Sociedade poesia

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⁠A sociedade tem pressa de rotular, mas Deus tem paciência para lapidar.


Não deixe que o barulho dos outros silencie a música que o Criador compõe para a sua vida.

⁠Há duas tristezas comuns na sociedade contemporânea.
Uma é a separação dos amantes. A outra, a união dos que não se amam. Penso que a última seja pior que a primeira.
Porque nesse último caso, temos a vitória da conveniência sobre o amor, da carência sobre a esperança, e do medo sobre a fé.

A sociedade aplaude a reputação de muitos homens sem perceber o custo desse aplauso.
Por trás de cada nome “respeitado”, pode existir uma mulher exausta de gritar em silêncio.
O silêncio feminino, tantas vezes confundido com resignação, é na verdade um grito contido, e a história ainda deve muito a essas vozes abafadas.

Bom dia!!!!
Vamos Orar e Clamar ao Senhor.
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Sociedade Missionária Unção e Legado
2006 / 2020

Exemplos na Organização da Sociedade:


Código Civil e o Direito de Família: O Direito estabelece regras para o casamento, divórcio e guarda de filhos. Em vez de uma separação virar uma briga sem fim por bens ou pela guarda, o Direito define quem fica com o quê e como os filhos serão protegidos. Isso evita a violência doméstica e o desamparo de vulneráveis.


Código Penal: Quando alguém comete um furto ou uma agressão, o Direito impede que a vítima se vingue pessoalmente. O Estado intervém, processa o acusado e aplica uma pena. Isso mantém a ordem pública e impede que a sociedade viva em estado de guerra civil constante.


Direito de Vizinhança: Se o seu vizinho decide fazer uma obra que abala a estrutura da sua casa ou ouve som alto às 3 da manhã, você não precisa invadir a casa dele. O Direito oferece a norma e a Justiça para interromper o abuso, organizando o convívio em espaços compartilhados.


Exemplos na Organização da Economia:


Lei das S.A. e Direito Empresarial: Imagine que você investe na Bolsa de Valores. Você só faz isso porque o Direito garante que você é dono de uma parte da empresa e que os administradores não podem simplesmente fugir com o seu dinheiro. A lei organiza como o capital circula com segurança.


Código de Defesa do Consumidor (CDC): Se você compra um celular e ele explode, o Direito garante que a loja ou o fabricante te devolvam o dinheiro ou troquem o produto. Sem essa regra, as pessoas teriam medo de consumir, o que travaria o comércio e a produção industrial.


Direito de Propriedade Intelectual: Quando uma empresa farmacêutica gasta bilhões criando uma vacina, o Direito garante a ela uma patente. Isso assegura que ninguém vai simplesmente copiar a fórmula e vender mais barato no dia seguinte. Essa garantia jurídica é o que incentiva a inovação e o investimento em novas tecnologias.

A sociedade, por muito tempo, educou os homens para acharem que o parto “termina” quando o bebê nasce — quando, na verdade, é ali que começa o maior desafio físico, emocional e espiritual da mulher.Muitos não tiveram educação emocional nem referências dentro de casa para entender o quanto a mulher se transforma: o corpo muda, os hormônios despencam, o sono desaparece, a mente tenta se reajustar… e ainda assim, espera-se que ela “dê conta” de tudo como antes. Outros até amam, mas não sabem como ajudar, e o silêncio ou a distância que demonstram vem da própria imaturidade emocional — de não saber lidar com algo tão delicado.nem as mães ensinam isso, nem a escola fala sobre isso.
Muitas mulheres crescem ouvindo que o parto é o “final feliz” da gravidez, mas quase ninguém explica o que vem depois: o corpo ferido, os hormônios desajustados, o cansaço profundo, a solidão que muitas sentem, e a necessidade de tempo e acolhimento.E os homens, por sua vez, também não são preparados para entender o que é o puerpério — não aprendem sobre empatia, cuidado, nem sobre o papel real do companheiro nesse momento.
Crescem achando que ajudar é “fazer favor”, quando na verdade é responsabilidade e amor.A sociedade deveria educar tanto meninas quanto meninos sobre o que realmente é a maternidade, não apenas o nascimento do bebê, mas a transformação da mulher.
Só assim o pós-parto deixaria de ser um tabu e se tornaria algo vivido com mais compreensão e menos julgamento.Quando digo a sociedade deveria educar, significa que a escola, a família e a cultura em geral deveriam ensinar todos — não só as mulheres — sobre o que é o pós-parto, as mudanças físicas, emocionais e hormonais, e o valor do apoio mútuo.
Assim, os homens cresceriam preparados para compreender e respeitar o que uma mulher vive depois do parto, e as próprias mulheres teriam menos culpa e mais acolhimento nesse período.

