Sociedade Consumo

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⁠Talvez estejamos vivendo em uma sociedade com reduzida ativação no córtex pré-frontal e baixa resposta emocional da amígdala.
Uma era onde a empatia foi arquivada em um pendrive com o sistema corrompido.
As decisões parecem partir de impulsos primitivos, desprovidas de reflexão ou compaixão. O senso coletivo de humanidade parece adormecido, desligado — ou talvez nunca devidamente instalado.
Pode ser que estejamos diante de uma nova síndrome.
Não clínica, mas simbólica. Uma síndrome de Ares, de Eris, de Nêmesis...
De Thanatos, Set ou Apep.
Forças arquetípicas que personificam o caos, a guerra, a destruição, a vingança e a escuridão.
Talvez seja isso: um espírito coletivo dominado por essas entidades, em conflito com tudo que representa equilíbrio e afeto.
Ou talvez seja apenas um Fazio —
Um erro no sistema. Uma falha que clama por compensação.
Um nome inventado para algo que não sabemos nomear... mas que sentimos todos os dias, no concreto e no virtual.

Inserida por AertonL

Sociedade
A fuga do instinto no instituindo a não agir, um colapso, um grito, farpas cúspides, é atiradas ao vasto buraco negro que muito protestao é chamam de sociedade, estúpidos São os que reagem, os que esperam ainda sentir que buscam algo mais dessa rotina dessa esteira rolante de conformismo e s- pura ilusão estamos moldados ao fracasso pois não reagimos a grande falha em perde os instintos é que perdemos a identidade perdemos a atitude é não sabemos viver abisorvemos esse conduto e acreditamos que isso é vida quando não passa de uma repetição de pessoas feito máquinas marcando seuns pontos batendo o cartão na máquina da sociedade achando que está vivo quando é um mero mecanismo a sombra da sobrevivência. PauloRockCesar

QUARTA-FEIRA DE CINZAS: DO ENTENDIMENTO ANTIGO À SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA.
A Quarta-Feira de Cinzas é uma data que integra o calendário religioso cristão ocidental como o início formal do período de Quaresma, e ocorre quarenta e seis dias antes da celebração da Páscoa, variando anualmente com base na data pascal.

DO QUE SÃO FEITAS AS CINZAS DA QUARTA-FEIRA DE CINZAS?
A Igreja determina claramente que nem toda cinza pode ser utilizada no rito de imposição. A cinza da Quarta-Feira de Cinzas vem da queima dos ramos abençoados no Domingo de Ramos do ano anterior. Elas recebem a água benta e são aromatizadas com incenso.

Origem Histórica e Seu Contexto Religioso.
No seio da tradição cristã, especialmente na Igreja Católica, a Quarta-Feira de Cinzas inaugura uma fase de reflexão, penitência e jejum que prepara espiritualmente o fiel para a celebração da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo na Páscoa. Esse período de quarenta dias - a Quaresma - remete ao tempo de quarenta dias que, segundo a narrativa bíblica, Jesus passou em jejum e tentação no deserto antes de iniciar seu ministério público. ( Evangelho de Lucas 4,1-13 )

A prática de associar as cinzas à penitência remonta a tempos antigos, inclusive prévios ao cristianismo formal, sendo um símbolo de arrependimento, tristeza e reconhecimento da fragilidade humana nos relatos do Antigo Testamento.

