Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
Quando somos nós emparelhados,
Denominadores elevados na infração,
Tua força atenua o fardo,
Favorece a fibra que nos fortalece,
Alicerçando esta fluência temperada,
Forjada no furor que enrubesce.
Da infinitude feições prováveis,
Na infinidade rejeições possíveis,
Selecionadas delicadamente,
Nobres critérios irrepreensíveis.
Quando se perde tudo,
Ganha-se motivos para afrontar.
A Esperança determina
A quantidade de perdas,
Na tentativa de encontrar.
Descomplexificando a Vida,
Não há nada nesse entorno
Que seja simples.
Brunná e a Esperança que não Cessa,
Se intensifica e não cessará.
A cegueira, mostra-nos o quão delicado somos, o quão belo pode ser o mundo, quando nos prestamos a abrir os sentidos a ele.
O cego, na impossibilidade de ver, desenvolve os outros sentidos que não só a audição, olfato, tato e paladar. Desenvolve a intuição e, principalmente, o coração.
Quando não somos amados, tornamo-nos amargos, maus, criamos uma armadura, uma carapaça para não sofrer tanto. Mas existe cura, e o remédio é o amor.
Quando falamos uma linguagem simples, sem a fantasia da mente, facilmente somos entendidos! Todos os corações falam e entendem a mesma língua...AMOR.
Todos somos instrumentos de Deus e seus mensageiros. Muitos rejeitam ser e sofrem! Quando só vemos para um lado e Deus está em todo o lado, muitas vezes, acabamos por não vê-lO ou escutá-lO.
Quando estamos sozinhos negligenciamos quem somos, quando acompanhados culpamos quem fomos, para mais tarde ao partir não reconhecermos quem nos tornamos
empatema, por que somos tanto
em um mundo de tão pouco?
por que só podemos nos encontrar
quando o céu toca o mar?
por que o mundo nos esconde
quando temos tanto a mostrar?
somos tudo aquilo que o universo queria aproximar,
piquenique na praia até tardar,
banho de piscina enquanto todo mundo nos odiar,
esquecer de tudo lá fora
e amar o que nos tornamos e o que nos fez despertar.
A vida responde nos quando diz do seu jeito próprio de fazer, que somos e seremos herdeiros naturais, de todo bem e de todo mal que fazemos.
É quando verdadeiramente somos colocados á prova, que conseguimos entender o quão fortes e grandes somos. Fato é que uma montanha jamais pode se mover diante da vida. Mas na vida, uma montanha pode nem existir. Não são nossos anos que nos trazem experiência, mas sim cada dano adquirido.
Nossa cultura aceita falar da pobreza como parte da biografia, quando somos bem sucedidos, e isso de certa forma justifica, contextualiza e cria cenário dramático pra um case de sucesso.
Cabeça erguida, alma limpa, consciência tranquila.
A jornada fica muito mais fácil quando somos para o próximo,
a paz que tanto procuramos encontrar na vida.
Somos uma máquina perfeita, funcionamos quando todos os componentes estão saudáveis. O cérebro começa a falhar, e todo o corpo sofre, todo o corpo falha. Quando doente, percebi quão frágil é essa “máquina perfeita”. Cada célula agonizante reverberou em dor física e mental, lembrando-me que a dependência mútua entre corpo e mente torna qualquer lesão em um colapso sistêmico.
Quando somos fiéis aos nossos princípios, não é preciso dizer tudo, e quase nada precisa ser provado.
Quando olhamos para a realidade do mundo ao nosso redor, podemos entender o quão vulneráveis somos.
Quando fechamos os olhos, vemos sua cor em nossas mentes e somos atraídos pela gravidade que reina sobre ela. No centro entre as mãos que preservam a flor e a essência da luz, abrindo e criando uma arte moldada pela alma de um mágico artesão. Quanto mais alto o fluxo da essência em sua mão se evapora, do menor para o maior ponto, da flor mais velha para a mais jovem, a luz se torna visível em todo o equilíbrio de um universo cósmico.
Pensamentos sobre um retrato
Quando nos aceitamos como somos, nos libertamos do fardo de precisar ser aceitos como os outros desejam.
