Sol

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Mesmo nos dias nublados e frio, sempre temos a esperança de que tudo irá melhorar, que o sol voltará a brilhar e nos aquecerá.

Enquanto Ainda Há Vento
Quando o vento já não encontrar caminhos
E o sol se despedir do próprio brilho,
Quando o som se dissolver no vazio
E o silêncio reinar absoluto...


O que restará da viagem?


Que respostas nos aguardam após a travessia?
Haverá preço a pagar pelo percurso?
Qual será o peso das escolhas
E o valor das nossas ações?


Enquanto o sol ainda aquece os dias
E o vento insiste em soprar,
Há tempo, precioso e breve,
De viver com verdade,
De semear o bem sem medida,
De caminhar leve, sem dívidas na alma,
E de fazer da jornada
Um caminho digno de memória.


Porque, ao final,
Não levamos o tempo,
Levamos o que fizemos com ele.


Izaias Afonso

Quando a dor mais profunda tenta lançar-me às profundezas do inferno, você se torna meu sol em meio à escuridão chamada convivência humana.

Como o nascer do sol, aquele nosso momento era quente e inesquecível. Em minha mente só soava que esse momento não tivesse um fim.
Me dei conta do que realmente era o amor.

"No teu olho, sou mar;
No teu espelho, sou Sol
e o mundosão só eles."

"Você é o seu sol.
​O outro é apenas complemento.
Quando ​a ordem inverte, você vira sombra.
​E sombras não têm luz própria."

O nosso lugar é o do
Sol ao meio dia.
João Pestana Dias
RITO PORTUGUÊS

A vida que derrete nas mãos

A vida é como um pequeno e frágil cubo de gelo, segurado ao sol, que brevemente se desfaz em nossas mãos...
Tão transparente quanto nossos desejos, tão fria quanto os medos que evitamos sentir.


Tentamos moldá-la, contê-la, preservá-la, mas ela insiste em derreter; escorrer; partir.
E no fim, o que resta?
Uma lembrança úmida, uma gota, um brilho fugaz.

Numa manhã comum


Numa manhã
que parecia comum,
vislumbrou-me
um raio de sol,
igual a um pé de ipê
no meio do verde da mata.


Diante de mim,
a personificação da feminilidade,
de simplicidade e beleza.


Cabelos lisos, sob sua cabeça um boné;
alta, de saia com um tom azulado e blusa clara,
olhos escuros, tal como jaboticabas.


De onde é? Para onde vai?
Já não importa.
Somente ficar fitado, passou a fazer sentido.


E numa manhã em que tudo parecia igual,
tudo mudou.


Um misto de emoções,
certezas nas incertezas.
E, através de minha janela,
a personificação de um sonho.

⁠Emanuel Andrade não desistir

Pode estar tudo nivelado, ou com sol radiante, a vida é assim, uns dias bons, outros maus, com erros, fracassos, e coisas certas e as pessoas assertivas a nossa volta, filtramos o que é proveitoso para nós, por vezes mesmo não gostando temos que aceitar, não sabemos o propósito, a verdade é que na caminhada não possamos desistir, e vamos sentir o sabor de pequenas e grandes vitorias, umas alcançadas e outras por alcançar, a vida é uma luta constante, entre o nosso eu e o todo é um conflito que flui com um atrito entre tempo e o espaco e se manifesta na sua essência numa realidade onde paira o sopro da força do viver e do querer viver, com um padrão um código que nos liga por hierarquias, o respeito por nós e pelos outros é primordial, e a gratidão é fundamental, A forma mais coerente de agradecer é continuar...

A fé de Bento! Como um sopro divino, sobe ao alto, reflete a luz do sol, ecoa através do tempo e acalma minha alma.
São Bento, minha inspiração...

A tarde ensina o crepúsculo nos últimos raios do pôr do sol, quando pássaros distantes se acomodam no céu do dia, que passa lento no domingo pleno de paz e esquecimento. A cidade silencia a máquina no dia das mães e comemoro os filhos que eu não tive a habitar os espaços com uma doce ternura de ausência. E não há arrependimento se muito se sabe das escolhas da vida. Estou viva e não há na sala nenhum ser que fala. Nas linhas de minha mão encontro o meu mapa, que afirma que tudo tarda e nada indaga. Penso em você que pode ser qualquer pessoa que a câmera enquadra. Sua figura em imagem que menos diz do que uma cantiga passada. Porque tudo é contemplação se os pés serenos pisam o chão da história construída com a memória de dias leves que deixam sua marca no destino, se o passado e o agora faz o futuro. E sinto algo dúbio entre uma saudade vaga e a vontade de não revistá-la. É como querer e não querer simultaneamente. Uma figura que mais bela se faz no passado e no presente encontra pouco espaço. E se demora além da hora, se ainda falo e digitam os dedos. E penso em uma calma certa, que nada me falta, se te ver deixa minha alma atravessada, mais procuro minha voz encarnada. A calma e o tédio cruzam um limiar, que é justamente onde te encontro em minhas lembranças. Tudo é pura distância se desconheço o passar dos instantes e habito o tempo psicológico que muito mais é relativo, se memórias esquecidas ainda povoam o presente e se senta em minha frente. O encanto se perte no palpável. As coisas findas, muito mais que lindas ficarão. Ouço murmúrios de poetas antigos que na sala conversam comigo. E cito seus versos como se fossem meus, já que em meu ser floresceu. E muito além vou quanto mais autêntica me faço e poemas revoltosos são mais teatro do que verdade, se me tenho contida e mais me abro para a vida. Também não me calarei, mas que minhas palavras sejam sucintas e não se demorem, pois que o verso chore calado e se vai fatigado quando se alonga em controversas que não acrescentam cores a minha tela. Mais um domingo se passa e no silêncio de minha casa tenho um coração em brasa, que é intenso quando fala e é intenso quando cala. Senhora Dona Sancha, coberta de ouro e prata, mostre a felicidade rara. Queremos ver sua cara. Logo vai raiar a madrugada. Fui no tororó, beber água não achei, achei a Mona Lisa, cujo sorriso não me esquecerei. A renascença chove em meu rosto e haja vista o que já está posto. Fui no tororó, beber água não achei, de sede de amor eu não morrerei.

