Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
A vida é um eco das escolhas que fazemos nos momentos de extrema pressão e de dúvida, e a nossa capacidade de agir com desprendimento define a estatura moral de nossa existência. O amor, quando é verdadeiro, não exige garantias ou reciprocidade, ele simplesmente se doa, transformando o risco da perda em uma vitória espiritual que silencia qualquer argumento. A renúncia não é fraqueza, é a mais alta expressão de uma força que transcende o ego. Você está vivendo para acumular ou para doar o que há de mais precioso em você?
O destino não é o que nos acontece, mas o que fazemos com o que nos sobra depois que o pior já passou e o silêncio se instalou na sala. É a reconstrução paciente de um vaso quebrado, sabendo que as marcas da cola farão parte da sua nova identidade.
Tudo que fazemos sem uma reflexão tende a dar errado com mais frequência. Pensar antes de agir me evitaria muitos problemas...
Não é o que fazemos exatamente igual, é o que trazemos a feição justamente diferente; separa esses momentos em balança para transformar em valor e senso.
O amor aplicado ao que fazemos, traduz em consciência, que sustenta decisões, orienta comportamentos e constrói algo essencial, o pertencimento.
As escolhas que fazemos têm seu tempo.Têm seu preço.Sem promessas, por mais que tenhamos pressa.
Escolhas que, às vezes, causam danos,por mais que não estejam em nossos planos.
Eu escolho cuidar de mim,mesmo tendo que dar um fima algo que já não faz mais sentido.
Podemos nos arrepender de tudo,menos de termos nos escolhido.
Acho que já todos sabemos que a vida é comparada a uma viagem que fazemos, pois as duas tem á semelhança os objetivos e obstáculos. A pergunta que faço é a seguinte:
- Mas para onde?
Cobramos reciprocidade naquilo que fazemos por interesse;
Naquilo que fazemos por amor, não cobramos nada em troca.
Nossa mente é quem define o que queremos sentir, a partir das interpretações que fazemos da realidade. Essas interpretações são moldadas pelas referências e experiências que acumulamos ao longo da vida. Assim, os sentimentos, sejam positivos ou negativos, surgem da maneira como vemos as coisas. Quando mudamos a forma de interpretar algo, o sentimento relacionado a isso também muda.
O que fazemos com a dor?
Ninguém escolhe sofrer.
Mas, em algum momento da vida, todos precisarão decidir o que farão com a própria dor.
Algumas pessoas a transformam em amargura.
Outras a escondem tão profundamente que passam anos fingindo que ela não existe.
Há ainda quem permita que a dor se torne a única identidade possível.
Mas existe um outro caminho.
O de escutá-la.
A dor tem uma linguagem própria.
Ela não fala apenas do que perdemos.
Ela também revela o que valorizamos, o que desejamos preservar e aquilo que ainda precisa ser cuidado dentro de nós.
Talvez o sofrimento não nos defina.
Talvez ele apenas nos apresente partes de nós que permaneciam desconhecidas.
A dor não pede que você viva preso a ela.
Ela pede apenas que não passe por ela sem aprender alguma coisa.
Pepita de Oliveira
Este mundo muito me intriga:
o simples vira complexo e o dificultoso, às vezes, fazemos involuntariamente.
E talvez o verdadeiro sentido da vida
não esteja no que aconteceu conosco,
mas no que fazemos
com aquilo que nos feriu.
— Helaine Machado
Talvez o nosso único Defeito Perdoável para o outro seja o Silêncio que fazemos para Poupá-lo.
Mas há algo de muito grave nessa empatia espinhosa: sacrificar a nossa Paz para poupar o próximo pode ser nosso Maior defeito.
Pois, há silêncios que parecem generosos…
Eles vestem a roupa da empatia, caminham com passos cuidadosos e nos convencem de que calar é uma forma de proteger — proteger o outro de uma verdade dura, de uma crítica necessária, de uma ferida que nossas palavras poderiam abrir.
Mas existe uma espinha escondida nessa delicadeza.
Quando o silêncio deixa de ser escolha e passa a ser renúncia, ele começa a cobrar um preço alto demais.
Porque, enquanto poupamos o outro de um incômodo passageiro, vamos acumulando em nós aquilo que nunca teve o direito de existir.
E o que não encontra voz quase sempre encontra peso.
A empatia, quando exagera na dose, pode se transformar numa espécie de sacrifício íntimo: abrimos mão da nossa paz para preservar a tranquilidade alheia.
E, nesse gesto que parece tão nobre, às vezes cometemos uma injustiça silenciosa — contra nós mesmos.
Poupar o outro jamais deveria custar a nossa serenidade.
Porque há verdades que não ferem por serem ditas, mas por serem enterradas.
E há relações que não se fortalecem com silêncios, mas com a coragem delicada de dizer aquilo que precisa existir entre duas consciências que se respeitam.
Talvez, no fim das contas, o silêncio só seja realmente um Defeito Perdoável quando não se transforma no lugar onde abandonamos a nossa própria paz.
“” O bom da internet é isso
Fazemos amigos que nem imaginávamos que existiam
E recebemos carinhos que nem pensávamos merecer...””
A mensagem recebida é semente,
o que define o fruto é o que fazemos com ela no secreto, no caráter, nas escolhas. miriamleal
Todos os dias fazemos escolhas, e cada uma delas planta uma semente. A colheita vem no tempo certo, nunca antes, nunca depois. Com fé em Deus, seguimos confiantes, sabendo que o bem semeado floresce, mesmo quando ainda não vemos.
