iguais
Estamos sozinhos e não há mais ninguém para culpar
Enfrente todos os seus demônios, é tudo o que você pode fazer
Você vai descobrir, o maior deles é você
- Falling Curtains
Nos tornamos fortes e perdemos coração
mas não temos culpa, somos produtos
do meio e mesmo tentando manter um
pouco de amor, somos obrigados a
perdê-lo para a vida.
A Páscoa
Nós somos os culpados! Por causa dos nossos pecados Ele se entregou! Os nossos pecados mataram Jesus! Se estivéssemos lá, faríamos coro com a multidão ensandecida gritando: “Crucifica-o! Crucifica-o”!
Hoje não é dia de festa, de alegria e chocolates; mas dia de arrependimento e quebrantamento.
Mas eles (nós) clamavam em contrário, dizendo: Crucifica-o, crucifica-o. Lucas 23.21.
Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho; mas o Senhor fez cair sobre ele à iniquidade de nós todos. Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado ao matadouro, e como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, assim ele não abriu a sua boca. Isaías 53:4-7.
Pense nisso e ótima Páscoa!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Somos fases, hora boas, hora nem tão boas assim, mas as duas tem algo em comum, foram nossas decisões que nos trouxeram até aqui. Acostumamos a encontrar um culpado nas horas ruins, mas não tem, é tudo entre você e sua escolha, um sim ou um não que você disse lá atrás e que mudou tudo. Se eu pudesse voltar e me dar um conselho, eu não mudaria nada, apenas diria: "Aproveite seus momentos felizes, visite mais seus amigos, se apaixone por alguém, se case, tenha filhos, e cuide de sua família... Aproveite sua vida parceiro, pois o tempo passa".
Não culpe os outros pelo que acontece com você, nós somos nossos próprios demônios, nós mesmos nos consumimos no ódio, na ignorância, na tristeza, na mentira e até mesmo na verdade.
A noite chega e vem toda aquela sensação de solidão, o pensamento de que "somos invencíveis" já há de partir e ninguém te tira a paz na noite, no dia, na vida, mais do que você, meu amigo. Sim, o culpado de cada partida é o mesmo que você olha quando se vê no espelho, você mesmo. Portanto, sorrisos são bem-vindos, é o ponto de chegada de pessoas que querem seu bem e sua alegria. O porto seguro é você quem faz, as pessoas só vem para habitá-lo. Os sorrisos são como escudos contra a tristeza e a alegria é a espada que corta a solidão. Então, meu amigo, devemos ter sorrisos até nas tristezas para lembrarmos de todas as alegrias que já passamos e para sabermos o que estamos enfrentando e por quem. A luta é algo inevitável, quando tem que vir, ela vem, mas como tudo tem fim, ela também se vai e o que escrevemos nesse tempo é o que fica. Portanto, merecedor de toda sua história é quem também luta nela com você. Mas me diz, quem lutará com você, se você não mostrar que lutará por ela um dia ? Se você não se mostrar forte com um sorriso em meio a dor ? Quem ?
Somos responsáveis pela maioria das coisas que nos acontecem, ainda que frequentemente ponhamos a culpa em outras pessoas por aquilo que não dá certo.
Quando uma pessoa quiser nos fazer pensar que somos idiotas, fracos e inconsequentes, impondo-nos veementemente culpa de um involuntário ato, por vezes, o melhor é deixarmos que pense crer no suposto dolo; para não ferirmos-nos numa discussão perversa... É a defesa natural de o acidentado diante do espanto, da indignação, dor e consequências... Tudo que disseres ao seu favor estará encoberto pela névoa da inadmissão e ou incompreensão... Se tu a preza, aguarde com parcimônia; noutro átimo, pode ser que o cotidiano que segue, encarregue-se de mostrar a realidade do que é formado o seu caráter, portanto; incapaz de articular e preceder violentos atos.
"Cometemos erros até com a melhor das intenções! Por que? Porque somos seres humanos dotados de falhas e limitações! Propensos a erros, sim, mas dotados também de uma incrível capacidade de aprender nesta escola da vida, para assim, mais amadurecidos, desenvolvermos uma autoconsciência, equilibrando sentimentos e estabelecendo limites racionais sem que façamos a nós mesmos exigências impossíveis e perfeccionistas demais! Sem ficar nos culpando por não conseguirmos ser tudo, possuir tudo, desfrutar de tudo!"