Personagens como Jó, Daniel e a população de Nínive cobriram-se de cinzas e vestiram sacos de pano como gesto de contrição e súplica diante de Deus.
Na Bíblia, cobrir-se de cinzas (frequentemente acompanhado de vestir pano de saco) era um gesto cultural e religioso que simbolizava luto profundo, humilhação, arrependimento sincero ou desespero. Esse ato demonstrava a fragilidade humana e a dependência de Deus.
Aqui estão os principais personagens e grupos que se cobriram de cinzas:
Jó: Após perder seus filhos e bens, e ser afligido por doenças, Jó sentou-se no meio da cinza como sinal de luto e, posteriormente, declarou arrepender-se "no pó e na cinza" (Jó 2:8; 42:6).
Mardoqueu: Ao saber do decreto de Hamã para destruir os judeus na Pérsia, Mardoqueu rasgou suas vestes, vestiu-se de pano de saco e cobriu-se de cinzas em um ato de grande consternação e clamor (Ester 4:1).
O Rei de Nínive e o Povo: Após a pregação de Jonas, o rei de Nínive levantou-se do trono, tirou o manto, cobriu-se de pano de saco e sentou-se sobre cinzas, ordenando um jejum nacional como sinal de conversão (Jonas 3:5-6).
Daniel: O profeta Daniel relatou que se voltou ao Senhor Deus para buscá-lo com orações, jejuns, pano de saco e cinzas, ao interceder pelo seu povo (Daniel 9:3).
Rei Acabe: Após o profeta Elias condenar suas ações, o rei Acabe rasgou suas vestes, cobriu-se de pano de saco e jejuou, agindo com humildade (1 Reis 21:27).
Tamar: A filha do rei Davi, após ser violentada por seu meio-irmão Amnon, cobriu a cabeça com cinzas e rasgou a túnica como sinal de dor e desonra (2 Samuel 13:19).
Significado Bíblico:
O uso de cinzas era um reconhecimento visual de que o ser humano é "pó e ao pó voltará" (Gênesis 3:19), indicando a necessidade de purificação e conversão radical de vida.

No contexto cristão primitivo, penitentes públicos e pecadores graves eram submetidos a ritos de expiação que incluíam a cobertura com cinzas e a separação da comunidade até a reconciliação final. Com o tempo essas práticas de penitência pública evoluíram para um rito comunitário mais inclusivo, de forma que, desde aproximadamente o século XI, a imposição de cinzas passou a ser uma cerimônia litúrgica regular em toda a cristandade ocidental.O que ocorre no século XI é a universalização e regulamentação desse gesto no âmbito da liturgia oficial da Igreja Latina. O contexto é o das reformas eclesiásticas associadas à chamada Reforma Gregoriana, ligada ao pontificado de Papa Gregório VII. Nesse período, buscou-se maior uniformidade ritual e disciplina clerical. A imposição das cinzas deixa de ser um ato restrito aos penitentes públicos e passa a ser aplicada a todos os fiéis no início da Quaresma.
Um marco importante nesse processo foi o Concílio de Benevento, realizado em 1091 sob o pontificado de Papa Urbano II, o mesmo pontífice que convocaria a Primeira Cruzada em 1095. Esse concílio recomendou que todos os cristãos recebessem as cinzas na Quarta Feira de Cinzas, consolidando o rito como parte integrante do calendário litúrgico.

O Porquê das Cinzas: Significados Simbólicos e Antropológicos
As cinzas, como elemento, carregam uma potente carga simbólica. Antropologicamente, elas representam aquilo que resta do que foi consumido pelo fogo - morte, efemeridade, purificação e renovação. Em muitas culturas antigas, o uso de cinzas em rituais estava associado a tristeza e arrependimento profundo, um gesto de humildade diante dos deuses ou diante da própria condição humana.

Para a Igreja, esse ritual assume essas mesmas conotações, lembrando o fiel de sua mortalidade e da necessidade de conversão. Ao ser feita a imponência das cinzas na testa dos participantes geralmente em forma de cruz, pronuncia-se uma formulação tradicional que ecoa o relato do livro de Gênesis: “Lembra-te de que és pó e ao pó hás de voltar.” Essa frase retoma a ideia de que a existência terrestre é provisória e suscetível ao arrependimento e à transformação espiritual.

Nesse sentido, as cinzas funcionam como um memento mori - um chamado humano e universal à consciência da finitude e à busca de um sentido além do imediato. O antropólogo e historiador das religiões reconhece que tais símbolos, embora incorporados a práticas específicas como as da Igreja, dialogam com estruturas cognitivas universais: o fogo purifica, o pó remete à origem e à dissolução da forma, e o ritualiza-se como mediação entre o humano e o sagrado.
Sociedade e Transformações da Tradição.
A Quarta-Feira de Cinzas também marca uma fronteira cultural: o fim das festividades do Carnaval, festa popular de exuberância coletiva marcada por danças, folias e excessos, e o começo de um período mais contido e introspectivo. Historicamente, o Carnaval evoluiu de celebrações mais antigas de despedida das festas de inverno e de libertação social antes do período de abstinência quaresmal. Em muitas sociedades cristãs, essa transição representava tanto um encerramento de libertinagem quanto uma preparação moral e religiosa para o tempo de penitência.

