Som Alto

Cerca de 11515 frases e pensamentos: Som Alto

Hora do Almoço.
Som das folhas ao vento,
de passarinhos e de pessoas.
#bysissym

TANKA 002


Na alvíssima luz
de um pensamento sucinto,
um som irreal:

o som deste coração
que segreda em silêncio.

“No vácuo não tem ar para o som se propagar, mas a voz de Deus ecoa lá.“

Alguns sinais evidenciam o agouro do meu grito.
Som provido de ais neste engodo de hora que me abandona com os olhos perdidos no horizonte sem sentido.
Pingos de chuva...
Chuva de mim!

Amor meu não cabe no tempo,
ele se dobra em silêncio onde teu nome respira sem som,
e ainda assim te guarda
como quem promete sem dizer,
como quem fica mesmo quando o mundo parte


DeBrunoParaCarla

Agora tudo é som demais,
até o que não devia ser ouvido.
E no meio disso tudo,
você desaparece de si.


DeBrunoParaCarla

​Muitas pessoas têm medo da escuridão, mas eu aprendi a amá-la porque é nela que as nossas sombras se encontram. Amar-te não é apenas celebrar os teus dias de sol; é sentar-me contigo no chão da tua noite e não acender a luz até que te sintas pronta. As minhas sombras reconhecem as tuas. Elas não se julgam, elas não se assustam. Elas apenas se entrelaçam, criando uma dança que ninguém mais consegue ver. É nessa aceitação total, onde o Bruno sombrio encontra a Carla real, que a nossa união se torna indestrutível.


DeBrunoParaCarla

Sinto você me chamar
uma voz suave invade minh`alma
um som de amor, de confiança, de fé
e é como se eu soubesse o caminho
nada de atalhos
uma reta ampla e perfeita
será que lá no final terá o abraço?
ou o puxão de orelhas pelo tempo perdido
e a voz diz:
vem, não demore!
entretanto desejo que saiba
ainda está escuro e não quero errar o caminho
então mande-me a luz
a luz do teu amor
ela fará com que eu chegue logo
para enfim, dentro do nosso abraço
sermos definitivamente nós...

Na sala quente da dança, o som põe nossos corpos no mesmo compasso
Você sorri devagar, veste a noite com um perfume de paz e passo
Com seus um metro e setenta, cabe inteira no meu abraço


Quando você gira, o mundo recua, fica só a luz e o chão que rima junto;
No abraço do forró, o tempo se rasga e se dobra em nossa pele;
Seu olhar busca fundo, que a música aprende a falar com a gente todos os segredos daquele segundo


Seus olhos dizem segredos que eu não sabia que existiam em mim
E cada batida é um aviso: esse instante pede que a gente não tenha fim


E eu fico no compasso do seu olhar, pensando que pode durar pra sempre
No balanço do seu corpo encontro um porto onde ancoram meus sonhos de repente


A sala vira universo, os outros passos viram estrelas pequenas
Nós dois escrevendo em silêncio as letras que a noite sustenta
teu nome é refrão que eu repito sem querer, sem pensar
É ponte, é promessa, é chama que acende devagar no mesmo olhar


O forró, íntimo nos abraça, deixa a respiração contar a história
Seus dedos na minha mão, mapas antigos de uma nova memória
Pode ser só dança, pode ser destino, pode ser riso e também pode ser lar
Mas quando você me olha assim, tudo quer ficar, nada mais quer passar


E eu fico no compasso do seu olhar, pensando que pode durar pra sempre, eu fico no compasso do seu olhar, pensando que nada pode atrapalhar a gente


Fecho os olhos e sinto o mundo todo girando só pra nos ver juntos,
Você nessa dança é a promessa
que vamos lembrar e viver desse momento cada segundo


Sem pressa, sem hora marcada, só o abraço e a certeza de estarmos dançando juntos.

