Sociedade

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A sociedade não é doente por falta de informação, mas por excesso de autoengano.

O maior câncer da sociedade não é o ódio, mas o egoísmo que se tornou norma.

Uma sociedade que não aprende com a própria história deixa como herança para seus filhos os mesmos sofrimentos outrora vivenciados.

Quando chega os 60 anos....
​A nossa sociedade tenta colocar as pessoas em caixinhas por causa da idade. Quando a gente faz 60 anos, parece que o mundo espera que a gente mude de ritmo, fique estática ou apenas olhe para o passado. Mas a verdade é que o nosso espírito, a nossa criatividade e a nossa essência não envelhecem.

TU NÃO ME DEIXAS FAZER, EU NÃO TE DEIXO FAZER


A sociedade está contra o indivíduo para mantê-lo. O indivíduo está contra a sociedade que quer cercear a sua liberdade. Assim, cada indivíduo é inimigo dos outros, e todos são inimigos de todos.

Se a loucura prosperasse, haveria um surto de liberdade e criação e, daí outra sociedade, com outras virtudes e doenças, diferente da que conhecemos, surgiria.

A sociedade é um acordo entre hipócritas que se toleram.

“A culpa materna não nasce apenas dentro da mulher; muitas vezes, é fabricada por uma sociedade que entrega tudo à mãe e pouco oferece em troca.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

Sossega, não sendo uma boa pessoa, senão a sociedade matar-te-á em vão. Finge apenas que és uma má pessoa.

Na sociedade contemporânea, o valor intrínseco das coisas cedeu espaço ao valor de troca. O que antes era medido pela dignidade ou pelo mérito passou a ser quantificado em cifras. Nesse contexto, o verdadeiro desafio não é atribuir preço ao que se vende, mas reconhecer o valor do que não se pode comprar, como a verdade, a justiça, a solidariedade e o caráter.

“A maternidade foi romantizada por uma sociedade que nem sempre deu às mães o direito de criar seus próprios filhos com dignidade.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.

⁠É deveras surreal, a sociedade insistir em condenar as mulheres que não querem ter filhos, mas tolerar descaradamente os homens que mesmo tendo, escolhem não serem pais.

⁠Viver em sociedade exige concessões silenciosas, não guerras sonoras, a sua liberdade termina onde a minha paz começa.


A Limitação Cognitiva e a Ditadura do Volume


Talvez esperar bom gosto de quem não tem bom senso seja mais um distúrbio: pura limitação cognitiva.


Porque não se trata apenas de preferência musical, mas da incapacidade de compreender que o mundo não é uma extensão do próprio quarto ou da sala, nem um palco particular onde todos são obrigados a assistir ao mesmo espetáculo.


Não dá para esperar um bom repertório escolhido por puro capricho, antes de tudo, para invadir.


O som que atravessa muros, janelas e a paciência alheia deixa de ser expressão cultural para se tornar imposição.


E toda imposição é, em essência, uma forma preguiçosa de poder: a de quem não argumenta, não dialoga, apenas aumenta o volume.


É verdade que o bom gosto é muito subjetivo.


O que agrada a uns pode ser insuportável a outros.


Mas o desrespeito ao bem-estar alheio não é questão de opinião; é um problema concreto de convivência, de civilidade mínima, de noção básica de que o outro existe e importa.


Confundir liberdade com licença para incomodar é um erro muito comum — e perigosamente aceito.


Mas qualquer imbecil funcional deveria ao menos perceber que, num mundo com mais de oito bilhões de pessoas, é impossível escolher vizinhos por afinidade musical ou paixão por ruídos.


Viver em sociedade exige concessões silenciosas, não guerras sonoras.


Exige entender que o direito de fazer barulho termina exatamente onde começa o direito do outro de ter paz.


No fim, o problema não é o volume do som, o estilo musical ou a caixa potente…


É a ausência de empatia caprichosamente amplificada.


E quando o bom senso é desligado, não há playlist que salve a convivência.


Que Deus nos livre dos que confundem alegria com euforia e liberdade com licença para nos incomodar.

Sem a ajuda do braço mais forte — parte da sociedade e do próprio Estado —, o crime jamais se sustentaria.


