Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
O mundo reconhece, não pelo que falamos, e sim, pelo que fazemos e fazer boas e más obras chama a atenção até do próprio Deus para que ninguém seja julgado com parcialidade..
A Certeza do Dever
Fazemos nossa parte. O nosso compromisso com o bem e com a evolução espiritual deve ser sempre independente da reação ou da gratidão daqueles que nos cercam. Quando plantamos uma boa semente, cumprimos a nossa missão diante da vida e da nossa própria consciência. O resultado final e o reconhecimento não nos pertencem; o que nos enobrece é a pureza da intenção e a constância do nosso esforço em ser luz.
As ações humanas orbitam em volta da comunicação.
Pelas palavras, nos fazemos representar, tanto individual como coletivamente.
É o manifesto do sentir.
É ferramenta para produzir e transferir conhecimento.
É veículo de informação e meio de expressão.
É arte em si mesma.
Assim, as palavras são o que fazem a comunicação transcender.
Todos os dias fazemos escolhas, e cada uma delas planta uma semente. A colheita vem no tempo certo, nunca antes, nunca depois. Com fé em Deus, seguimos confiantes, sabendo que o bem semeado floresce, mesmo quando ainda não vemos.
Todas as escolhas que fazemos ao longo da vida têm consequências, mas, para quem nasce em uma classe social menos favorecida, o preço de um erro costuma ser muito maior. Muitas oportunidades não voltam, e o tempo perdido dificilmente é recuperado. Por isso, mantenha o foco, discipline sua mente e pense nas consequências antes de agir. Caso contrário, você pode acabar escrevendo arrependimentos em páginas que servirão apenas como testemunho de sonhos que ninguém verá se tornar realidade.
Se a gente soubesse a diferencia que fazemos na vida de uma pessoa, a gente já começava o dia dizendo: você já conseguiu, já deu tudo certo!
"Estamos tão preocupados com o tempo, com nossos afazeres, que raramente fazemos uma pausa para nos conectarmos conosco mesmos."
A mensagem recebida é semente,
o que define o fruto é o que fazemos com ela no secreto, no caráter, nas escolhas. miriamleal
A vida é um eco das escolhas que fazemos nos momentos de extrema pressão e de dúvida, e a nossa capacidade de agir com desprendimento define a estatura moral de nossa existência. O amor, quando é verdadeiro, não exige garantias ou reciprocidade, ele simplesmente se doa, transformando o risco da perda em uma vitória espiritual que silencia qualquer argumento. A renúncia não é fraqueza, é a mais alta expressão de uma força que transcende o ego. Você está vivendo para acumular ou para doar o que há de mais precioso em você?
O destino não é o que nos acontece, mas o que fazemos com o que nos sobra depois que o pior já passou e o silêncio se instalou na sala. É a reconstrução paciente de um vaso quebrado, sabendo que as marcas da cola farão parte da sua nova identidade.
Existe uma ingenuidade comovente em nossa necessidade de controlar a vida. Fazemos planos como se o destino respeitasse calendários. Erguemos certezas como se o acaso tivesse algum compromisso com a nossa tranquilidade. No fim, percebemos que a existência jamais negociou conosco. Apenas nos tolerou por algum tempo.
- Tiago Scheimann
A caridade mais urgente é aquela que fazemos com a nossa própria alma. Cuide-se primeiro para poder acolher o mundo. ✨
Cobramos reciprocidade naquilo que fazemos por interesse;
Naquilo que fazemos por amor, não cobramos nada em troca.
Nossa mente é quem define o que queremos sentir, a partir das interpretações que fazemos da realidade. Essas interpretações são moldadas pelas referências e experiências que acumulamos ao longo da vida. Assim, os sentimentos, sejam positivos ou negativos, surgem da maneira como vemos as coisas. Quando mudamos a forma de interpretar algo, o sentimento relacionado a isso também muda.
Acho que já todos sabemos que a vida é comparada a uma viagem que fazemos, pois as duas tem á semelhança os objetivos e obstáculos. A pergunta que faço é a seguinte:
- Mas para onde?
“Nem toda força se demonstra pelo que fazemos; às vezes, ela se revela no que escolhemos não fazer.” — Leonardo Azevedo.
