Sobrevive Amor Acima de tudo

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⁠FORTALEZA DO AMOR
Quem conhece sabe que tudo nesta vida sempre tem o ponto fraco: Do ferro, o fogo; do fogo, a água; da água, o vento; do vento, a montanha; da montanha, o homem; do homem, a morte; da morte, és o Deus; e, por aí, segue o ciclo orgânico insaturado da humanidade e dos fatos sociais.
Afinal de contas, qual seria o ponto fraco do amor e da felicidade?
Talvez a falta de confiança gere a insegurança, tornando-se que o ódio seja a antítese do amor, não um ponto fraco em si.
Sentir-se feliz é a forma de amor, de modo que a melhor parte disso tudo é a recíproca e a confiança.
Logo, o amor verdadeiro é capaz de vencer todas as barreiras, um dom tão bonito, louvável e renovador e uma conquista inexplicável aos olhos que tudo vê e sente.

Talvez minha linguagem do amor para voce é tentar transformar tudo que posso em cuidado , tudo que sinto em presença, e todos nossos dias em alguma coisa bonita!


Para voce: Aycha....

O amor sabe suportar, mas também sabe discernir. Aceitar tudo indiscriminadamente não é amor; é ausência de responsabilidade.

Senti a tristeza e a dor. Foi por amor. Tudo é por amor.

“Se tudo o que você ofereceu não foi suficiente,
ofereça sua ausência.”

Se o seu amor não foi percebido,
se o seu cuidado virou costume,
se a sua presença deixou de ser encontro
e passou a ser apenas conveniência,
vá.

Não como quem castiga.
Não como quem deseja vingança.
Mas como quem finalmente compreendeu
que também merece ser escolhido.

Você ofereceu tempo,
e tempo é pedaço de vida.
Ofereceu colo,
quando o mundo do outro desabava.
Ofereceu silêncio,
quando nenhuma palavra poderia curar.
Ofereceu perdão,
até para feridas
que jamais deveria ter recebido.

E ainda assim,
não foi suficiente.

Então não ofereça mais.

Há momentos em que permanecer
é uma forma silenciosa
de abandonar a si mesmo.

E nenhum amor merece
que você desapareça de si
para continuar existindo
na vida de alguém.

Por isso, vá.

Leve consigo aquilo
que o outro não soube reconhecer:
a sua delicadeza,
a sua lealdade,
a sua maneira inteira de amar.

Talvez somente no vazio
a sua presença seja finalmente percebida.

Talvez seja no silêncio da casa,
na cadeira vazia,
na mensagem que não chega,
no telefone que não toca,
que alguém descubra
o tamanho daquilo que tinha.

Mas não vá esperando que sintam sua falta.

Vá porque você finalmente
sentiu falta de si mesmo.

Porque chega um momento
em que o último presente
que podemos oferecer a quem
não soube cuidar da nossa presença
é exatamente este:

a nossa ausência.

O amor acabou..
perdeu o encanto...
perdeu a magia..
perdeu tudo..
Desde o dia que eu perdi vc..

O 'amor que tudo suporta' na Bíblia não é um convite à aceitação de abusos, traições ou desrespeito. Ele se refere à resiliência diante das crises, como a doença e a escassez, e à paciência com as imperfeições humanas.

⁠O que a gente faz quando dá tudo da gente e não recebe nada?
Que seu amor não foi suficiente ou sei lá, você não foi amado como deveria ter sido...
O que a gente faz quando percebe que fez tudo mas ao mesmo tempo não fez nada? E que o amor invés de construir sente sufocou....
A gente se sente incapaz, se sente impotente , se sente enfraquecido...
E com aquele nó na garganta de um adeus que nunca foi dito porque não teve chance ou a pessoa não teve coragem....

Maldito o seu dom, de me fazer sonhar
Abrigar tudo o que você nunca quis realizar
O amor por sua pobre e ingênua poesia,
Soava falsa, todavia, eu já sentia...

