Sociedade
O que rege às normas de conduta da sociedade (especialmente brasileira) é a extrema urgência de convencer às pessoas, do quão és magnífico. Ser por ser, é como se fosse um monólogo consigo mesmo. Não tem representatividade, porque não existe distanciamento do objeto consagrado.
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O mal que assola a sociedade contemporânea raramente é intencional; muitas vezes emerge do emaranhado informacional e das próprias mazelas da modernidade.
A vida nos ensina desde cedo a viver em sociedade; só mais tarde compreendemos que a experiência coletiva é muito mais individual do que imaginávamos.
Sossega, não sendo uma boa pessoa, senão a sociedade matar-te-á em vão. Finge apenas que és uma má pessoa.
Não te associes aos padrões da sociedade , a vida é mais leve quando és mais tu do que tentar viver na aceitação dos outros.
Você pode ser perfeito, mas no dia em que falhar, a sociedade verá você como um problema ou uma ameaça.
A escassez de liderança no mundo atual é um reflexo de uma sociedade concentrada em si mesma e apenas nos seus interesses pessoais.
Uma sociedade que não aprende com a própria história deixa como herança para seus filhos os mesmos sofrimentos outrora vivenciados.
Essa é a sociedade moderna: julga por trás de uma tela, sem olhar para os próprios erros ou para a própria história.
Ninguém passa por esta vida sem enfrentar uma decepção.
Analisando e expondo de forma sutil, sobre problemas da sociedade sem precisar falar quase nada:
Todos sabem quem é Musk (Elon), mas Alice Walton ninguém abre a boca à comentar (quem é mesmo essa)?
Não, sobre economia e política com relação às mulheres, ninguém realmente andou interessado..
Sem música, nenhuma sociedade, nenhuma sanidade e nenhuma existência se torna plenamente possível.
Mas! a música que nos deixaram aqueles que vieram tão antes e primeiro que nós, músicas essas que resistem ao tempo e transgressam culturas.. estas, meus caros, eu acredito sim, com total força e brilho nos olhos, do quanto devam ser veementemente aclamadam e sempre, sempre, enobrecidas e aplaudidas!
Sou um lobo incansável, que protege sua alcateia sem descanso. A família é a raiz de toda sociedade. Sei que a nova geração nem sempre enxerga isso, mas sem um princípio familiar, ela sequer existiria.
A sociedade ovaciona o palco, mas a metamorfose da alma é um evento silencioso, forjado na solidão dos bastidores.
“Não sou o esteriótipo de pessoa em que a sociedade tenta me abranger. Sou mais além do que convém e menos o que se espera ser.”
—By Coelhinha
Dos Olhos da Sociedade
Demétrio Sena - Magé
Na maioria das vezes, não sei se uma pessoa com quem lido é "bonita" ou "feia". Entre aspas, porque não tenho conceito ótico específico para beleza. Refiro-me aos olhos da cara de uma sociedade que vive do que olha. Não do que vê, exatamente, porque ver é algo bem mais profundo. Foge aos olhos que prioritariamente olham.
Faz tempo que meus poemas românticos não exaltam traços e curvas das eventuais musas. Isso perdeu importância para mim, nos primeiros anos da minha trajetória de poeta, praticamente os primeiros anos de nascido. De alguma forma, eu seguia o curso da poesia romântica em voga naqueles tempos de uma decantação excessiva da "beleza", como não saiu totalmente de voga. Principalmente a "beleza" feminina.
Faço preferencialmente poemas de protesto político e também social, normalmente com as sutilezas que aprendi nos tempos da ditadura, quando eram necessárias muitas metáforas. Hoje podemos rasgar mais o verbo, até xingar, porém me viciei nessa forma de compor. Mas componho poemas românticos. Muitos, mesmo. Nesses poemas, decanto a essência da musa. O quanto ela inspira com a sua índole, sua sensibilidade, a inteligência e outros atributos que não passam pelo crivo dos meus olhos. Os da cara.
Essa ótica da minha poesia romântica não tem lá muita popularidade. A velha exaltação da pele, dos lábios, cabelos, os traços faciais e as curvas, continua no topo da preferência popular de quem consome música e poesia. Mesmo nas artes plásticas, quando retratam pessoas e são para uso doméstico, existe a preferência popular por essa exaltação.
É como todo mundo, nesta sociedade supérflua, olha para o outro. Vai direto à capa e volta, sem dar nenhuma folheada. Não lê sequer o prefácio do ser humano, se a capa não o agrada imediatamente. A essência pouco importa. O livro, a trajetória, o roteiro pesssoal do ser humano valem menos; muito menos do que a pele, os lábios, os cabelos, os traços faciais e as curvas do corpo.
A riqueza material, o poder e a fama fazem parte crucial dessa frente; dessa vitrine; a capa do indivíduo. Tornam qualquer pessoa "bonita", pois a plastificam e fazem encher os olhos de quem olha. É assim que somos, na camuflagem das virtudes gritadas nos palcos, palanques e púlpitos do preconceito e da hipocrisia.
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Respeite autorias. É lei
"Uma sociedade com trabalhadores apodrecidos não conseguirá prosperar rápido, pois um atrapalha o outro. Isso é mau. Devemos viver como irmãos, e assim tudo prosperará.
Autor: Henrique Bertulino da Silva
