Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
INTENSA QUE FALA NÉ?!
Nascemos assim, com células e células a mais de intensidade no corpo. Somos 800 ou 8000, tudo ou nada, agora ou nunca. Se AMAMOS alguém, exageradamente é com poder de um bom coração. Mas se deixamos de amar, querer alguém, é na mesma intensidade. Fica estampado na cara a nossa falta de simpatia a alguém que emana energia ruim. Quando estamos felizes é exageradamente na mesma proporção do amor ,não conseguimos nem conter o sorriso que fica preso de orelha a orelha, mas se estamos triste é com o mesmo exagero e aí choramos como se o mundo fosse se desfazer. Furacão, calmaria nada pouco ou morno. O problema é que quando vem desenganos, decepções , deslealdades nos sentimos arrebentados tudo é em dobro,e a dor é latente... Ser intensa é pular sem olhar e se arrebentar acreditando em quem nos cerca. É sofrer com a dor dos outros, é exagerar literalmente em tudo. Para NÓS os intensos não tem meio termo o NÃO É NÃO!
Ser sábio não é ser isento de errar. Mas é entender que no processo de existência da vida não somos nem anjos ( que praticam a bondade), nem demônios ( ou anjos decaídos que fazem o mal), mas simplesmente seres humanos.
Nós queríamos
Você quer ser eu e eu quero ser você
Nós somos iguais mas ao mesmo tempo não temos nada haver
Terra dos sonhos,terra da imaginação
Onde vc pode ser eu e eu posso ser você
Chama a minha atenção quando você abre seu coração
Mente pra mim e eu minto você
Odeio imaginar o quanto nós devíamos crescer
Somos empresas certificadoras de laudos de Egoísmos!
Mas há os que duvidam. Pronto passamos o recibo.
SOMOS *LUA* 🌝
As fases da tua vida não te definem!
Tal como as fases da lua que são um jogo de luz e sombra sem real influência na essência lunar, tu também contínuas pleno/a & inteiro/a sempre!
Somos a única espécie que aprendeu a domesticar os sentimentos bons. E, talvez isso seja o maior retrocesso da humanidade.
A gente nunca deixa de ser quem realmente somos, apenas dormimos por um certo período de tempo. Mas quando a alma retorna, é hora de acordar e voltar as origens.
Na vida somos todos recipientes. Nossas atitudes nos moldam,
e oque plantamos é oque vamos carregar.
Somos os comandantes do navio, e o mar inteiro é nosso; sabido isto, aprendemos a lidar com o mar enfurecido, e até começamos a ordenar a maré ao nosso favor (...).
A verdade é que a verdade tem sido ao longo do tempo trocada pela verdade que não é verdade. Somos escravos das ilusões
O prazer da vida, e saber viver como realmente somos, sem tentar ser diferente, para agradar algo ou alguém.
Nós, seres humanos, somos compostos por uma tríade: corpo, mente e espírito. Privar-nos de qualquer parte desta composição leva a diversas vicissitudes, que por sua vez conduzem a morte, física, mental e espiritual.
A privação ou abnegação do corpo pode ser comparada a total falta de cuidado para com o aspecto biológico humano, o que, se levado a condições extremas, provoca a morte física.
A morte mental, por sua vez, talvez seja comparável a ignorância patológica, que priva o homem de sua cognição e racionalidade.
Já a morte espiritual, por fim, é caracterizada pela ausência de significado na existência do ser, mutatio mutandis, ausência de conhecimento da causa final do ser. O que guarda relação com perguntas elementais como as indagações a respeito do sentido da vida. Afinal, para que existimos? Vivemos e sofremos? A ausência de um norte, um fim, um objetivo, uma causa maior, conduz o homem ao desespero quando diante do sofrimento.
Esse estado, digamos que, espiritual negativo tem sido a chaga do século XX e XXI. Vivemos em uma sociedade materialista, modernista, onde o plano espiritual tem sido negado e tolhido em prol da disseminação de toda sorte de ideologias onde o homem é o centro de todo o cosmos e a causa final. A realidade e a verdade têm sido trocadas pela ideologia e pelo relativismo. A ordem pelo caos.
O homem moderno, amputado de um de seus pilares existenciais, tem substituído o bem, o belo, o amor, o honrado, pela ganância, estética, fama, paixão, poder e toda sorte de vícios, em uma busca por sentido, desesperado por uma janela de escape da realidade de culpa, sofrimento e morte. O que no fim, conduz ao desespero.
Somos todos frutos de um ventre acolhedor e do querer de uma mulher. O doce querer, o amor incondicional de uma mulher, o amor incondicional de mãe.
Somos luzes que aparecem na vida das pessoas. Algumastêm muito combustível e duram muito tempo, outras quase não têm e duram pouquíssimo tempo. Somente para quem tem o amor como combustível essa luz nunca se apaga.
