Sociedades Primitivas
Não há crime e punição em sociedades altamente evoluídas porque todo mundo aprendeu a se respeitar. Na unidade.
Em sociedades altamente evoluídas os líderes das religiões entrariam num consenso pelo Paz e pelo respeito às diferenças.
Em se tratando de Sociedades Altamente Evoluídas não estamos mencionando o que acontece na realidade do Planeta Terra.
A Humanidade está se auto-destruindo porque ainda não integrou os conceitos das Sociedades Altamente Evoluídas.
Ao pronunciar a palavra Jesus Cristo você é capaz de saquear sociedades inteiras. A religião é a constante da pobreza.
As relações entre pobreza e exclusão social são tão complexas quanto a formação das sociedades contemporâneas e do mundo globalizado como o conhecemos e/ou o idealizamos.
O Socialismo só não subsistiu a sua própria utopia, porque foi inventado para regular sociedades de seres humanos.
A justiça de Deus e as organizadas sociedades dos homens na nova concepção de unidade não poderiam ser virtuosas e civilizadas se renegassem o direito a qualquer criança órfã de um mínimo carinho, a justa possibilidade e a oportunidade de terem uma nova família e um lar mesmo que pouco formal. Seja ele com dois pais ou então duas mães em união estável, com amor e recursos bastante para uma boa educação e formação cidadã.
O crime organizado existe em todas as sociedades.
1) Na luta contra o crime organizado não é bastante e suficiente punir-se os criminosos.
2) É imprescindível eliminar-se a forma com que os criminosos se reproduzem. É absolutamente necessário impedir a formação de quadrilhas.
A liberdade não é um atributo individual, ela é uma realização social própria a sociedades marcadas pela igualdade e pela indiferença social às diferenças antropológicas. Não há indivíduos livres em uma sociedade não-livre”.
A luta contra a desigualdade social e econômica é a principal luta política. Nossas sociedades capitalistas de mercado são ‘paradoxais’ por produzirem, ao mesmo tempo, aumento exponencial da riqueza e pauperização de largas camadas da população. Quebrar esse paradoxo é tarefa da política.
Sem fortes intervenções de políticas estatais de redistribuição, nossas sociedades tendem a entrar em situação de profunda fratura social por desenvolverem uma tendência radical de concentração de riquezas. O problema da desigualdade só pode ser realmente minorado por meio da institucionalização de políticas que encontram no Estado seu agente".
O grande problema em todas sociedades contemporâneas de massa é e sempre será o que não se dobra ao comum, é singular, é o particular, que tem como identidade o diferente.
A ordem e sociedades bem sucedidas dependem das regras aplicadas,a história mostra que um governo fraco gera insubordinação e revolta.
