Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
É difícil você olhar pra trás e vê que coisas não foram feitas, atitudes não foram tomadas por medo de errar. É difícil aceitar que oportunidades foram perdidas por não ter a certeza de que realmente daria certo. O tempo passa, as coisas mudam, as pessoas mudam, tudo muda. E quando você percebe isso pode ser tarde demais, tarde demais para voltar atrás, para voltar no tempo e consertar aquilo que você errou. Tudo se torna mais fácil quando você sabe das consequências. Tudo se torna fácil quando você sabe o que vai acontecer se você tomar tal atitude. Mas não é bem assim. Você nunca sabe o que vai acontecer quando você der um passo à frente ou um passo atrás. Tomei atitudes achando que eram certas, e me enganei. Deixei de tomar atitudes achando que estava errada, e na verdade, eram as certas. Nós nunca sabemos o dia de amanhã, nunca sabemos das consequências que virão sobre os nossos atos, e ainda que seja tão difícil aceitar essas coisas não podemos parar a nossa vida, não podemos parar o tempo, não podemos deixar de viver por causa disso. Por causa do medo, da insegurança, da incerteza. Eu quero dar uma segunda oportunidade a mim mesma. Uma segunda oportunidade, uma segunda chance de ser uma pessoa melhor, de ser uma pessoa menos insegura e com mais coragem. Mais coragem de enfrentar os problemas com a cabeça erguida sem medo das consequências que virão, porque elas virão, bem ou mal elas virão. Quero ser uma pessoa melhor do que fui no passado, uma pessoa diferente e com todas aquelas qualidades que eu não tive. Porque tudo na vida um dia passa, e quando chegar a minha hora, eu quero partir, partir e deixar a minha marca. Mas que seja uma marca especial e única, e que todos se orgulhem ao se lembrar de mim, ao se lembrar de quem eu fui.
A Arte de Se Reconstruir
Por Diane Leite
A vida é como um grande jogo, com regras que muitas vezes parecem injustas e caminhos repletos de armadilhas. Contudo, independentemente de onde começamos, sempre temos a chance de mudar o roteiro, reescrever nossa história e nos reconstruir. Essa foi a lição mais poderosa que aprendi em minha jornada.
Nasci em um ambiente onde os sonhos pareciam um luxo inalcançável, onde a realidade era dura e limitadora. Mas, desde criança, percebia que havia algo além, algo maior. Sempre acreditei que, se outros conseguiam, eu também poderia. Assim, comecei minha busca. Não por atalhos, mas por passos consistentes e conscientes.
O primeiro passo: a observação
Sempre observei as pessoas que chegaram onde eu queria estar. Perguntava-me: "O que elas têm em comum? Como alcançaram isso?" Cada entrevista, cada história inspiradora era um manual para mim. Anotava padrões e traçava meu plano. Porque, no fim das contas, o sucesso não é apenas talento nato; é constância, resiliência e a capacidade de aprender com as quedas.
O segundo passo: a paciência
O progresso não acontece em um dia, nem em meses. É a soma de pequenos gestos diários, repetidos com fé e determinação. Quando adolescente, lembro-me de caminhar por horas com um cabo de vassoura nas costas para treinar minha postura. Parecia insignificante, mas refletia algo maior: meu compromisso comigo mesma. O que é pequeno hoje, com o tempo, se torna grandioso.
A dor como convite à transformação
A vida, no entanto, não é linear. Perder meu irmão foi como perder o chão. Engordei 35 quilos, afastei-me de mim mesma e do meu propósito. Durante meses, chorei cada lágrima possível. Mas a dor, por mais cruel que seja, também é uma oportunidade de renascimento. Peguei uma foto antiga, de biquíni, e a transformei em minha motivação. Não era sobre voltar ao que fui, mas me tornar algo melhor. Dois anos depois, não apenas perdi o peso. Ganhei força, resiliência e um amor-próprio que nunca imaginei.