Fica combinado assim…
Em um dia frio
Nos permitiremos a mistura
Ao som dethe Cranberries
Sabor de vinho
Aroma de cravo, canela e cuba
Sem saudade
Sem distância
Sem talvez

⁠Dias cor de cinza e chuvosos,tempo frio e ruas em silêncio,o único som que ecoa é da brisa do vento,sublime paz me parece!

Quando a seleção entra o país muda de tom,
fogos cortam o céu, rádio aumenta o som,
até quem desacredita acompanha o dom,
de ver onze jogadores levantando a multidão.
E se vier o hexa vai ter povo chorando,
lembrando das batalhas que seguimos enfrentando,
porque no fundo o brasileiro vai lutando,
entre sonhos partidos e a esperança retornando.
Helaine machado

O som de seu coração me fascina, bela rítmica que modela as palavras em versos até o mais fino invólucro em nosso querer.
Conquistou-me com seus singelos sentimentos identificados por uma simplicidade na forma de agir com gentileza e atenção.
Invadiu-me unicamente para a minha realização traçando a verdade e orientando a felicidade á um coração perdido.

O Vulcão e Seus Mistérios

O som do piano me segue.
Um alerta esbarra em mim.
São sinais.
Sinais claros. São sempre sinais.
Quando todos se juntam,
você me acha
e se acha.
Glória!
Quando a loucura forra a sua pele,
a chuva cai quente.
Você, em meus braços.
Que sorte.
Eu sou enigmático.
E você, insano.
Foi uma coincidência?
O improvável existe.
Meu sono ecoou na neve.
Fiquei me perguntando:
Por que você sempre me ouve em silêncio?
Você explica, fixando os olhos nos meus.
Momento de tensão e aquecimento.
Eu me desmonto.
Peguei-me em um leve sono,
e um sorriso aflorou em meus lábios.
A química não se comercializa
nem se finge.
Ela simplesmente surge como fogo entre nós.
É como a erupção de um vulcão,
cujas lavas mostram o seu poder
e a sua força.
O vulcão é bonito
e guarda os seus mistérios.
Mas sempre representa perigo.

A confiança pode ser renovada. Mas é como o cristal trincado: nunca mais terá o mesmo som.

Às vezes, o eco vale mais que o som.

Trecho Final do Capítulo Sétimo — Irmãos Forjados na Vida, no Som e no Fogo da Amizade

Quando o protagonista respira fundo e mergulha nas memórias, percebe que sua história não foi escrita sozinho.
Foi escrita a muitas mãos, cada uma com sua marca, seu talento, sua loucura e sua luz.
E é lembrando desses irmãos que ele entende a dimensão do que viveu.

Daniel Thomazi — o Daniel Punk.
Irmão de alma.
Baterista de pedais duplos que parecem motores de avião, guerreiro de palco e da vida.
É aquele que não foge da batalha — entra nela junto.
Amigo que segura o escudo com uma mão e empurra o amigo com a outra, pra ninguém cair.
Com ele, o rock virou alicerce e o tempo virou evidência.

Erick Batista.
Artista de traços profundos, mãos que criam mundos.
Tatuador em evolução, professor de artes em gestação, músico escondido que um dia ainda vai subir num palco e surpreender até a própria sombra.
É o amigo sensível, inteligente, cheio de dons que vêm à tona quando a vida pede cor.
Um daqueles espíritos raros que enxergam além da superfície — e por isso, vira irmão sem esforço.

Vitor Santos.
Piloto de motos que vive o vento como se fosse oração.
Motorista de carro e ônibus com a mesma habilidade com que escuta o coração dos amigos.
Companheiro silencioso, presente, firme — daqueles que seguram a barra com naturalidade.
Um futuro brilhante caminhando ao lado deles.

Gustavo Melo.
Guitarrista em evolução, pai a caminho, mente afiada.
Esforçado, dedicado ao instrumento e à vida.
Um amigo leal que está crescendo, aprendendo, e preparando um mundo inteiro para receber seu filho.
Toda a roda vibra de alegria por ele.