Mais um ensaio, um cuidado, um abraço
Nada daquilo era raso, mas a profundidade também da casa ao estrago.

Por fim, o mais mentiroso foi eu
Me vesti de você e me fiz refém de suas dores
Essa dança começou e a rendição nos submeteu.

Estavamos perdido, afinal
isso nunca foi mentira, foi real.

Sonhos falidos não servem abrigo
Outrora era tudo, agora, um bom amigo.

Tudo ou nada , bem ou mal, ódio ou amor, sorte ou azar, por acaso muitas coisas ou nada acontece, pode ser um vazio do próprio acaso.

PURO AMOR

Tem gente que tem tudo
Tem gente que nada tem
Gente com tao pouco
Gente com quase nada
Sabe viver com o que lhe convém
E dribla a vida com alegria
No aconchego do seu jeito
Onde com certeza brilha
A luz que enche o peito
Onde nunca faltam sorrisos
Pois sua alma trilha a verdade
Não existe nenhuma maldade
Pois o que o que importa
Nessa estreita porta
É ter sopro pra viver em paz
Muitos que muito tem
Muitas vezes vivem perdidos
Deixam a ilusão dominar
Pensam ser donos do mundo
Daí partem para extravagâncias
Atraídos por suas ganâncias
Surgem pensamentos negativos
Mesmo no meio de tantos atrativos
É que nada mais faz sentido
Pois não percebem que na vida
Que na beleza ao seu redor
São encontradas nas coisas simples
São vividas na simplicidade
Onde poucos alcançam a humildade
Pra viver essa missão com lealdade
Revelando que o bem da humanidade
Mesmo meio a diversidade
Ter mente onde habita de verdade
A forma de se viver bem
Com aquilo que realmente tem
Mas tem gente que pra viver
Acha que muito precisa
Não ouve quem avisa
Que a cada segundo se respira
Sentir que a cada volta que gira
Existe o verdadeiro valor
Onde tudo possa surgir
Com base no puro amor!

João Batista Barbosa
Poesias

⁠Abrace tudo que existe na vida, o mar, a areia, a arvore e o amor.

Em um mundo sem amor, espiritualidade quântica e valores universais humanitários, tudo sem moral e sem princípios tem seu preço.

Sem vinho, provavelmente não haveria humanidade.... Eis tudo o que é a vida: Amor, prazer e amizade. ”

Eu sempre acreditei que o amor era uma espécie de salvação, que, ao encontrá-lo, tudo faria sentido e as peças do quebra-cabeça da vida se encaixariam. Acreditei nisso com a pureza de quem ainda não havia sentido as dores que o amor também pode trazer. Minha avó, com sua sabedoria de anos, me dizia que ninguém é feliz depois de ter amado uma vez. Eu discordava, achava que o amor era algo eterno e puro, que jamais poderia ser fonte de infelicidade.


Mas hoje, com o coração mais marcado pelas experiências, começo a entender o que ela queria dizer. O amor, por mais bonito que seja, também é transformador — e nem sempre para o lado que esperamos. Ele nos faz crescer, sim, mas às vezes esse crescimento vem com dor, com perdas, com despedidas. E, depois de amar, nunca mais somos os mesmos. Não é que a felicidade se torne impossível, mas ela muda de forma. Ela deixa de ser aquela felicidade leve e despreocupada para se tornar algo mais maduro, talvez mais pesado, mas também mais profundo.


O amor me ensinou que sentir intensamente é também se expor à vulnerabilidade, às fraturas que podem nos fazer duvidar de quem somos e do que acreditamos. E, mesmo assim, eu continuo acreditando no amor. Não de forma ingênua como antes, mas com uma aceitação de que ele faz parte de quem somos, tanto nas alegrias quanto nas dores.


Minha avó tinha razão em parte — talvez depois de amar, nunca mais voltemos a ser os mesmos. Mas o que ela não disse, e que eu só descobri vivendo, é que essa transformação não precisa ser o fim da felicidade. Ela pode ser o começo de uma nova compreensão sobre o que é viver, sobre o que é sentir, e sobre o que significa amar com todas as suas cores — as claras e as sombrias.


