Sofrimento de Animais
“Nem todo sofrimento é falência; às vezes, é apenas o preço de ver o mundo com olhos despidos. Quem sobrevive à clareza excessiva emerge com mais verdade e menos ilusões.”
”Nem todo sofrimento é falência; às vezes, é apenas o preço de ver o mundo com olhos despidos. Quem sobrevive à clareza excessiva emerge com mais verdade e menos ilusões.” - Leonardo Azevedo. Nem todo sofrimento é sinal de falência emocional ou colapso psíquico; muitas vezes, ele representa o impacto inevitável de uma consciência que ultrapassa os limites do senso comum e da autodefesa simbólica. Filosoficamente, esse sofrimento é o eco do abismo existencial que se abre quando os significados prontos já não satisfazem e o indivíduo se vê diante do real em sua crueza. Psicologicamente, trata-se de uma resposta profunda ao rompimento das defesas que protegiam o sujeito da intensidade do mundo e de si mesmo, exigindo um novo arranjo interno para suportar o que foi revelado. Antropologicamente, essa vivência pode ser comparada aos estados de transição em rituais de passagem, onde o indivíduo perde temporariamente sua identidade anterior antes de ser reintegrado com uma nova configuração. Historicamente, figuras como Nietzsche, Kierkegaard e Camus traduziram essa dor da lucidez como etapa inevitável no caminho da autenticidade. Cientificamente, sabe-se que estados de sofrimento emocional intenso, quando bem acompanhados, podem induzir plasticidade cerebral e fortalecer circuitos resilientes. Poeticamente, é o momento em que os véus caem e o ser se vê nu diante do espelho da existência. Espiritualmente, pode ser interpretado como purificação, onde o excesso de luz cega antes de iluminar. Contextualmente, vivemos numa época que marginaliza o sofrimento em favor da performance, tornando ainda mais doloroso o ato de parar e sentir. Assim, sobreviver à clareza excessiva não é retroceder, mas atravessar um portal; e o que emerge do outro lado é alguém mais íntegro, menos iludido e mais próximo da própria verdade.
“O sofrimento, a fragilidade e a morte são, para alguns, ferramentas úteis ao desnudamento do ego e à construção da consciência plena.”
A ausência de amor, de aceitação e de contato sempre leva ao sofrimento. Fomos concebidos para criar vínculos com os outros. Isso é o que dá sentido e significado à nossa vida. Por isso, amor e aceitação são necessidades irredutíveis de todas as pessoas.
Cada dificuldade, cada sofrimento, cada perda que acontece na sua vida é apenas mais um degrau de uma extensa escada de aprendizados, crescimentos e de maturidade. Você está subindo! Porém, se não houver fé todas essas situações sempre parecerão apenas descidas e retrocessos. Tenha fé, olhe para baixo, sinta o quanto você já subiu! Olhe para cima, continue, a escada ainda é mais alta!
O mundo em conflitos
Um tanto ou quanto
De desperdícios
Um reboliço
O sofrimento atormenta
Rastos de lágrimas
Casas destruídas
Não há quem veja
Sangue a escorrer
Como um rio
Muito frio
Outros a morrer
Há fome
Há desnudos
Num banquinho
Sentados e fartos
Esperam os lordes
Pela próxima colheita
Semeiam semeiam
Aproveitam
A miséria
Dos desprovidos
Da terra
Açoitados
Pela desigualdade
No palco só há actores
Com medidas de normalidade
Onde passa rápido
Despercebido
Adormecido
Pela...
“Deus não castiga ninguém! Deus permite o sofrimento, porque daí se pode tirar bens, como paciência, caridade e progresso, para que nos cuidemos e não nos apeguemos demais a este mundo, onde nós estamos de passagem.”
SOBRE A REENCARNAÇÃO:
“A doutrina católica ensina que Deus permite o sofrimento para colaborarmos com Jesus Cristo na Redenção do mundo. ‘Não tem comparação possível os sofrimentos desta vida com a futura glória que se manifestará em nós’ (Rom 8,18), conquistada colaborando com Cristo na Redenção até com o heroísmo dos mártires.”
