Sociedade
Há duas tristezas comuns na sociedade contemporânea.
Uma é a separação dos amantes. A outra, a união dos que não se amam. Penso que a última seja pior que a primeira.
Porque nesse último caso, temos a vitória da conveniência sobre o amor, da carência sobre a esperança, e do medo sobre a fé.
A sociedade aplaude a reputação de muitos homens sem perceber o custo desse aplauso.
Por trás de cada nome “respeitado”, pode existir uma mulher exausta de gritar em silêncio.
O silêncio feminino, tantas vezes confundido com resignação, é na verdade um grito contido, e a história ainda deve muito a essas vozes abafadas.
A luta não acabou. Temos que difundir a ideia da consciência negra na sociedade para que tenhamos um estado tolerante onde prevaleça a igualdade racial, sem preconceitos.
A base ideológica de uma sociedade é a educação. O gestor público que não valoriza a educação, almeja usar a ignorância do seu povo como massa de sustentação de sua oligarquia no poder
Você pode ser perfeito, mas no dia em que falhar, a sociedade verá você como um problema ou uma ameaça.
Quando homens conscientes de seus deveres morais atuam em diferentes áreas da sociedade “na educação, na ciência, na cultura, na justiça e na administração pública” eles ajudam a promover um ambiente mais equilibrado e mais justo.
Bom dia!!!!
Vamos Orar e Clamar ao Senhor.
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Sociedade Missionária Unção e Legado
2006 / 2020
Se falas o que pensa na sociedade contemporânea, serás julgado, por aqueles que não gostam de ser julgados.
Eis a vantagem de às vezes sentarmo-nos a margem da sociedade e observá-la com cautela, pois assim vemos o que os demais não vêem!
A sociedade tem o péssimo hábito de julgar adolescentes que engravidam e se tornam mães muito novas. Eu sinceramente não entendo essa mania de apontar o dedo na cara e ditar o que é certo e o que é errado. Não entendo mesmo. Ninguém tá livre de ter um filho sem estar preparada, ninguém sabe do futuro, e mesmo assim todos botam a boca no mundo para fazer piadinhas com a menina de 12 anos que está grávida; para julgar a garota que, com 15 anos, é mãe solteira. Acho ridículo esses julgamentos precipitados, essa mania podre de falar mal de tudo que vocês acham não estar certo. Vocês só veem o que querem, não tentam enxergar o outro lado da história, olhar as coisas de outra maneira. Ninguém vê a força que essas meninas têm, ou vocês acham que ser mãe e enfrentar a sociedade é fácil? Não, não é. E mesmo assim elas levam essa gravidez adiante. Ninguém vê que geralmente essas mães são pobres e por medo de enfrentar os pais poderiam interromper a gestação ou dar o seu filho à adoção, e mesmo assim elas não desistem de ter o bebê e criam ele honestamente com amor; o que para mim é muito mais importante do que bens materiais. Com tantas mulheres por aí que com condições financeiras de criarem seus filhos continuam optando pelo aborto vocês vem julgar logo quem não tem idade, ou até mesmo recursos e mesmo assim opta pela vida do filho? Eu particularmente admiro a garra dessas meninas. Parabéns à você que tão nova se tornou mulher e assumiu as consequências de seus atos. Parabéns à você que passa por cima da hipocrisia das pessoas e nunca pensou em interromper a gestação. Parabéns à você, pela sua força, pela sua coragem e pela sua maturidade. Parabéns, porque tem gente com o dobro da sua idade que ainda não aprendeu a calar e a respeitar o próximo.
Exemplos na Organização da Sociedade:
Código Civil e o Direito de Família: O Direito estabelece regras para o casamento, divórcio e guarda de filhos. Em vez de uma separação virar uma briga sem fim por bens ou pela guarda, o Direito define quem fica com o quê e como os filhos serão protegidos. Isso evita a violência doméstica e o desamparo de vulneráveis.
Código Penal: Quando alguém comete um furto ou uma agressão, o Direito impede que a vítima se vingue pessoalmente. O Estado intervém, processa o acusado e aplica uma pena. Isso mantém a ordem pública e impede que a sociedade viva em estado de guerra civil constante.
Direito de Vizinhança: Se o seu vizinho decide fazer uma obra que abala a estrutura da sua casa ou ouve som alto às 3 da manhã, você não precisa invadir a casa dele. O Direito oferece a norma e a Justiça para interromper o abuso, organizando o convívio em espaços compartilhados.
Exemplos na Organização da Economia:
Lei das S.A. e Direito Empresarial: Imagine que você investe na Bolsa de Valores. Você só faz isso porque o Direito garante que você é dono de uma parte da empresa e que os administradores não podem simplesmente fugir com o seu dinheiro. A lei organiza como o capital circula com segurança.
Código de Defesa do Consumidor (CDC): Se você compra um celular e ele explode, o Direito garante que a loja ou o fabricante te devolvam o dinheiro ou troquem o produto. Sem essa regra, as pessoas teriam medo de consumir, o que travaria o comércio e a produção industrial.
Direito de Propriedade Intelectual: Quando uma empresa farmacêutica gasta bilhões criando uma vacina, o Direito garante a ela uma patente. Isso assegura que ninguém vai simplesmente copiar a fórmula e vender mais barato no dia seguinte. Essa garantia jurídica é o que incentiva a inovação e o investimento em novas tecnologias.
