Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
"Eufemismo é aquilo que tenta suavizar ou afastar a verdade que, cedo ou tarde, chegará... Sem maquiagem!"
Frase Minha 0318, Criada no Ano 2009
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"De manhã, depois que eu faço 'aquilo' , eu gosto mesmo é de um café bem "quietinho". Já ela, não. Ela continua falando, Oxente!"
Texto Meu 0902, Criado em 2018
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
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"Não se cansam de ficar repetindo que 'o Espírito de Natal é isso e aquilo'? Que o Natal 'não pode ser comercio'? E outros Blá Blá Blás? Não se cansam nem se mancam? Currupaco, Paco, Paco! Ah, o Cerumano!"
Texto Meu 0984, Criado em 2020
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"Saudade é aquilo que muitos só sentem... Nunca provocam, nunca causam. Só sentem!"
Texto Meu No.1101, Criado em 2022
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
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1744
"Estou com 'aquilo' de novo: sempre que sinto medo, eu perco a coragem. É automático ou 'é batata', como diziam!"
0024 "Não conheço quem tenha assumido que é isso ou aquilo de errado ou de ruim. Mas quase todos vivem dizendo que nós (e outros) temos dezenas de defeitos. Ah, o Cerumano!"
0289 "Aquilo de dizer que traz a pessoa amada em 24 horas é só um absurdo. Outro absurdo é humano que acredita nisso!"
2215 📜 "Sempre que passo por aquele restaurante, tenho vontade de comer A...Quilo. A comida lá também é muito boa!"
2417 📜 "Ele vive dizendo: 'É isso, É aquilo e só É porque sou EU quem está dizendo'. Como acreditar, aceitar e levar a sério alguém assim? HeuHein!
0902 📜 "De manhã, depois que eu faço 'aquilo' , eu gosto mesmo é de um café bem 'quietinho'. Já ela, não. Nada de quietinho... Ela continua falando!"
Enquanto uns choram seus pais que só lhes deixaram aquilo que dinheiro nenhum pode comprar, outros, miseráveis, que não têm nada além do dinheiro — desumanizam os seus.
Nas gôndolas da política-espetáculo só há aquilo que os apaixonados admiram: criadores de conteúdos.
Não de ideias nem caminhos.
Muito menos de soluções.
A política, que deveria ser o espaço mais rígido do pensamento coletivo — onde conflitos reais da sociedade são encarados com responsabilidade — foi lentamente convertida num palco onde o que importa não é governar, mas performar.
O político deixa de ser um mediador de interesses públicos para tornar-se um personagem que precisa alimentar diariamente a máquina da visibilidade.
Nesse mercado, a coerência vale menos que o engajamento.
A profundidade perde para a viralização.
E o compromisso com a realidade torna-se um obstáculo para quem precisa produzir narrativas rápidas, emocionais e constantemente inflamáveis.
Assim, a política vai sendo reorganizada como um grande shopping de convicções prontas: cada público escolhe a vitrine que mais agrada ao seu afeto, ao seu medo ou à sua raiva.
E, como bons consumidores, muitos já não querem ser confrontados com fatos — preferem apenas ser abastecidos com conteúdos que confirmem suas paixões.
O resultado é uma curiosa inversão: nunca se falou tanto de política, e talvez nunca se tenha pensado tão pouco sobre ela.
Porque quando a política vira entretenimento, o cidadão vira audiência.
E quando o cidadão aceita ser apenas audiência, o poder agradece — afinal, plateias não governam, apenas aplaudem ou vaiam conforme o roteiro do dia.
No fim das contas, o problema não está apenas nas prateleiras dessa política-espetáculo.
Está também nos consumidores que já não procuram estadistas, pensadores ou construtores de futuro.
Procuram apenas o próximo conteúdo que lhes retroalimente seu viés de confirmação.
O passado é uma lição.
O presente é exatamente um presente.
O futuro é aquilo que sobrará do presente.
Então, trate com carinho o seu presente.
Desaprender também é aprender. Às vezes, a maior aprendizagem consiste em abandonar aquilo que já não nos permite evoluir.
"Como o homem, o animal tem aquilo a que chamais consciência, e que não é outra coisa senão a sensação da alma quando fez o bem ou o mal? Observai e vede se o animal não dá prova de consciência, sempre, relativamente ao homem. Credes que o cão não saiba quando fez o bem ou o mal? Se não o sentisse, não viveria."
Charles, Espírito.
- Revista Espírita,julho,1860 -
