Sociedade Consumo
O CLAMOR DA HUMANIDADE EM SAÚDE MENTAL
A crescente onda do consumo de drogas e das denominações religiosas constitui uma forma evidente do clamor da Humanidade por uma ajuda acessível e eficaz para os seus problemas de saúde mental!
Os Psicólogos e outros Terapeutas parece existirem apenas para a elite!
Não somos cidadãos, somos mercado.
Não somos consciência, somos consumo.
Não estaríamos perdidos,
se a vida fosse só isso. Mas não é.
CONSUMO INTELIGENTE
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É tão simples que revolta
O consumo inteligente
Está além da economia e...
... Não mais que de repente!
O Planeta se energiza
Dá tudo que se precisa
Para o corpo e nossa mente!
mulheres sao tal como as aguas do planeta. 70% impropria para o consumo e 30% propria para o consumo cuidadoso, para que nao se extinga...
✍️Quando se dá acesso a bens de consumo desenfreado, para uma população sem antes ter dado a EDUCAÇÃO ADEQUADA, O RESULTADO É DESPERDÍCIO E DESTRUIÇÃO.
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✍️O mal do século é o consumo desenfreado como alívio de tensões, que acabam por causar mais tensões por endividamento.
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Frases são escritas curtas, sucintas, para rápido consumo e sem perda de tempo, mas, se for captada a essência mensagem do autor e tocarem o leitor, valerão por um livro.
Trocar Ouro por Brilho: Uma Reflexão sobre Saúde, Consumo e Consciência
Já reparou como os alimentos industrializados são mais baratos, mais bonitos e mais “práticos”? Mas o que ninguém te conta é que esse “barato” pode sair bem caro, para a sua saúde.
Eu vivi isso. Antes de enxergar pelo prisma espiritual, adoecia o tempo todo. Dependia de medicamentos, e minha rotina era uma fila sem fim de farmácias e desconfortos. Até que percebi: saúde de verdade começa no prato.
Mas não qualquer prato. Falo de comida viva, natural, sem química, nascida da terra, regada pelo sol e pela chuva, não por laboratórios e embalagens chamativas.
E sabe o que acontece quando você volta para essa simplicidade? O paladar se refina. O que antes parecia “sem graça” agora tem sabor de verdade. É prazer sem exagero, saciedade com menos quantidade. Descobre-se um equilíbrio que nenhum pacote com rótulo colorido consegue entregar.
Mas há um porém: o alimento natural é mais caro. Um quilo de açúcar de coco custa 35 reais. O comum, apenas 6. Isso é coincidência? Ou será que o sistema facilita o que adoece, e depois lucra vendendo o “remédio”? Irônico é que o açúcar de coco, além de adoçar, atua como probiótico natural e beneficia o intestino, justamente onde se origina grande parte das doenças.
E seguimos: desmamamos da mãe, mas seguimos mamando na vaca em nome do cálcio, mesmo sem nos perguntar de onde a vaca tira o dela. O bezerro nasce pesando o equivalente a um adulto humano. Será que nosso corpo foi feito para processar algo criado para ele? Leite em pó custa 35 reais. O de coco, 100. De novo, o mais acessível nem sempre é o que mais cuida.
O ciclo é claro:
Você come o que te adoece. Compra o remédio que não cura. A doença vira rotina. E a saúde? Vira luxo.
A verdade? A natureza não fabrica embalagens. Ela fabrica equilíbrio. O sistema, por outro lado, fabrica dependência, seja de açúcar, medicamentos ou crenças equivocadas sobre o que é “normal”.
Então, até quando vamos trocar ouro por brilho? Até quando vamos chamar de saudável o que só é barato e viciante?
Repense. Recomece. Retorne à simplicidade. Porque o verdadeiro luxo é viver com saúde e bem-estar, e isso, a terra já oferece.
E você? Tem se nutrido da raiz ou da rotina? Tem vivido em harmonia com a vida ou apenas cuidando da doença?
Penso que viver ...Exige exercício da percepção, o consumo proposto pelo sistema cega o que é realmente importante. Identificar e livrar-se das coisas desnecessárias abrirá espaço para vida plena.
A indústria motiva o consumo pelo prazer, só que o prazer tem seus efeitos colaterais... o vício. Nada melhor que a meditação pra desintoxicar-se.
Economia se faz com criatividade, matemática favorável, consumo adequado e dizendo não à gastos desnecessários, e sim, aos bons investimentos pessoais e familiares, de acordo com o piso salarial de cada trabalhador.
A economia doméstica se vê quando o excesso é controlado, o consumo é medido, a necessidadee é atendida e o conforto fica para depois.