O populismo é capaz de levar uma atrocidade
ao padrão moral da sociedade.


Os indivíduos são resíduos
de uma fornalha que queima com o combustível
do generalismo, medo e ódio.


Levando os líderes ao primeiro lugar no pódio.
A escada de carne e osso tem como alicerce
ressentimentos, justificativas de fracasso,
como bolas de aço presas em seus calcanhares.


O problema pode existir e ter validade,
mas não é visto nem resolvido com base na realidade.
Murmúrios os unem, falácias os munem.
Aplausos ocultarão a necessidade de uma nova opinião.

"Um dos meus maiores temores é que chegue uma fase em nossa sociedade, onde dizer:
* 'BOM DIA!';
* 'OBRIGADO(A)!';
* 'COM LICENÇA!';
* 'POR FAVOR!';
* 'DESCULPE!',
seja recebido pelos 'moderninhos', como coisa de gente careta..."

Quero sumir .


Hoje quero sumir
porque a sociedade negocia almas
como moedas de troca.
Até os laços de sangue
enxergam valor apenas na utilidade,
enquanto definhamos lentamente,
com medo da solidão —
até descobrirmos que a solitude
é menos cruel que a companhia vazia.
Hoje quero sumir
porque sinceridade virou risco,
solidariedade virou discurso,
e respeito, uma peça de museu.
No lugar disso,
valores distorcidos governam,
usurpando o que havia de mais puro:
a alma limpa,
a verdade sem cálculo.
Quero sumir
para não testemunhar
os exploradores da fé,
os corruptos de consciência,
os vampiros da inocência
devorando o melhor das pessoas.
A humanidade se corrompe a cada instante,
se autodestrói chamando isso de progresso,
e elimina o simples,
o básico,
o essencial de ser feliz.
Criaram uma manada domesticada,
entorpecida por um sistema
que destrói o intelecto,
atrofia a consciência
e sepulta a justiça e a honestidade.
Hoje quero sumir
porque me sinto um estrangeiro neste mundo,
um erro fora da engrenagem.
Prefiro caminhar só
a viver no meio do caos
que desacredita os afetos
e transforma amizades em personagens.
Percebo que não me encaixo mais.
Vivo em conflito constante
entre o certo e o errado,
entre o bem esquecido
e o mal normalizado,
entre o homem que ainda sente
e o homem sociopata que aprende a sorrir.
Cansei de confrontar
manipuladores da mente,
que usam fragmentos da verdade
para sustentar grandes mentiras.
Hipócritas —
raça de víboras,
túmulos caiados,
limpos por fora,
ocosos por dentro.
O mundo conseguiu me expulsar.
Hoje sou uma alma errante
em meio ao caos,
à discórdia
e à ganância que impera.
E talvez sumir
seja apenas
uma forma silenciosa
de continuar sendo inteiro.
Esse é o grito que muitos retém dentro da sua alma. O medo do despertar e de manter a sua essência.