A sociedade, por muito tempo, educou os homens para acharem que o parto “termina” quando o bebê nasce — quando, na verdade, é ali que começa o maior desafio físico, emocional e espiritual da mulher.Muitos não tiveram educação emocional nem referências dentro de casa para entender o quanto a mulher se transforma: o corpo muda, os hormônios despencam, o sono desaparece, a mente tenta se reajustar… e ainda assim, espera-se que ela “dê conta” de tudo como antes. Outros até amam, mas não sabem como ajudar, e o silêncio ou a distância que demonstram vem da própria imaturidade emocional — de não saber lidar com algo tão delicado.nem as mães ensinam isso, nem a escola fala sobre isso.
Muitas mulheres crescem ouvindo que o parto é o “final feliz” da gravidez, mas quase ninguém explica o que vem depois: o corpo ferido, os hormônios desajustados, o cansaço profundo, a solidão que muitas sentem, e a necessidade de tempo e acolhimento.E os homens, por sua vez, também não são preparados para entender o que é o puerpério — não aprendem sobre empatia, cuidado, nem sobre o papel real do companheiro nesse momento.
Crescem achando que ajudar é “fazer favor”, quando na verdade é responsabilidade e amor.A sociedade deveria educar tanto meninas quanto meninos sobre o que realmente é a maternidade, não apenas o nascimento do bebê, mas a transformação da mulher.
Só assim o pós-parto deixaria de ser um tabu e se tornaria algo vivido com mais compreensão e menos julgamento.Quando digo a sociedade deveria educar, significa que a escola, a família e a cultura em geral deveriam ensinar todos — não só as mulheres — sobre o que é o pós-parto, as mudanças físicas, emocionais e hormonais, e o valor do apoio mútuo.
Assim, os homens cresceriam preparados para compreender e respeitar o que uma mulher vive depois do parto, e as próprias mulheres teriam menos culpa e mais acolhimento nesse período.
A sociedade não é apenas imperfeita.
Ela é estruturada sobre camadas de ficção funcional que a maioria consegue sustentar por dentro.
Quem não se adapta, adoece.
O populismo é capaz de levar uma atrocidade
ao padrão moral da sociedade.
Os indivíduos são resíduos
de uma fornalha que queima com o combustível
do generalismo, medo e ódio.
Levando os líderes ao primeiro lugar no pódio.
A escada de carne e osso tem como alicerce
ressentimentos, justificativas de fracasso,
como bolas de aço presas em seus calcanhares.
O problema pode existir e ter validade,
mas não é visto nem resolvido com base na realidade.
Murmúrios os unem, falácias os munem.
Aplausos ocultarão a necessidade de uma nova opinião.
A sociedade não pode existir, a menos que haja um poder controlador sobre o apetite e a vontade. Quanto menos desse poder existir internamente, mais deverá ser imposto de fora. Isso está ordenado na eterna constituição das coisas: que homens de mente imoderada não podem ser livres. Suas paixões forjam seus grilhões.
A sociedade construiu um palco.
E desde cedo colocam a gente nele, entregam um roteiro e dizem:
“Agora atua.”
Atua como bom filho.
Como bom marido.
Como profissional de sucesso.
Como alguém que não questiona.
Mas ninguém pergunta se aquele papel combina com a sua essência.
Dizem que eu preciso de uma mulher para ser completo.
Que preciso formar uma família para ser respeitado.
Que preciso de um diploma para ser alguém.
Que preciso mostrar resultados, bens, status.
Mas eu aprendi a desconfiar do que todo mundo aceita fácil demais.
Hoje vejo pessoas dizendo que não postam relacionamento por causa de “inveja”.
Mas postam o treino.
Postam o show.
Postam o carro.
Postam a ostentação.
Curioso… a inveja só atinge o amor?
Na real, muitos não assumem porque não querem fechar portas.
Não querem perder possibilidades.
Não querem abrir mão dos “contatinhos”.
Querem parecer disponíveis enquanto vivem algo pela metade.
Isso não é proteção.
É conveniência.
Eu não quero viver assim.
Não quero relações escondidas como se fossem erro.
Não quero ser opção enquanto alguém mantém vitrine aberta para algo “melhor”.
Não quero competir com possibilidades invisíveis.
Prefiro a verdade nua do que a ilusão bem editada.
O problema nunca foi estar sozinho.
O problema é se trair para não ficar.
Eu escolhi ser meu próprio padrão.
E isso significa não aceitar desrespeito disfarçado de modernidade.
Não aceitar migalhas emocionais.
Não aceitar a lógica de que tudo é substituível.
Ser alguém, para mim, não é seguir o roteiro da maioria.
É ter postura quando ninguém está vendo.
É ter caráter quando seria mais fácil negociar valores.
É sustentar sua identidade mesmo que isso reduza a plateia.
Se for para viver algo, que seja inteiro.
Se for para construir, que seja com clareza.
Se for para ficar, que seja com verdade.
Porque no fim, status passa.
Ostentação cansa.
Aparência envelhece.
Mas caráter…
caráter é o que define quem você é quando o mundo para de olhar.
By Evans Araújo
O maior troféu que se pode conseguir da sociedade não é quando a unanimidade decide te amar, mas simplesmente por algum motivo quando as pedras lançadas te elevam ao céu