Ele não sobrevive apenas da astúcia dos que o praticam, mas da conveniência dos que fingem não vê-lo e da conivência dos que o retroalimentam.


Grande parte da própria sociedade que o demoniza também é criminosa, só comete crimes diferentes.


É no silêncio das instituições, na corrupção disfarçada de burocracia e na indiferença coletiva que o crime encontra solo fértil para florescer.


Enquanto a força que deveria combatê-lo continuar a servi-lo — por medo, interesse ou omissão —, a injustiça deixará de ser exceção para se tornar estrutura.


E nesse cenário, o verdadeiro perigo não está apenas nos que transgridem a lei, mas nos que a manipulam em nome dela.

Somos, hoje, o mapa que guiará a sociedade de amanhã.


Realmente, o que mais importa na vida é tão simples.

A gente perde tanto tempo balanceando as culpas que esquece de pesar nossos próprios erros!

A verdade é essa.

E na hora do nosso juízo final, Deus não vai ficar perguntando para a gente sobre os pecados de ninguém!

Quando a gente faz nossas orações, a gente até pode dizer: 'me perdoa pelos meus pecados e pelos pecados do mundo inteiro.

Mas, no fim das contas, é só você e Deus

É sobre você que ele quer saber!

Então, não fique tentando mudar o mundo.

Não adianta você se chatear com a atitude errada de ninguém, o máximo que você pode fazer é mudar a sua.

Não desista de querer o bem e, principalmente, de pedir isso em oração.

Mas deu-se a cada um a missão de corrigir os próprios erros.

O mundo está tão pesado e caótico, as coisas poderiam ter sido diferentes no passado.

Para que talvez hoje fosse um pouco mais leve.

A minha infância teve memórias boas e ruins também.

Minha família poderia ser mais unida, eu falo tanto da parte materna quanto paterna, tenho primos e primas por esse Brasil inteiro que muitos eu nem sequer conheço.

Por um orgulho besta, uma disputa sem noção por algo que eu não sei nem o que é.

Que afasta famílias e cria abismos é um dos maiores causadores de arrependimentos. O tempo é implacável e passar por cima dessas barreiras é um ato de amor próprio e de cura.

Poderíamos ter amado mais!

Assim como o tempo passou ontem, também irá passar amanhã!

E continuamente.

As crianças têm salvação, a gente talvez não.

Então, o que podemos fazer hoje é tentar mudar a nós mesmos.

Para salvar uma sociedade inteira amanhã.

Porque cada dia que passa, crescem um bocadinho mais os olhos de quem nos observa e segue nossos exemplos!

No final, a vida se resume ao amor, ao perdão e a tentar ser alguém melhor do que fomos ontem e dar mais valor ao que:



REALMENTE IMPORTA!

⁠Estamos vivendo com parte da sociedade em um estado mental de distopia.

A vida nos ensina desde cedo a viver em sociedade; só mais tarde compreendemos que a experiência coletiva é muito mais individual do que imaginávamos.

"⁠Uma sociedade que lutou contra a escravidão servil e hoje aplaude o estado controlar seus filhos, suas vontades, sua educação, sua alimentação, seu pensar, sua sexualidade, sua liberdade, está severamente enferma de crise existencial."

[Contra-plongèe]


Toda sociedade humana
até agora,
foi caracterizada
por um elaborado sistema
de controle
e condicionamento,


que tem como fundamento
a submissão
da maioria,
para obtenção
de benefícios e privilégios
pessoais e estritamente
particulares,
de uma minoria,
que nega e sufoca
sua própria natureza social.


O que nos resta
é a desobediência,
o que nos cabe
é a insubordinação.


As regras, leis,
regulamentos, estatutos,
resoluções, moralidades,
protocolos, paradigmas,
são criados
pelos que têm poder,
para subjulgar
todo o resto.


Nosso único dever
é sobreviver,
pelo tempo que pudermos,
da melhor forma
que pudermos,
essa é nossa obrigação única
para conosco.


Emergir do furioso turbilhão,
que suga e digere toda
intenção despretensiosa,
que esfola nosso humanismo
e escalpela nossa dignidade,
oxigenando uma vez mais,
nosso fadigado sopro existencial.


19/09/23
Michel F.M.

⁠Transfome o homem e ele transformará a sociedade!