Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve

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"Tudo o que fazemos na terra é registrado no céu" Ademar de Borba

⁠O que fazemos com AMOR,
Brota sementes de VIDA.
Sorrisos e abraços nós ganhamos
É o mundo nos ensinando
Que o maior aprendizado é
Uma consciência LIMPA.
Iluminado nós recebemos
O melhor do UNIVERSO.

⁠Precisamos abastecer o amor
Receberemos provas disso no mundo.
O que fazemos de bom coração
Vai com certeza transformar a vida de alguém.
E o maior presente é ver um sorriso.
Recebemos o amor verdadeiro que damos.

Todos os dias fazemos promessas que nunca cumprimos, na maioria das vezes, para nós mesmos.

Que bom é viver e lembrar dos ensinamentos do pai em tudo que fazemos, que bom é viver em paz sabendo que fez e faz o possível para ser melhor, e se errar ter a humildade de reconhecer, se desculpar e recomeçar e está tudo bem, pois ninguém é perfeito.

Devemos nos preocupar com o bem que fazemos e jamais com o mal que se propaga por falta de conhecimento e evolução. Não importa o tempo, sentimento ou lugar que nos conduz porque o processo de evolução começa quando o amor nos toca. Quando nos distanciamos do amor, nos distanciamos de nós mesmos.

É preciso se permitir. Buscar dentro de si a libertação dos sentimentos que aprisionam. Tudo é energia e toda vibração é do tamanho do que se sente. Quem erra ou acerta ajuda ambos a evoluir. Faz parte do aprendizado errar e acertar. Não cabe julgamento porque não sabemos a necessidade, limitação ou conhecimento de cada um.

Deus não é justiceiro. Construa o você quer sentir e aceite o lugar que você se coloca. Quando criamos barreiras ao nosso redor o universo tende a nos derrubar. É preciso renovar o velho para o novo chegar. É preciso se libertar da escravidão da mente.

Somos instrumentos divinos transmutando o passado e neutralizando a falta de luz. Somos resultados de nossas emoções e tudo depende de nossa consciência. É impossível manter o equilíbrio sem reforma íntima. Porque a gente recebe o que atrai. Não apague a luz da esperança porque é a luz da positividade que aquece o amor, maior fonte de luz divina. Quer mudar o que recebe? Comece mudando o que emite. Permita-se!

De que vale a intenção, se nada fazemos para que as coisas aconteçam diferente?

Fazemos de tudo para que não aconteça o rompimento total da relação, mas infelizmente é assim, as pessoas só entendem quando o final é decisivo.

As vezes fazemos coisas que não gostamos, simplesmente para agradar quem gosta.

Não é o que fazemos exatamente igual, é o que trazemos a feição justamente diferente; separa esses momentos em balança para transformar em valor e senso.

O amor aplicado ao que fazemos, traduz em consciência, que sustenta decisões, orienta comportamentos e constrói algo essencial, o pertencimento.

Primeiro obedecemos até que entendemos, e fazemos naturalmente por ser o certo a ser feito.

O que fazemos com a dor?

Ninguém escolhe sofrer.
Mas, em algum momento da vida, todos precisarão decidir o que farão com a própria dor.
Algumas pessoas a transformam em amargura.
Outras a escondem tão profundamente que passam anos fingindo que ela não existe.
Há ainda quem permita que a dor se torne a única identidade possível.
Mas existe um outro caminho.
O de escutá-la.
A dor tem uma linguagem própria.
Ela não fala apenas do que perdemos.
Ela também revela o que valorizamos, o que desejamos preservar e aquilo que ainda precisa ser cuidado dentro de nós.
Talvez o sofrimento não nos defina.
Talvez ele apenas nos apresente partes de nós que permaneciam desconhecidas.
A dor não pede que você viva preso a ela.

Ela pede apenas que não passe por ela sem aprender alguma coisa.

Pepita de Oliveira

De tudo que fazemos nesta vida, somente o amor é o que vamos lembrar sempre...

“” O bom da internet é isso
Fazemos amigos que nem imaginávamos que existiam
E recebemos carinhos que nem pensávamos merecer...””

E talvez o verdadeiro sentido da vida
não esteja no que aconteceu conosco,
mas no que fazemos
com aquilo que nos feriu.
— Helaine Machado

⁠Cada pergunta que fazemos a nós mesmos abre portas para caminhos que nunca imaginamos percorrer. É nesse processo que descobrimos novas possibilidades e construímos experiências que podem marcar não apenas a nossa vida, mas também a de quem cruza o nosso caminho.


As pessoas são como livros. Muitos julgam apenas a capa, mas poucos se dispõem a conhecer a história que existe por trás dela. Quando aprendemos a ouvir e compreender os sentimentos do outro, nossa forma de enxergar o mundo muda.


Toda leitura, toda conversa e toda experiência deixam algum aprendizado. Elas ampliam nossa visão, despertam o senso crítico e nos lembram que a vida é feita de histórias diferentes, cada uma com seu próprio significado.

DEUS NÃO DORME...ELE sabe o que fazemos, não vale a pena tapar o sol com a peneira! As nossas atitudes têm sempre resposta!

⁠A ideia que temos de amor é, grande parte das vezes, a confusão que fazemos sobre o sentido de “paixão”.
A paixão é um vendaval! É aquele misto de sentimentos inexplicáveis, que nos impede de racionar coerentemente. Que nos tira o fôlego e tira nossos pés do chão. É aquilo que nos faz querer estar juntos o tempo todo , vivendo e respirando a outra pessoa. E que por vezes até nos rouba de nós mesmos.
O amor, diversamente da paixão, é paz! Ele chega e se mantém, com um misto não só de sentimentos, mas de relações, sendo a principal delas, a AMIZADE. O amor nos faz ou nos auxilia a pensar racionalmente. Nos devolve o fôlego da vida e até nos faz voar alto, mas também é capaz de nos ensinar o quanto ter os pés no chão é importante. O amor real, é o sentimento que nos permite saber que, embora não estejamos próximos fisicamente, ainda assim o sentimento, as lembranças, os momentos partilhados e o cheiro, estão onde o amor mora: no coração ! E uma vez aí estando, permanece. Ainda que além do universo…

Das cores primárias vermelho, azul e amarelo, fazemos uma infinidade de tons e matizes; assim como, a partir de cinco sabores: doce, salgado, azedo, amargo e picante, criamos combinações inesgotáveis de paladares. Agora, de um único limão, azedo ou ácido, se expande e se multiplica: adoçado, vira limonada, um refresco muito apreciado. Amassado, com casca e tudo, adicionando cachaça e açúcar, uma delícia, quase divina, a caipirinha. Sem o seu efeito, será que podemos comparar o limão ao amor?