Wandeson Franklim Real.
Baixista de alma pesada e coração manso.
Ex-integrante de banda de Black Metal, estrategista da vida, homem coerente, pai presente, parceiro de caminhada sólida.
Segue firme com o filho e a mulher — afinando a vida como afinava o baixo.

Márcio Motorhead.
O maluco beleza.
O andarilho das bikes, viajante de horizontes, visitante de eventos, colecionador de histórias.
Amigo de todos, sempre pronto pra ajudar, sempre com sorriso, sempre com estrada nos olhos.
Um espírito livre que dá cor ao grupo.

J.G.N — Netinho Tatuador.
Artista da pele, desenhista talentoso.
Trabalhador que constrói o futuro na base da persistência e da tinta.
Amigo fiel, de presença firme.

Diogo Oliveira.
Profissional da saúde, cuidador de idosos, maqueiro com alma enorme.
Um amigo que descobriu o valor dos verdadeiros e retribui sem falhar.
Luta diariamente pra construir um futuro honesto, humano e brilhante.

Raimundo Matos — o Raimundynho Nu Metal.
Guerreiro de verdade.
Um amigo que carrega o peso da família nos ombros sem reclamar, e ainda encontra forças pra apoiar todos desta lista.
Inteligente, esperto, resiliente.
Batalhador que busca evolução — emocional, espiritual e financeira.

Johnny Souza.
Coração gigante.
Queria abraçar todos os amigos de uma só vez se tivesse braços pra isso.
Sempre preocupado com os de verdade, sempre puxando o grupo pras reuniões, pros eventos, pro rock.
A bondade dele é o tipo de bondade que o mundo esqueceu que existe.

Maycon Lima.
Aço e alma.
Amante de academia, trabalhador dedicado, cabeça boa, espírito aberto.
Sente felicidade verdadeira quando está com os amigos do rock — e essa sinceridade é rara.

Anderson Yang — Flu Tattoo e Rock.
Artista completo: tatuador de mão firme, desenhista impecável, pintor de quadros, criador de letras perfeitas.
Tricolor apaixonado, amigo exemplar, presença marcante nas rodas de rock e nos encontros de gente que pensa e sente.

E então vem ele, o sangue da vida:

Estevão de Carvalho.
Sem número, sem ordem — porque irmão de verdade não entra em lista.
Desenhista de mão divina, capaz de criar qualquer arte em papel ou tinta.
Não é tatuador, mas quando pegou a máquina duas vezes, fez o grupo inteiro ficar sem palavras.
Companheiro, parceiro, presença indispensável.

O protagonista olha para todos esses nomes — não como uma lista, mas como constelações.
Cada um com seu brilho, seu talento, sua loucura, seu estilo.
Cada um afinando um pedaço diferente da vida dele.

E a verdade explode no peito dele como um solo de guitarra:

“Amizade verdadeira é banda.
Cada um toca um instrumento,
cada um tem seu ritmo,
mas quando toca junto…
até Deus para pra ouvir.”

——————————

O primeiro som que sucede o silêncio não deve ser um estrondo, mas uma pulsação. A verdadeira paz não exige a imobilidade de quem respira; ela apenas pede que o movimento não seja uma fuga, mas um ancorar contínuo. Ao atravessar as cortinas recém-abertas, o cenário que se revela não nos apressa. Ele exige presença. É na cadência minuciosa dos passos, no atrito suave da sola contra o cascalho da própria jornada, que a identidade deixa de ser uma ideia no espelho e passa a ser o chão que pisamos. O silêncio nos ensinou a olhar para o centro; agora, o ritmo nos ensinará a caminhar a partir dele.

"Quantas vezes você já parou hoje de verdade, sem nenhum som, sem nenhuma imagem, e pensou sobre a sua própria vida?"

O que te fizeram calar não matou teu som, só adiou o momento
de você se ouvir de novo.