Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve

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Das cores primárias vermelho, azul e amarelo, fazemos uma infinidade de tons e matizes; assim como, a partir de cinco sabores: doce, salgado, azedo, amargo e picante, criamos combinações inesgotáveis de paladares. Agora, de um único limão, azedo ou ácido, se expande e se multiplica: adoçado, vira limonada, um refresco muito apreciado. Amassado, com casca e tudo, adicionando cachaça e açúcar, uma delícia, quase divina, a caipirinha. Sem o seu efeito, será que podemos comparar o limão ao amor?

⁠O mundo reconhece, não pelo que falamos, e sim, pelo que fazemos e fazer boas e más obras chama a atenção até do próprio Deus para que ninguém seja julgado com parcialidade..

DEUS NÃO DORME...ELE sabe o que fazemos, não vale a pena tapar o sol com a peneira! As nossas atitudes têm sempre resposta!

E pensar, que na nossa vã vaidade, fazemos coisas que nunca encontram o cateto da hipotenusa. Depois ainda nos queixamos que se soubéssemos antes, o que sabemos hoje, não teríamos deixado passar em branco o teorema de Pintagoras. Que loucura!

Insolúvel


O tempo que apressamos,
E que fazemos tardar a insolúvel
Saudade do peito que arde.


Com mil solidões,
Te faço sorrir com um beijo,
E te vejo tranquila diluindo
A languidez que havia em seu peito.

Tudo na vida tem seu preço,por isso temos que tomar cuidado com o que falamos ou fazemos,pois cedo ou tarde pagaremos o preço devido de acordo com as nossas atitudes,não adianta fugir nem mentir pra si mesmo e nem pedir ajuda a Deus pois colhemos o que semeamos é o preço que pagamos por transgredirmos as leis de Deus que é justa para todos.

⁠A paz é resultante do que fazemos sobre tudo que nos chega e não do tamanho e impacto que vem.

O hoje é o palco da história eterna. O que fazemos hoje é o reflexo da nossa fé e do nosso amor por Deus e pelos outros.

Muitas vezes, aqueles por quem fazemos mais são os que mais nos desprezam, e aqueles por quem fazemos menos são os que mais nos honram

⁠A nossa mente é perigosa se pensarmos demais, fazemos muitas besteiras, o certo é se organizar e deixar com que as coisas boas nos leve a sonhar.

Com a idade o tempo muda: muda onde vamos e o que fazemos, o que falamos e amamos, e o que vemos e pensamos!
Mudanças: é um desejo de controle ou adaptação e permite enxergar oportunidades onde antes havia bloqueios; por meio de novos fatos, é o ponto de partida para um novo olhar sobre a vida para evoluir!
Tristeza e felicidade não são apenas opostos, mas estados complementares, coexistindo e alternando-se para o amadurecimento; "a felicidade é uma edificação diária enquanto a tristeza é uma resposta as perdas e desafios"!
À alternância inevitável entre dias felizes e fases difíceis, em essência, sugere que viver não é uma linha reta, mas um fluxo constante que molda alguém na alternância dos momentos!

⁠O que fazemos repetidamente, inevitavelmente encontrará a perfeição

A maior escolha que fazemos é decidir se aceitamos as coisas como são ou se assumimos a responsabilidade de mudá-las.

Conhecemos as pessoas conforme a leitura que fazemos delas.

Tudo que fazemos usando o tempero do amor fica perfeito.

Persistir na bondade é uma das mais belas formas de servir a Deus. Muitas vezes fazemos o bem e não recebemos compreensão ou carinho em troca, mas isso não deve nos desanimar.


O verdadeiro bem nasce do coração e não depende da resposta do mundo. Quem continua sendo bondoso, mesmo diante das dificuldades, fortalece a própria luz interior.


Sejamos firmes no amor, pacientes nas atitudes e generosos nas pequenas coisas. A bondade repetida todos os dias transforma o coração e ilumina o caminho de muitos. ✨


Tenham um lindo dia!

⁠Gostemos ou não, aceitemos ou não, você e eu fazemos parte da LEI da CEIFA, de acordo com a Bíblia.

1. Você ceifará o que semeia (Gl 6.7-9);

2. Você ceifará de acordo COMO você semeia
(2º Co 9.6);

3. Você ceifará MAIS do que semeia (Mt 13.31-32);

4. Você ceifará SEMPRE (Gl 6.9).

"A tecnologia é o reflexo da nossa curiosidade, mas o uso que fazemos dela é o reflexo do nosso caráter. No dia em que pararmos de usar as ferramentas apenas para acumular e começarmos a usá-las para conectar e cuidar, a verdadeira evolução acontecerá. A liberdade não está no poder de criar máquinas inteligentes, mas na sabedoria de nunca permitir que a frieza do código substitua o calor da empatia. Que o progresso técnico nunca caminhe mais rápido do que a nossa capacidade de sermos humanos."

⁠Queria falar com Einstein...essa teoria da relatividade entre tempo/ velocidade. Em oração fazemos isso acontecer. Vamos no futuro, e temos poder de transformar algo. É puro mistério, mas eu gostaria de ouvir dele, acaso tenha tido alguma experiência fenomenal.

Tenho um caderninho de desejos e pensamentos, daqueles bobos que fazemos como as crianças que sempre somos; nele, encontrei meu próprio nome escrito em diferentes linhas. Uma, procurando significado; outra, querendo beleza; mais uma, repetindo sabedoria; e outra, mais profunda, rasurada várias vezes, com marcas úmidas denunciando o choro, almejando liberdade.


Pisquei algumas vezes e senti o almiscarado de minha pele se tornar sujo, como se o mero desejo de ser livre fosse indigno para alguém como eu. Outra gota pinga no papel; não é preciso da data para perceber que meus sonhos são atemporais e carregam minha essência perdida consigo. Uma risada em descrença sai embargada de minha garganta, e os nós de meus dedos ficam brancos, rasgando repetidamente não o papel, mas sim minha prisão interna.


A presidiária olha de um lado para o outro, seus olhos baixos percorrendo as grades intimidadoras que a cercam. Ao seu lado, uma garotinha de cerca de seis anos a observa de cima a baixo, demorando-se nas algemas que começavam a enferrujar em torno de seus pulsos. A presidiária ri em escárnio e lança um olhar particularmente rude em resposta. A menina, por outro lado, parece se divertir e balança os pequenos pés no ar antes de gargalhar.


A criminosa franze as sobrancelhas e se aproxima lentamente, como um predador à espreita, com os braços cruzados e uma curiosidade crescente. O olhar daquela garota era familiar, e seus dedos pequenos batucavam na parede mais próxima; o barulho, misturado às respirações descompassadas, era o único som do local.


A jovem ousa conversar com a mulher, balbuciando coisas banais e fúteis, como seus gostos favoritos, aquela série específica que, por um acaso, era a favorita da malfeitora, e até sobre o time de futebol para o qual ela torcia. O papo, no começo hostil e desconfortável, torna-se aos poucos acolhedor; e, assim que a mais nova ri pela milésima vez de sua própria piada sem graça, as algemas da mais velha caem em um baque único contra o chão. A liberdade, silenciosa e subjetiva nos pensamentos diferentes — mas tão iguais — das duas, finalmente chega.


Quando pisco novamente, outra gota molhada cai sobre o caderno, embaçando minha visão e me trazendo de volta à dura realidade, que, anormalmente, estava mais quieta que antes — perigosamente próxima da paz. Meus dedos esguios e trêmulos viram a página completamente encharcada e, mesmo com as palavras tortas e a grafia errática, sorrio de canto ao compreender: não sobrevivi, mas, enfim, vivi.