No Brasil, essa encenação cultural e religiosa ainda é manifesto vivo - as ruas vibram intensamente até a madrugada da Quarta-Feira de Cinzas, quando então os espaços festivos cedem lugar a um silêncio ritualizado, simbólico de introspecção, autocrítica e reintegração à ordem social cotidiana.
Fontes Fidedignas para Estudo
Para compreender em profundidade a Quarta-Feira de Cinzas e seus significados:
A enciclopédia Britannica oferece uma visão concisa e historicamente ancorada da origem cristã e da evolução litúrgica da data.

Conclusão.
A Quarta-Feira de Cinzas é, portanto, uma celebração ritual que sintetiza a memória cultural, a simbolização religiosa e a consciência antropológica da mortalidade humana, funcionando como um ponto de inflexão entre a festa popular e a reflexão espiritual, entre o corpo e o espírito. Ela nos lembra que qualquer jornada de sentido exige reconhecimento de nossas limitações e, ao mesmo tempo, uma busca consciente de transformação.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠A sociedade das aparências. Só valemos o que temos no bolso e uma carinha bonita. Caráter, integridade, inteligência e honestidade, não valem nada para era dos influencers. Talento já não importa mais. A humanidade cada dia sendo menos humana. Os que prezam por algum valor moral(não falo da moralidade conservadora) estão fadados a mendigar por espaços já ocupados por quem não agrega em nada.

Inserida por Liralov

⁠Nobreza

Estamento superior da sociedade
Sinônimo de aristocracia
Fragmentada por toda sua magia
Domínio e vaidade

Uma como militar e feudal
Contestando a de origem cívica e moral
D' outra com poder e sedução
Revestida de dons, prestígio e fascinação


D’alma nobre e benevolência
Deveras ignorância
Com poder de estender a mão

Diferente de todos animais
O homem que sabe mais
Nobre aquele que pede perdão

Inserida por MIssias

⁠O cidadão não deve ser um mero anônimo formador de multidão como se fosse um escravo da sociedade, deve ser um nobre contribuidor com justo reconhecimento por todos os seus feitos.

Inserida por immontalvao

⁠Pela falta de conhecimento o sistema controla aquilo que a sociedade não aprendeu controlar.

Inserida por FranciscoPensador

⁠Lágrimas da minha sociedade esquecida
que jamais será desfavorecida,
não por mim, acredito que tudo tem fim

Acorrupção inflamou o coração, deixaram de lado o povão, que vive sem direção, em busca de apoio e atenção, procurando uma solução

O tribunal é desleal
O tributo é desigual
A lei é irracional, quem tem dinheiro não passa mal

com ele compra a mídia e o jornal, o juiz e o promotor, o advogado e o doutor,
me ajude meu senhor, viver na terra é um horror.

Inserida por FranciscoPensador

⁠Por incrível que pareça, a solidão te ensina a viver em sociedade.

Inserida por Vsr

⁠ A sociedade em geral ficou mais tolerante, mas omissa em muitos pontos, nos últimos anos. A humanidade foi empoderada, porém imagine empoderar crianças que vivem no mundo da fantasia.

Inserida por ErnestoPNeto

Cada um é cada um- A sociedade é uma empresa cobradora que não tem vínculos com ninguém.
Porque as pessoas fazem tantas cobranças a seus semelhantes?
Dão palpites, querem mudar conceitos e indicar rumos. Cada um é cada um e deve fazer o que deseja, é livre em pensamento e as ações que praticar, boas ou más são de sua única responsabilidade.
Cobranças, só as de contas e tarifas públicas que também já são abusivas demais.

Inserida por neusamarilda

⁠—
“Vivemos uma sociedade do cansaço, sobretudo, cansaços de si mesmo. A casa do descansar e repousar é também uma casa espiritual, uma casa interior. Um espaço contemplativo, uma sintonia com o dono da casa”.

Inserida por AllamTorvic

⁠Adaga de dois gumes

Parar de ser eu, para ser o que
a sociedade quer que eu seja,
Eu prefiro a morte.