Sobre cultivar o amor.
Aprenda a aceitar as imperfeições da outra pessoa. Todos somos seres imperfeitos repletos de perfeições porém, muitas vezes insistimos em dar mais atenção às pedras ao invés do grande campo de girassol.
Tudo é uma questão do modo de olhar.
Nunca somos isentos quando opinamos. Nossa imparcialidade tem um peso enorme daquilo que vivemos e presenciamos. Assim, ao julgarmos algo ou alguém, mais parecerá uma confissão de culpa. Pense nisso na próxima vez que apontar o dedo para alguém.
Somos o que construímos para nós mesmos, cada um fez suas escolhas, priorizando aquilo lhe dava mais "prazer" ou lhe reluzia mais valor. A construção de nossa vida é o templo daquilo que idolatramos e amamos e, as consequências serão dignas da sapiência da escolha. Ninguém tem culpa quanto as reações das ações que investimos. Somos o resultado da verdade delas.
"Não há nenhum inocente aqui que possa vir a ser salvo: somos todos diabos."
(trecho de "O Conde de Santo Amaro")
Não importa os erros do seu passado. Somos errantes, estamos predestinados a errar mesmo, mas o que realmente importa é o que será a partir de agora. Cultive apenas o que faz de melhor. O passado retorna para corrigir e para aprender conviver com ele como aprendizado e não como culpa.
O bode expiatório. O cisco no olho do próximo.
Às vezes, somos enganados pelos nossos maus sentimentos, mas pensamos que foram os outros que nos enganaram.
Talvez seja aquela antiga maneira de ter alguém para acusar em vez de olhar para dentro de si mesmo e encontrar a verdadeira causa dos próprios problemas, pois sempre é mais fácil acusar do que assumir a responsabilidade por determinadas situações.
Às vezes, levados pelo ciúme, pela inveja, pelo ódio, pelo desejo de vingança, por tantos outros sentimentos negativos que geram emoções negativas, sucumbimos à nossa própria realidade que reflete o nosso enfraquecimento anímico, espiritual e físico.
Lembro-me de um versículo bíblico que diz: “a inveja apodrece os ossos“ (Pv 14:30).
Às vezes, somos os culpados pelas nossas próprias circunstâncias; isso nada tem a ver com os outros, mas com nós mesmos. Por mais que os outros tenham alguma influência na nossa situação, na verdade, nós permitimos que eles exercessem alguma influência em nossa vida, para bem ou para mal; de qualquer forma, nós somos ou fomos os patrocinadores de suas obras, boas ou más. Por isso que não podemos condenar ninguém pelos nossos infortúnios tampouco dar a outrem os méritos das nossas conquistas. Porque, eles podem influenciar, mas a decisão de fazer ou não fazer é sempre nossa.
Façamos, portanto, uma reflexão séria diante de Deus, reconhecendo as nossas próprias falhas, assumindo os nossos próprios enganos, admitindo os nossos próprios erros.
Peçamos a Deus pela nossa libertação de sentimentos perniciosos que nos engambelam, lembrando sempre do ensinamento bíblico de que o coração é enganoso (Jr 17:9) e, por isso mesmo, precisamos aprender a pautar as nossas ações com base na nossa razão e não nas nossas emoções. Isso é o que significa amar a Deus de todo o entendimento (Lc 10:27), um amor racional e não emocional.
Oremos a Deus pela nossa capacidade de nos posicionarmos como pessoas capacitadas para empreendermos benefícios a nós mesmos independentemente das ações alheias. Há coisas que nós podemos fazer por nós mesmos sem precisarmos da intervenção alheia, sem darmos legalidade a terceiros para agirem em nosso lugar como intermediadores, pagando por investimentos no escuro, achando que é um bom negócio etc.
Que haja em nós um despertar divino que nos livre de nós mesmos em nossas debilidades ontológicas, do domínio emocional pelo engessamento racional; que possamos manifestar, sim, o domínio próprio em todas as circunstâncias. (Pv 16:32; Gl 5:23).