“Tem gente que chega bagunçando tudo… mas de um jeito bonito.
Ele é meio doido, meio riso solto, meio caos bom — desses que iluminam sem pedir licença.
E no meio das brincadeiras, ele me lembra quem eu sou, como se enxergasse em mim um brilho que às vezes eu esqueço de ver.
Com ele, tudo fica leve… tão leve que até os problemas parecem perder o peso.
E é estranho perceber que, no meio da loucura dele, é onde eu mais encontro paz.”

Assim como a lua, a mulher é bela e cheia de fases.


Já o homem é como o Sol, é estável, não demonstrando nada, e guardando tudo pra si.

Percebemos que o sol, muito além de ser nossa maior fonte de energia, é o pilar essencial da saúde para todos os seres vivos.

Entre as serras imponentes que emolduram o vale, onde o sol tarda a chegar e o sereno desenha a paisagem, repousa o distrito de Brejaúba. É neste cenário de frio intenso e beleza rústica, no coração de Conceição do Mato Dentro, que minha história encontra raízes e inspiração.

O sol mostrando o seu forte esplendor, permitindo um belo dia ensolarado, perfeito para um cenário praiano, iluminando as águas do mar e a sua movimentação incansável

e ainda exaltando uma linda expressividade da sabedoria divina, uma venustidade singular, muito atraente por sua personalidade e pela arte do seu corpo, suave e veemente

um momento de muitos detalhes calorosos, vivos e inspiradores, o poder da simplicidade, formas e cores, superfície e profundidade, composição sublime, daquelas que eternizam a brevidade.

O sol resolveu espiar por frestas antigas,
aquelas que o tempo insistiu em vedar.
Não há convites, nem malas prontas,
apenas o silêncio que aprendeu a escutar.
É o verde brotando em solo esquecido,
um passo que arrisca sem pressa de chegar.
O relógio parou de contar o que foi perdido
para ver o agora, enfim, despertar.
Não é recomeço, nem eco do ontem,
é um novo fôlego, um outro olhar.
Como o rio que encontra um novo caminho,
simplesmente sendo, deixando fluir o mar.O sol resolveu espiar por frestas antigas,
aquelas que o tempo insistiu em vedar.
Não há convites, nem malas prontas,
apenas o silêncio que aprendeu a escutar.
É o verde brotando em solo esquecido,
um passo que arrisca sem pressa de chegar.
O relógio parou de contar o que foi perdido
para ver o agora, enfim, despertar.
Não é recomeço, nem eco do ontem,
é um novo fôlego, um outro olhar.
Como o rio que encontra um novo caminho,
simplesmente sendo, deixando fluir o mar.


Com amor ISA SIlVA⁠

O Sol que Nasce do Teu Sorriso

O dia amanhece e depois de alguns instantes, vejo o seu belo rosto, iluminado pelos primeiros raios de sol, com os seus olhos radiantes, um brilho espontâneo, motivado pelo amor, por momentos intensos, leves e marcantes,

Presença quente e amável, como o lindo destaque de um sonho de verão, és naturalmente admirável, tens um coração amoroso, um íntimo emocionada, a razão também se faz presente, lúdico e racional equilibrados

O teu calor emocional é tão notável que faz com que o teu sorriso seja um sol sempre que que aparece depois de ser conquistado por meio de pequenos gestos, uma conquista incomparável, daquelas que trazem vida aos meus versos.

Na sua luz, O Reflexo do Sol

Bela como o Sol, reflexo de uma luz chamativa que gentilmente ilumina o dia, que reflete o seu brilho nos momentos e nas pessoas que a admiram verdadeiramente, que a percebem não apenas na limitação de uma mulher bonita, mas também na percepção sobre alguém que sente.

Ela transmite uma forte sedução, veemente e expressiva, através do que é bastante essencial — sem o qual a sua aparência física ainda que muito fascinante, ficaria vazia. Consequentemente, a sua existência é interessante: uma notável integridade intensa, emocionante e verdadeira.

A sua beleza é, de fato, constante e inegável; entretanto, o mais importante é a sua resplandecência que deixa o tempo ensolarado por mais nublado que seja. Portanto, é uma bênção de Deus inigualável, hostil para a tristeza e fonte inesgotável de um amor raro por tamanha viveza.