Você me disse isso, sinceramente
eu não entendia.
Mas quanto mais eu te conheço,
mais eu te entendo.

Esse teu amor que te protege,
É o mesmo que te prende.

É como uma cela cheia de
espinhos, não deixa que
ninguém se aproxime, porém,
Você também não consegue sair.

Não fazia sentido para mim
esse teu jeito rebelde,
Agora eu entendo, sua maneira de se expressar.

Você é forte, a cada dia que
se passa eu te admiro mais.
Quero mais tempo ao teu lado.

Inserida por Rezew

⁠✨Não se desgaste perseguindo padrões da sociedade , aquilo que te faz feliz basta , viver para os outros é uma batalha Invencível . ✨✨

Inserida por RespektKhoza

"QUER SER POLITICAMENTE CORRETO?
FALE APENAS AQUILO QUE A SOCIEDADE DESEJA OUVIR"

Inserida por NICOLAVITAL

EU SEI!! NÃO SOU POLITICAMENTE CORRETO, PORQUE NÃO FALO O QUE A "SOCIEDADE" PRETENDE OUVIR

Inserida por NICOLAVITAL

⁠A democracia, é algo crucial à saúde social. É, o sistema fisiológico de uma dada sociedade. Atentar contra a democracia representativa, faz fenecer a vida dos "indivíduos" e, destroça o Estado Democrático de Direito."Deus acima de tudo remete a um discurso tirano para legitimar o abuso de poder"
Deus entre todos!

Inserida por NICOLAVITAL

Sistema “extenuado” carcerário
Ressocializar seria tornar social, reunir em sociedade, trazer o indivíduo ao convívio coletivo. Como vemos há até um significado, genericamente, agradável, não fosse à realidade conferida por nós. O sistema carcerário remonta aos tempos coloniais. O Código de leis portuguesas então em vigor no Brasil, e que atribuía à Colônia, entre outras funções, a de prisão de degredados. Os apenados, pelo texto legal, eram os alcoviteiros, culpados por ferimentos por armas de fogo, duelo, entrada violenta ou tentativa de entrada em casa alheia, resistência a ordens judiciais, falsificação de documentos e contrabando de pedras e metais preciosos. A Carta Régia de 1769 mandou estabelecer a primeira prisão brasileira, a Casa de Correção do Rio de Janeiro.
Todavia, a realidade é completamente diferente do que está escrito. A comunidade carcerária esteve e estará fadada ao descaso, ou seja, violências diversas entre eles e além deles, tratamento desumano, um caos. Mesmo assim as autoridades vendem um discurso improvável, inverossímil: “vai melhorar”, “os investimentos estão voltados para estes problemas; dessarte, dando uma idéia utópica para solução deste problema.
Por conseguinte, se as políticas de base são falhas, mal geridas. Estas são o grande trunfo para não existência de tal problema. pelo menos estabelecida como se manter e abastar o sistema prisional
EM CONSTRUÇÃO

Inserida por NATALINO1980

NOVAMENTE o congresso me surpreende. A sociedade necessitando, clamando nas ruas pelas questões basilares: SAÚDE, EDUCAÇÃO, SEGURANÇA; reformulações pontuais, mudança no código penal; e etc. E o parlamento discutindo FINANCIAMENTO DE CAMPANHA.

Se for PÚBLICO: Vai tirar da onde?
Se for PRIVADO: Vai pagar com o quê?
Se for PÚBLICO E PRIVADO: Vai tirar quanto e vai pagar quando?
Sendo assim, quem irá fiscalizar e como será feita esta fiscalização (impossível)?

Estão querendo copiar o modelo Alemão, Americano, inglês, ... Sabemos que a aqui não funciona.
Mais uma vez, de novo, os nossos representantes legislam interesses próprios e, ou de grupos fechados.

Inserida por NATALINO1980

⁠Nunca deixe de fazer o que gosta por pressão da sociedade.
Nunca deixe de acreditar no seu potencial.
Faça o que te faça bem e feliz!
Do que adianta seguir os passos dos outros se você não seguiu os seus!
Continue sempre buscando realizar seus sonhos porque nada é impossível principalmente para quem acredita que é possivel!
… 💕🌸

Inserida por Lauracamposmodesto