Sociedade

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⁠Há duas tristezas comuns na sociedade contemporânea.
Uma é a separação dos amantes. A outra, a união dos que não se amam. Penso que a última seja pior que a primeira.
Porque nesse último caso, temos a vitória da conveniência sobre o amor, da carência sobre a esperança, e do medo sobre a fé.

Actualmente vivemos numa sociedade em que muitas mulheres são pressionadas a se encaixar em padrões de beleza, enquanto muitos homens são cobrados a mostrar sucesso e dinheiro.

Quando você deixar de ser fantoche de uma sociedade dominadora⁠, serás muito criticado mas com toda certeza você também serás muito feliz
Liberdade não tem preço!

Faça dinheiro. A sociedade não perdoa quem não tem.

A promiscuidade se tornou algo tão comum na sociedade atual que as pessoas esquecem que Deus enxerga até mesmo o que elas praticam no escuro.

⁠É deveras surreal, a sociedade insistir em condenar as mulheres que não querem ter filhos, mas tolerar descaradamente os homens que mesmo tendo, escolhem não serem pais.

⁠Viver em sociedade exige concessões silenciosas, não guerras sonoras, a sua liberdade termina onde a minha paz começa.


A Limitação Cognitiva e a Ditadura do Volume


Talvez esperar bom gosto de quem não tem bom senso seja mais um distúrbio: pura limitação cognitiva.


Porque não se trata apenas de preferência musical, mas da incapacidade de compreender que o mundo não é uma extensão do próprio quarto ou da sala, nem um palco particular onde todos são obrigados a assistir ao mesmo espetáculo.


Não dá para esperar um bom repertório escolhido por puro capricho, antes de tudo, para invadir.


O som que atravessa muros, janelas e a paciência alheia deixa de ser expressão cultural para se tornar imposição.


E toda imposição é, em essência, uma forma preguiçosa de poder: a de quem não argumenta, não dialoga, apenas aumenta o volume.


É verdade que o bom gosto é muito subjetivo.


O que agrada a uns pode ser insuportável a outros.


Mas o desrespeito ao bem-estar alheio não é questão de opinião; é um problema concreto de convivência, de civilidade mínima, de noção básica de que o outro existe e importa.


Confundir liberdade com licença para incomodar é um erro muito comum — e perigosamente aceito.


Mas qualquer imbecil funcional deveria ao menos perceber que, num mundo com mais de oito bilhões de pessoas, é impossível escolher vizinhos por afinidade musical ou paixão por ruídos.


Viver em sociedade exige concessões silenciosas, não guerras sonoras.


Exige entender que o direito de fazer barulho termina exatamente onde começa o direito do outro de ter paz.


No fim, o problema não é o volume do som, o estilo musical ou a caixa potente…


É a ausência de empatia caprichosamente amplificada.


E quando o bom senso é desligado, não há playlist que salve a convivência.


Que Deus nos livre dos que confundem alegria com euforia e liberdade com licença para nos incomodar.

Sem a ajuda do braço mais forte — parte da sociedade e do próprio Estado —, o crime jamais se sustentaria.


Ele não sobrevive apenas da astúcia dos que o praticam, mas da conveniência dos que fingem não vê-lo e da conivência dos que o retroalimentam.


Grande parte da própria sociedade que o demoniza também é criminosa, só comete crimes diferentes.


É no silêncio das instituições, na corrupção disfarçada de burocracia e na indiferença coletiva que o crime encontra solo fértil para florescer.


Enquanto a força que deveria combatê-lo continuar a servi-lo — por medo, interesse ou omissão —, a injustiça deixará de ser exceção para se tornar estrutura.


E nesse cenário, o verdadeiro perigo não está apenas nos que transgridem a lei, mas nos que a manipulam em nome dela.

Descamuflando o ego para viver o propósito

Vivemos numa sociedade que romantiza a ignorância e desconfia da inteligência. Buscar conhecimento passou a ser confundido com vaidade, enquanto a superficialidade ganhou status de normalidade.
Hoje, pensar virou excesso. Refletir virou perda de tempo. Questionar virou ameaça.
Criou-se uma cultura de respostas rápidas, onde compreender profundamente parece desnecessário. O pensamento crítico foi substituído por opiniões imediatas, e a construção de ideias cedeu espaço à reprodução automática de discursos prontos.
Nunca estivemos tão informados — e tão pouco conscientes.
O conhecimento foi transformado em produto, em vitrine, em performance. Aprender deixou de ser um processo interno e virou algo que precisa ser mostrado. Enquanto isso, o verdadeiro saber, silencioso e profundo, segue sendo negligenciado.
Criou-se um ambiente onde quem aprofunda é visto como complicado, e quem permanece raso é considerado prático.
Mas pensar exige coragem.
Exige desapego de certezas.
Exige humildade para admitir que não se sabe.
Conhecimento real não serve para impressionar — serve para transformar.
Não alimenta ego — organiza valores.
E talvez o maior problema do nosso tempo não seja a falta de acesso à informação, mas a recusa em amadurecer a consciência.
Porque num mundo que se acostumou ao raso, escolher a profundidade não é vaidade.
É posicionamento.

⁠Estamos vivendo com parte da sociedade em um estado mental de distopia.

Ser diferente é normal, pena que a sociedade sempre temeu aquilo que não entende pois quando entenderem todos os diferentes poderão talvez ser aceito por essa sociedade arrogante e ignorante.

Inserida por luizmutran

Precisamos de uma conscientização maior do governo e da sociedade, não da pra conviver com tanto descaso!

Inserida por EdelziaOliveira

Ninguém atinge o sucesso sozinho. Viver em sociedade é um avanço do homem em sua trajetória evolutiva e uma das lições da vida a nos mostrar que necessitamos uns dos outros.

Inserida por larissacavalcantee

Para prestar contas à sociedade, eu distribuo o meu voto. Vossa excelência deveria fazer o mesmo.

Inserida por Eticamicina5mg

Um homem político sabe qual a melhor forma de persuadir seu povo,sua sociedade, mas nunca seu coração.

Inserida por gFelipes

Não pode haver nenhuma revelação mais aguçada da alma de uma sociedade do que a forma como ela trata seus filhos.

Inserida por cleosantos

Pessoal na sociedade em que vivemos as pessoas só gostam de estar cercadas por pessoas perfeitas de com a vida perfeita... muitos cortam até volta de usuários de drogas, muitas vezes dizemos que é perigoso "O perigo é você ver alguém se perdendo e não fazer nada" se todos se afastarem deles iram olhar e se verem sozinhos e quem vai estar lá, no momento em que precisar? A "droga", sim ela será a amiga dele e nisso se aprofundará mais no mundo das drogas seguindo então um caminho sem volta, porem em quanto a tempo DE UMA MÃO AMIGA E AJUDE QUEM PRECISA ...Não custa tentar...

Inserida por RitaAlaide1996

A sociedade moderna está ancorada em um desequilíbrio fadada à desarmonia, gerando fragilidade, frivolidade e apego a vaidade.

Inserida por fsozorio

Não há nenhuma profissão tão importante para uma sociedade que se proponha a ser civilizada

Inserida por ursos

A sociedade lhe exige um pedido de perdão público. Mesmo sabendo que a isso você fará somente da boca pra fora. Tenha piedade destes que vivem na escuridão e fale em alto e bom som, para que a ilusão atravesse os tímpanos e se impregne cada vez mais profundamente em seus gastos cérebros sem utilidade moral...

Inserida por LLSantos