Atila Negri

Uma Maçonaria que no Sec XXI não esteja ligada á sociedade onde está inserida, não cumpre a totalidade da sua missão. Porque a Luz que recebemos tem de ser partilhada. João Pestana Dias
RITO PORTUGUÊS

É difícil ignorar o sentimento de que, em certos aspectos, a sociedade caminha para trás quando deveria avançar. Ganha força, e com razão, a mobilização em defesa dos animais e contra qualquer forma de crueldade. Trata-se de uma pauta legítima e necessária. No entanto, essa sensibilidade seletiva suscita um questionamento inevitável: onde se insere, nesse debate, a proteção à vida humana?
Evidentemente, não se trata de estabelecer uma hierarquia simplista entre causas, nem de negar a importância do bem-estar animal. Mas há quem veja com preocupação a naturalização de decisões que envolvem a interrupção da gestação, interpretando-as como um sinal de desvalorização da vida em suas fases mais iniciais. Para esses críticos, o tema exige mais reflexão ética e menos soluções apressadas.
Sob essa ótica, o problema central não reside apenas nas escolhas individuais, mas na ausência de políticas públicas robustas que ofereçam apoio real a mulheres em situação de vulnerabilidade. Em vez de respostas que se limitem ao ato final, seria mais responsável investir em educação, acolhimento, assistência social e acesso à saúde, medidas capazes de ampliar alternativas e reduzir dilemas extremos.
Em um cenário ideal, o compromisso coletivo deveria ser com a dignidade em todas as suas formas: proteger os animais, sim, mas também assegurar que nenhuma pessoa seja deixada sem orientação, suporte ou perspectiva. Afinal, uma sociedade verdadeiramente progressista não escolhe quais vidas merecem atenção, ela se empenha em cuidar de todas.

Cresce, em diferentes setores da sociedade, um sentimento de descrença em relação ao futuro da justiça no Brasil. A percepção de que nomeações e composições institucionais possam ser influenciadas por critérios políticos, e não estritamente técnicos ou legais, alimenta dúvidas sobre a imparcialidade de decisões que deveriam se pautar exclusivamente pelo cumprimento da lei.
Nesse contexto, ganha força a crítica de que vínculos pessoais e redes de proximidade acabam pesando mais do que o interesse público. Para muitos, instala-se a impressão de que a lógica da conveniência substitui a da justiça, como se a prioridade fosse preservar alianças em vez de assegurar equidade.
Se já há, hoje, questionamentos sobre a capacidade de identificar e corrigir irregularidades em determinados círculos, o receio é que, uma vez investidos de maior autoridade, esses mesmos atores reforcem práticas que fragilizam ainda mais a credibilidade do sistema. Assim, a ideia de uma justiça verdadeiramente “cega”, no sentido de imparcial, corre o risco de se tornar apenas retórica, distante da experiência concreta vivida por grande parte da população.

Entre os muitos homens que atravessam silenciosamente as estruturas da sociedade, há aqueles que observam mais do que falam. Aerton Luiz Lopes Lima é um desses indivíduos.
Enquanto alguns se perdem na superficialidade do cotidiano, ele se volta à reflexão — escrevendo sobre os conflitos da alma humana, questionando a moralidade e investigando os labirintos da consciência.
Mas não se trata apenas de pensamento abstrato. Há também o homem da disciplina, formado no ambiente rigoroso da segurança e da ordem, onde a responsabilidade e a vigilância são virtudes indispensáveis.
E assim surge uma curiosa síntese: o guardião prático das estruturas do mundo real e, ao mesmo tempo, o observador silencioso das estruturas invisíveis da mente humana.
Homens assim raramente são percebidos de imediato. Contudo, são eles que, no silêncio das ideias e na firmeza da ação, revelam que a verdadeira força não está no ruído das multidões, mas na lucidez do pensamento.

A sociedade contemporânea enfrenta uma evidente crise no campo dos relacionamentos. Cada vez mais, observa-se que vínculos afetivos são estabelecidos sob a influência de interesses econômicos ou conveniências circunstanciais, enquanto valores essenciais, como respeito, compromisso e construção mútua, acabam relegados a segundo plano.
Há também uma crescente ruptura com etapas tradicionalmente associadas ao amadurecimento das relações, como o namoro, o noivado e, por fim, o casamento. Independentemente de visões mais modernas ou conservadoras, é inegável que a ausência de processos de construção gradual pode resultar em frustrações profundas, uma vez que expectativas não são devidamente alinhadas nem emocionalmente elaboradas.
Outro ponto que merece reflexão é a confusão entre o desejo de casar e a real preparação para essa decisão. Querer formalizar uma união não equivale, necessariamente, a estar pronto para as responsabilidades que ela impõe. Muitos ingressam nesse compromisso acreditando que suas rotinas e posturas permanecerão inalteradas, quando, na verdade, o casamento exige transformações pessoais, concessões e amadurecimento contínuo.
Diante desse cenário, torna-se urgente resgatar a consciência de que relacionamentos sólidos não se sustentam apenas em intenções ou interesses momentâneos, mas em um processo consciente de evolução individual e construção conjunta.