Autora: Nayra Sousa

A Roda Gigante da Vida
(Agendando o amor!)


Não tive tudo o que queria.
Mas tive tudo o que precisava.
Hoje sei que não acordamos simplesmente um dia e decidimos imitar alguém.
Não.


Vamos fazendo isso todos os dias.
Mesmo sem querer.
Mesmo sem perceber.
Vamos nos espelhando no outro, em cada atitude, em cada palavra, em cada escolha, em cada ação.


E, talvez, seja por isso que os nossos pais nunca vão embora completamente.


Eles continuam em nós.
No jeito como amamos.
No jeito como cuidamos.
No jeito como educamos.
Até mesmo nas coisas que fazemos sem perceber.


Naquela semana em que meu pai foi para o outro lado — um outro lado que, na verdade, é bem ali —, aconteceu algo que hoje considero um presente.
Sem saber que o tempo estava acabando, em uma ligação, eu me declarei para ele.
Falei.
Disse tudo aquilo que talvez já soubéssemos, mas que precisava virar palavra.
Precisava ser ouvido.


Falei da distância.
Da saudade.
E disse que, um dia, nada mais iria nos separar.
E, no final daquela semana, foi exatamente o que aconteceu.
Não existia mais distância entre nós.
Logo, não haveria mais ausência.


Ele não era perfeito.
Ninguém é.
Mas, quando se ama, ama-se por inteiro.
Não se ama apenas a parte bonita.
Não se colocam os defeitos para debaixo do tapete.


Ama-se a história completa.
Com acertos.
Com erros.
Com imperfeições.
Com tudo aquilo que faz alguém ser quem é.


E não havia remorso.
Talvez faltasse uma ou outra coisa que eu ainda não tivesse feito.
Não por orgulho.
Por “agendamento”.
Eu havia deixado algumas datas na minha agenda da vida.


Mas a vida não funciona assim.
Não podemos brincar com o destino.
Porque o destino é improvável.
Não podemos esperar que o outro amadureça, que enriqueça, que chegue ao topo de algum lugar qualquer, para então vivermos aquilo que queremos viver.


Porque, no final, nada disso importa.
Às vezes, você quer entregar um castelo de neve.
E o outro só precisa de um boneco de areia.


E, enquanto você espera o momento perfeito, pode estar simplesmente adiando a felicidade.
Agendando o amor.


Deixando para depois um abraço.
Uma palavra.
Um “eu te amo”.
Um encontro.
Uma presença.


E a vida não assina compromissos com a nossa agenda.


Tudo tem um ciclo natural para seguir.
E ele segue.
Mesmo vazio.
Mesmo ferido.
Mesmo quando não estamos preparados.
A vida segue seu curso.
Mesmo quebrada.


É matemática.
É física.
É como uma roda-gigante:
ela pode diminuir a velocidade, mas não pode permanecer parada.


Talvez seja por isso que hoje eu faça tantos brinquedos para os meus filhos.
Talvez eu esteja tentando, sem perceber, devolver ao mundo um pouco do que recebi.
Talvez seja por isso que ainda escrevo.


Para transformar lembranças em palavras.
Para transformar saudade em história.
Para transformar aquilo que vivi em alguma coisa que possa tocar alguém.


Porque, no fim, somos um pouco de tudo aquilo que recebemos.
E também de tudo aquilo que escolhemos oferecer.


Meu pai me deixou muitas coisas.
Algumas cabem nas mãos.
Outras, não.


Deixou lembranças.
Deixou ensinamentos.
Deixou exemplos.
E deixou, principalmente, uma parte dele em mim.


Talvez seja essa a verdadeira herança dos pais:
aquilo que permanece quando eles já não podem mais estar fisicamente ao nosso lado.


A todos os pais.