Muitos vivem num sofrimento com receio de caminhar e encontrar dores maiores. Esse medo os faz, de certa maneira, se acostumar com o que já conhecem sabendo o quanto suportam.
O sofrimento nunca acaba
o mundo não tem perdão
a humanidade, foi um grande erro
somos a própria aberração.
Por mais empático que eu seja em relação ao sofrimento do outro, jamais saberei o real tamanho de sua dor.
Contemplo a arte resultante da dor, do desabafo de um coração intenso, do sofrimento transformado em beleza, um gesto de amor, o frescor de um renascimento, reflexo sincero de um pintor profundamente emocionado que estava muito à frente do seu tempo.
O sofrimento e o sentimento ingrato buscam frequentemente tomar conta do seu coração, tanto que chegam a trazer a triste sensação de que inevitavelmente o chão vai desabar sob os seus pés a qualquer momento, causando a queda em um abismo muito profundo, envolvido por uma plena escuridão,
Onde a esperança infelizmente não pode ser vista, a gratidão se torna muito fraca ou inexistente, a alma chora por ser constantemente ferida, maltratada, enfraquecida, desafiada, um lugar nada agradável com uma angústia destrutiva, demasiada, que causa um impacto desgastante na vida
Entretanto, graças ao Senhor, aquela busca nunca é bem sucedida, o brilho da sua Fé Nele continua a brilhar por mais que algumas vezes pareça que é o fim, que não vai mais suportar, pois crê que no tempo certo, o seu definitivo libertamento virá, ganhará asas grandiosas, que irão afastar o medo de cair e assim, poderá voar.
O desabafo de um sofrimento transofrmado em uma letra de uma decepção profusamente amarga, musicalidade de um coração partido, de uma tristeza que dói na alma, depois de uma verdade inaceitável, o dissabor típico de uma despedida forçada, onde o perdão não foi concedido ou não foi o bastante para um recomeço, então, esta dor imponente agora está na forma de canção, que em certos momentos como este, permite que aquela situação decepcionante seja adoçada através de uma linda voz, afinada com os sentimentos, espécie de ressignificação sonora, a emoção no tom vermelho.
Resiliência muito venturosa, a cada sofrimento, um grato sinal de resistência, fênix que renasce das cinzas, sua vida, uma bênção grandiosa, um sorriso esplêndido apesar das tristezas, no Senhor, está a sua força entre lágrimas e risos, jovialidade encantadora, um viver que está apenas no início, que em toda primavera se renova assim como o amor e misericórdia do Deus vivo.
Conseguiu alcançar sua maturidade
quando pôde compreender que o sentido do seu sofrimento
era dar mais sabor para os seus momentos de felicidade,
que tudo faz parte de um processo
que está em constante atividade .
Percebeu graças a Deus
que ser de verdade
tem um preço que vale à pena ser pago,
dizendo o que pensa na hora exata,
com cautela, mas sempre com sinceridade,
externando o que sua alma expressa
e vivendo cada vez mais com vontade.
Assim, ela segue numa aprendizagem contínua entre começos e recomeços,
chegadas e partidas,
pois sabe que aquela compreensão
é tão rica que precisa ser continuamente alimentada
para não ser esquecida,
então, além de ser uma linda mulher,
graças a Deus, é um exemplo de vida.
Um sorriso durante um sofrimento
é de grande valor
é como um raio de sol
no meio de um nevoeiro
uma prova de um divino amor.
"Quantos,para escapar de prejuízo ou sofrimento pessoal,sacrificam um princípio Cristão?!A consciência e o dever apontam um caminho,o interesse egoísta e oportunista o indica outro?assim o tal "Cristão" se torna com sua própria conduta e ação um "mal carácter" marginalizando o próprio Cristo a quem lhe deu sua própria vida o substituindo na Cruz."