Todos na sociedade se obrigam a corresponderem a expectativas e valores que nem existiriam se não fossem impostos por diferentes pessoas e meios. Pessoas são julgadas como estranhas apenas por não concordarem em alguma coisa que todos fazem por pressão. A pressão da sociedade nos afeta sem nós mesmos percebemos. Por exemplo, em um mundo onde todos usam roupas, você também irá porque se torna algo
"natural " mas na real são padrões impostos pela sociedade, se todos estivessem pelados iria te julgar, e você provavelmente iria ceder ao " normal ". Mas a verdade é que apenas nós podemos escolher o que fazer e não devemos nos preocupar com a opinião dolorosa de outros... Busque sempre o seu melhor de acordo com suas próprias crenças.

"Não procure negócios da moda; procure aqueles negócios sem os quais a sociedade não consegue acordar de manhã."


Laerson Endrigo Ely, O Método R.E.N.D.A. de Investimentos @ometodorenda

Uma sociedade pode se orgulhar de sua eficiência e ainda assim ser moralmente estreita. Pode confiar muito entre os seus e quase nada nos vulneráveis. Pode ter prosperidade para quem já é reconhecido e suspeita para quem precisa começar de novo. A confiança não é apenas acreditar em alguém.

Às vezes, confiar é emprestar ao outro uma ponte que ele ainda não consegue construir sozinho. Isso vale para tudo. Aldeias, empresas, famílias, movimentos sociais, instituições religiosas, projetos intelectuais e nações. Onde ninguém corrige nada, a confiança vira permissividade. Onde tudo é punição, a confiança vira medo.

A maturidade está em criar consequências sem destruir o vínculo. A confiança madura não é a confiança que acredita em tudo. Também não é a desconfiança que suspeita de todos. É a capacidade de abrir espaço para o outro sem abandonar a lucidez.

Em um modelo de sociedade atual nada foi feito para durar .
Porém nossas emoções respondem a toda esse modelo .
E passamos a nos relacionar com um principal objetivo de levarmos alguma vantagem .
O chamado do ser humano nunca foi para viver algo superficial, mas sim a verdadeira essência em sua plenitude.

Nenhuma sociedade prospera quando o mérito é substituído pela bajulação, a competência pela conveniência e a verdade pela propaganda.
É preciso recordar que o poder legítimo nasce do povo, mas não lhe pertence para saque. Toda autoridade é transitória; toda responsabilidade é permanente.
Cidades dignas não se ajoelham diante de oportunistas. Povos conscientes não se vendem por promessas ocas. O eleitor que desperta rompe correntes invisíveis.
Porque, ao final, os mercadores de fumaça desaparecem no vento da própria mentira. Já a consciência cívica, quando acesa, ilumina gerações.

A Polícia brasileira permanece na linha de frente da defesa da sociedade, enfrentando o crime organizado, combatendo a violência, recuperando patrimônios subtraídos e assegurando a aplicação da lei. Sua missão não se altera conforme os ventos políticos nem se submete às conveniências dos governantes de ocasião.
A Polícia é instituição de Estado. Os governos passam. A Polícia permanece. A Polícia não serve a governos. A Polícia serve ao povo brasileiro. Governos são transitórios. Surgem das urnas e se submetem ao julgamento periódico da democracia. Instituições policiais, ao contrário, possuem natureza permanente, sendo estruturadas para garantir a continuidade do Estado e a proteção dos direitos fundamentais independentemente das alternâncias de poder