Principalmente aos que refletem bondade.
Aos que ensinam pelo exemplo.
Aos que constroem castelos, mesmo que sejam de madeira, de areia ou de sonhos.
Aos que plantam árvores sem saber quem um dia descansará à sua sombra.


Aos que amam.
Aos que cuidam.
Aos que deixam raízes.


😍 Feliz Dia dos Pais, mães, avós, tios... 😍

No mistério do amor, o silêncio diz tudo.

Meu amor, o nosso amor é lindo demais para não ser vivido intensamente. Fica comigo? Tudo o que eu mais quero agora é me perder no seu abraço e nunca mais sair.

As pessoas dizem que o tempo cura tudo, mas o tempo não sabe o tamanho do amor que você deixou guardado no meu peito.

DEPOIS QUE TUDO VAI EMBORA


Será que o amor realmente existe depois que tudo de 'bom’ acaba? Pois bem, sabemos que esse sentimento está presente de diversas maneiras na vida do ser humano e está lá até antes mesmo de nascermos. Mas como saber se todo amor que damos, sentimos ou recebemos é de fato algo real, profundo e verdadeiro? E até que ponto ele é capaz de chegar? Eis algumas das questões mais alarmantes da humanidade.


Para ilustrar tudo isso melhor, tomarei nota de um livro que li recentemente, A Metamorfose de Franz Kafka. A partir do momento em que Gregor se transforma em um inseto de certa forma asqueroso, ninguém mais é capaz de amá-lô, exceto pela mãe dele que até certo ponto não permitiu que ô matassem, mas não foi suficiente. Essa é uma das metáforas mais verdadeiras que existem, quando alguém perde a serventia o amor raso não resiste. Não é preciso ir muito longe para ilustrar isso na vida real. Quando um ente querido de nossa família adoece, por exemplo uma mãe ou algo do tipo, perde-se a felicidade em estar com ela. O indivíduo torna-se um fardo para todos da família. Mas as pessoas, na maior parte do tempo, não levam em consideração como foram amadas por aquela pessoa, como ela serviu toda a família por incalculáveis anos, e agora descartam-na, como se nunca tivesse tido importância. Desse modo, onde está o verdadeiro amor nesses casos? Se realmente fosse real, a união não se perderia por simples acasos.

As pessoas neste mundo levam muito em consideração a aparência uma das outras. De certa forma não acho que esteja totalmente errado, mas tudo nessa vida tem limites, por mais asqueroso que Gregor tenha se tornado após a metamorfose, ele continuava sendo o mesmo. Seus princípios e sentimentos internos estavam ali, mesmo que parecesse imperceptível, um livro de capa duvidosa, mas de páginas que nunca perderam seu valor. Independente de sua indumentária, ele continuava sendo filho, irmão, amigo, era parte de uma família, de uma sociedade, e não poderia ser apagado de forma impiedosa somente por que não podia mais dar sustento à sua família.


Infelizmente, nós, seres humanos somos substituíveis, isso de acordo com o pensamento da grande maioria, que mesmo achando não pensar dessa forma no fundo agiria do mesmo modo. Obviamente eu não concordo com essa afirmação, o amor verdadeiro está aí para quebrar isso, se existe esse sentimento os laços são eternos, independente dos ocorridos da vida. Quem ama de verdade não dá tanto valor ao externo, quem ama de verdade leva muito mais em consideração os sentimentos que têm ao estar ao lado daquela pessoa querida. Contudo, se queres transformar-se insubstituível, valorize e lapide seu interno, mas tome cuidado, pois somente pessoas de consciência semelhante, são capazes de valorizar a índole do ser em primeiríssimo lugar. Caso contrário seu destino corre o risco de ser parecido com o de Gregor, se não houver uma mudança. Talvez aí esteja a solução, ter deveras atenção em quem ama, porque um rostinho bonito acha-se em qualquer lugar, mas histórias ricas são raras, então se for de amar alguém, que seja por um todo e não somente por aquilo que é supérfluo, e claro sempre em alerta. Isso, meus caros amigos, serve para toda relação interpessoal humana.