A mente como aliada
A psicologia nos ensina que a mente é capaz de feitos extraordinários quando acreditamos em nosso potencial. Reconstruir-se não é negar o passado, mas aprender com ele. Não é sobre idade, tempo perdido ou erros cometidos. É sobre olhar para si mesmo e dizer: "Eu ainda posso mais." Sempre podemos mais. A questão é: o que estamos dispostos a fazer para chegar onde queremos?
A evolução é eterna
A reconstrução não tem prazo de validade. Seja aos 12, 30 ou 60 anos, o processo é sempre possível. Requer coragem para enfrentar nossas sombras, humildade para aprender e paciência para florescer. Mas, ao final, cada esforço vale a pena.
Hoje, ao olhar no espelho, vejo mais do que um corpo transformado. Vejo uma mulher que, a cada queda, decidiu se levantar mais forte. Uma mulher que aprendeu que, mesmo em meio à crueldade do mundo, há uma força interior capaz de iluminar os dias mais sombrios.
Se há algo que quero deixar para você é esta mensagem: nunca é tarde para começar de novo. Não importa onde você está, mas sim a direção que escolhe seguir. A vida pode ser um jogo, mas as regras podem ser escritas por você. Escolha jogar com coragem, e o universo será seu aliado.
Diante desse patamar
queria calar o meu olhar
mas... a minha consciência não é cega
olha, vê e enxerga esse presidente chumbrega
que a Constituição nas nádegas esfrega
e ao caos total a minha Pátria Amada entrega
que nem em plena pandemia
deixa de lado o seu voraz apetite pela blasfémia
e vive a Presidência como fosse uma boêmia.
Que tenha o seu devido impedimento essa gangrena
antes que acabe a nossa quarentena
e que muito longe fique essa criatura cafona e brigona
para sempre e mais um dia, junto com esse vírus corona.
E aqui termino o meu pensamento rimado
sobre esse momento desafortunado.
Há um segmento social na política brasileira que é absurdamente perverso, indiferentes, de cunho verbal nocivo, maldosos para com os seus contrários.
Não estamos aqui para ferir, mas para amar. Há um grande Juiz que vê e sabe de todas as coisas, e irá julgar a todos. O segundo maior mandamento é amar o próximo como a nós mesmos, mas se a pessoa não se ama, como amará o próximo?
“A Igreja Católica não tem autoridade em interpretações de fatos. ‘Como é que a Igreja Católica vê a alma que se desprendeu?’ Disparate, cientificamente. Dez dias, cinco dias depois da morte de uma pessoa, se podem fazer transplantes de órgãos que estão vivos! E se estão vivos, estão animados por quem? Pela única alma que temos – corpo e alma, espírito e matéria – numa peça só!”
E meu amor por ti é tão grande que vê-lo feliz me basta, mesmo que não seja eu o motivo de tal felicidade.
O segredo para ser feliz é não se importa como as pessoas te vê, mesmo porque a única pessoa que te conhece de fato é Deus.
Quem vive querendo voltar atrás na sua fé nunca se converteu realmente, apenas foi convencido da verdade. Quem é convertido a Cristo e o conhece na sua intimidade tem um coração ardendo de desejo de a cada dia ser mais parecido com ele. Fiore sotana.
Não basta sentar-se a olhar cada objeto e pintá-lo exatamente como você o vê, deve-se pintá-lo tal e como deve ser – tal e como era quando o motivo lhe comoveu.
A sacralidade nas refeições.
Há certa equidade no rito das refeições. Sob a toalha, já não se vê quem é maior. A mesa esconde nossas deficiências.
Sentados, a única urgência é pela comunhão, que é repartida juntamente com o pão e a manteiga. O sagrado tem sabor de café.
Quando nestes encontros falamos, rimos e recordamos, as horas voam diante da saudade acumulada, e notamos que, pelo menos por alguns instantes, conseguimos arranhar a eternidade.
Algum aparelho sempre toca e, espantados com o horário, sabemos que é o momento de partir.
Na porta, ao nos despedirmos, alguém intencionalmente sacode a toalha do café, assim as aves também poderão se alimentar com as migalhas dos nossos momentos.
